quinta-feira, 28 de julho de 2011

Eu & "O Estranho Mundo de Jack"

Hoje falo de O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas), considerado um dos novos clássicos do cinema de animação. Lançado em 1993, o filme tinha como roteirista e produtor o, hoje renomado, Tim Burton. 

Na historia, Jack Skellington (Chris Sarandon) é um ser fantástico que vive na Cidade do Halloween. O local é cercado por criaturas estranhas, onde passam o ano planejando a festa de mesmo nome. 

Cansado da rotina, um belo dia Jack deixa os limites do local onde vive e começa a vagar pela redondeza. Até que descobre portais, cujas passagens estão direcionadas para lugares de diversas festividades. 

O estranho ser escolhe uma porta e vai parar no Natal, onde vê demonstrações do espírito natalino. Jack fica encantado e, ao retornar para sua cidade, decide sequestrar o Papai Noel (Edward Ivory) e tomar o seu lugar. Para isso, convence os outros cidadãos a ajudá-lo. 
Além disso, o pessoal terá que organizar sua próprio festa, o que inclui confecção e distribuição de presentes. Mas apesar de seus argumentos, Jack não consegue convencer sua namorada Sally (Catherine O'Hara). E somente diante da desastrosa experiência, é que perceberá quem estava certo.

Vale a pena conferir: Porque o filme é delicioso! Ótima história, trilha bacana... E ainda, responsável por apresentar ao mundo do cinema um dos melhores nomes dos últimos tempos em termos de animação. Quem é ele? Tim Burtom, claro! 

Melhores Cenas: Primeiro, quando Jack descobre o Natal. Segundo, quando decide sequestrar o Papai Noel. E por fim, quando ele mesmo tenta, de forma frustrada, ocupar o lugar do bom velhinho. Destaque para os brinquedos distribuídos pelos seus súditos. 

Curiosidade 1: As personagens de O Estranho Mundo de Jack foram criadas por Tim Burton, que dava seus primeiros passos no cinema. Hoje, após bons trabalhos em seu currículo, é possível perceber seus traços marcantes em obras como Coraline, que eu já citei aqui, e  A Noiva Cadáver, que eu ainda falarei aqui no blog. Todos com um Q de sombriedade. 

Curisodidade 2: O filme é tão famoso que produtos com a sua marca foram parar no mercado, principalmente os estampados pela figura do Jack, como bolsas, T-shirts e objetos. Já o púbico que se adequou às peças é considerado Emo, por conta da sensibilidade e melancolia.

Eu & a Obra: Custei muito para ver esse filme, pois sempre o pegava pela metade. Mas, já gostava do pouco que via. Afinal, sou completamente apaixonada pelos trabalhos de Burtom. Para mim, um excelente cinéfilo. Ano passada, consegui vê-lo do início ao fim. E, sou capaz de expressar minha impressão com uma única palavra: sensacional!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Eu & "Monstros X Alienígenas"

O especial férias continua! E o filme de hoje é Monstros X Alienígenas (Monsters Vs. Aliens), produção lançada em 2009. No filme, Susan Murphy (Reese Whiterspoon) está prestes a se casar com Derek Dietl (Paul Rudd), um repórter de TV cujo sonho é a ascenção profissional.

No dia de seu casamento, ela é atingida por um meteorito vindo de um planeta recém explodido. A radioatividade do objeto a faz ficar com 15 metros de altura. Sem entender o que está acontecendo, a jovem é capturada pelo exército e confinada junto a companhia de outros monstros.

Mal sabem eles que, devido a um ataque alienígena, o presidento dos EUA ordena que ela, Dr. Barata (Hugh Laurie), Elo Perdido (Will Arnett), B.O.B. (Seth Rogen) e Insectossauro, salvem o planeta.

Vale a pena conferir: Monstros X Alienígenas não chega a ser um filmaço, mas é bem bacana e nos garante boas risadas. Só por isso, já "vale o ingresso."

Melhor Cena: Destaco quando Susan leva o raio na cabeça e cresce, no meio de seu casamento. Quando ela e os outros monstros se conhecem e ainda, a preparação de ambos para lutarem contra os alienígenas.

Curiosidades: Como em todos os filmes de animação, é comum notarmos semelhança entre o ator e sua personagem. Nesse caso, o Dr. Baratão foi interpretado por Hugh Laurie, o Dr. House da série. E não é que ficou perfeito!!! Assim como a Susan, que tem todos os trejeitos de Reese Whiterspoon.

Eu & a Obra: Quis ver esse filme mais por causa do Hugh Laurie, que eu adoro, e gostei bastante. Me diverti muito e por isso, indico para você.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Eu & "Wall-E"

O segundo filme no especial férias do Eu, eu mesma e meus filmes é uma deliciosa e surpreendente animação dos estúdios Disney, lançada em 2008.

Wall-E (Wall-E) passa a maior parte do tempo em uma espécie de lixão, retrato do Planeta Terra após a humanidade poluir a atmosfera com gases tóxicos. Hoje, essa mesma humanidade vive em uma espécie de retiro. Enquanto que robôs foram largados na Terra para tentar limpá-la.

Mas o tempo passa  e o único que ainda habita nosso planeta é Wall-E, ocupando seu tempo copactando lixo, em quantidades cada vez miores, e colecionando objetos que encontram no meio desse mesmo lixo, como aparelhos eletrônicos, brinquedos e utensílios domésticos. 

Um belo dia, Wall-E dá de cara com uma robô supermoderna saindo de uma ave espacial. Seu nome é Eva, cuja missão é descobrir se ainda há vida na Terra. Ele logo se apaixona  por ela  e trata de apresentar o local onde vive para sua amada. 

Eva descobre a muda de uma planta e trata de levá-la para o lugar de onde veio, só que Wall-E a segue e é daí que surge uma aventura capaz de mudar completamente a história do nosso planeta.     

Vale a pena conferir: Porque Wall-E é uma excelente história de consicentização e crítica sobre novas tecnologias e os hábitos ruins adquiridos pela humanidade através delas. 

Melhor Cena: Destaco três. Primeiro, quando o Wall-E se apaixona por Eva e o reflexo que dá em todas às vezes em que ele a vê. Segundo, quando descobrimos a forma em que a humanidade vive no retiro, localizado no espaço. E por fim, quando essa mesma humanidade descobre que a Terra ainda é um lugar que se possa habitar e resolve voltar. 

Eu & a Obra: Desde quando Wall-E estreou no cinema, eu queria assistir. Mas acabou que só vi em DVD. Amei! Acredito que se não for o único, é um dos poucos filmes de animação que me deram muito mais do que divertimento. E sim, a oportunidade de refletir em cima de sua crítica, que é de uma ousadia inacreditável. Como não gosto de estragar a surpresa, sugiro que você assista e tire suas próprias conclusões. Além de tentar mudar seus hábitos, de modo que possa viver mais e melhor.   

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Eu & "Meu Malvado Favorito"

Na última semana das férias de julho, o Eu, eu mesma & meus filmes preparou um especial com filmes de animação. E o primeiro título é uma das histórias mais bacanas que eu já vi. Confira!

Meu Malvado Favorito (Desplicabe Me) é uma produção lançada em 2010. A história começa com o roubo da pirâmide de Gizé, que deixa Gru (Steve Carell)  com inveja e vontade de fazer algo ainda mais ousado. 

Ele tem a ideia de roubar a Lua, mas para isso precisar invadir a casa de Vetor (Jason Segel), que foi quem roubou a pirâmide, e pegar um raio capaz de diminuir o tamanho de tudo o que atinge. Gru conta ainda com a ajuda dos minions (seres amarelados) e do Dr. Nefario (Russel Brand).  

Para entrar na casa de Vetor, ele se aproveita das órfãs Margo (Miranda Cosgrove), Agnes (Elsie Fisher) e Edith (Dana Gaier), que vendem biscitos de porta em porta. Gru sabe que elas seriam a presa perfeita, portanto decide adotar as meninas. O que não imaginava é se afeiçoar à elas. 

Vale a pena conferir: Porque trata de valores preciosos como amor e amizade. 

Melhor Cena: Primeira, Logo no início, quando as órfãs chegam no orfanato após um dia de vendas, e a Agnes pergunta se alguém esteve la para adotá-las. Segunda, quando as meninas chegam na casa de Gru e ele falam o que elas podem e nãopodem fazer. É muito engraçado, pois ele as compara como se fossem bichinhos de estimação. E por fim, quando elas lhe pedem um beijo de boa noite. Após um tempo de convívio, ele se rende e as beija. É muito fofo!

Eu & a Obra: Vi este filme na última semana e amei. A história trata de forma simples sobre assuntos muito fortes e importantes, como solidão, maus tratos, inveja, amor e amizade. Uma lição de vida. 

domingo, 22 de maio de 2011

Eu & "O Diabo Veste Prada"

Desde que criei o Eu, eu mesma & meus filmes, minha ideia sempre foi relembrar produções que assisti ou falar das novas, sempre aproveitando o momento. E o filme que falo hoje é a maior prova disso.

O Diabo Veste Prada (The Devil Wears Prada) foi lançado em 2006. No filme, Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem jornalista que busca uma chance para crescer profissionalmente.

Ela acaba conseguindo um trabalho na Runaway Magazine, a revista de moda mais importante de Nova York. Andrea assume o cargo de assistente da poderosa Miranda Priestly (Meryl Streep), editora executiva da pubicação e retrato fiel da expressão”o cão chupando manga.”

No decorrer da história, Andrea passará por várias provações. Além de não se identificar muito com o ramo da moda, a jovem tem ideias bem diferentes da maioria que trabalha para Miranda.

E mais, seu maior desafio será provar para si mesma ser capaz de fazer qualquer coisa. Mesmo que lhe mostrem o contrário.

Vale a Pena Conferir: Porque é um filme maravilhoso! História bacana, daquelas que nos faz refletir, e ao mesmo tempo super divertida. As atuações são ótimas, principalmente Meryl Streep que, mais uma vez, arrasa. E a triha sonora também é um ponto forte na produção.

Melhor Cena: O filme é recheado de ótimas cenas, a maioria por mérito de Meryl Streep que faz de sua Miranda uma figura odiada e ao mesmo tempo, engraçada. Destaco três. Primeiro, quando Andrea caçoa de uma discussão em relação ao modelo de dois cintos que, para a jovem, são extamente iguais. Nessa hora, Miranda dá uma aula de moda à jovem.

Segundo, quando Miranda ordene que Andrea consiga um manuscrito do novo livro de Harry Potter para suas filhas. Caso contrário, será despedida.

E por fim, quando Andrea está saindo de uma entrevista para um novo emprego e dá de cara com Miranda. As duas se olham emocionadas mas, ao mesmo tempo, não deixam seus sentimentos às claras.

Curiosidades: O Diabo Veste Prada é uma adaptação do bestseller de mesmo nome, lançado em 2003 por Lauren Weisberger.

- O filme recebeu 2 indicações ao Oscar, nas categorias de melhor atriz (Meryl Streep) e melhor figurino.

- Foi indicado ao Globo de Ouro nas categorias melhor filme: comédia/musical, melhor atriz coadjuvante (Emily Blunt) e melhor atriz - Comédia/Musical (Meryl Streep), faturando esta última.

- Recebeu 5 indicações ao BAFT, nas categorias de melhor atriz (Meryl Streep), melhor atriz Coadjuvante (Emily Blunt), melhor roteiro adaptado, melhor figurino e melhor maquiagem.

- A modelo brasileira Giselle Bundchen faz uma participação.

- A carreira de Anne Hathaway deu uma virada após esse filme.
- A personagem Miranda Priestly foi inspirada em Anna Wintour, editora da revista Vogue América, para quem a autora do livro (que inspirou o filme) trabalhou.

Eu & a Obra: Quando se faz jornalismo, e curte cinema, fica difícil não querer ver os filmes que tratam sobre esse universo. A primeira vez que vi O Diabo Veste Prada, fui na curiosidade em saber o que o filme tinha de bom, para tanto se falar nele. Amei! Principalmente por ser uma história de superação, ainda mais quando se é jovem e passa por desafios profissionais. Muitas às vezes me imaginei no papel de Andrea e até hoje, me surpreendo quando me posiciono diante de tanta vontate e impetuosidade, igual a personagem. Além disso, adoro a composição: revista+moda+cultura=jornalismo.

domingo, 24 de abril de 2011

Eu & "Um Olhar do Paraíso"

O filme que falo hoje é Um Olhar do Paraíso (The Lovely Bones), produção lançada em 2009. O longa conta a história de Susie Salmon (Saoirse Ronan), uma adolescente de 14 anos que, na volta da escola, é brutalmente assassinada, em 6 de dezembro de 1973, por seu vizinho George Harvey (Stanley Tucci).

Assim que morre, Susie vai parar em um mundo paralelo entre o céu e o inferno. E sua passagem por lá é um tanto quanto conturbada, já que a menina precisa decidir entre vingar sua morte ou seguir em frente.

Enquanto isso, a família de Susie sofre muito com a perda de sua primogênita. Principalmente porque o corpo da menina não chega a ser encontrado, o que dá uma falsa esperança de que ela ainda esteja viva.

Seu pai, Jack (Mark Wahlberg), faz de tudo para descobrir o que aconteceu com a filha. Já a mãe, Abgail (Rachel Weisz), não consegue lidar com a situação, e decide abandonar a família por uns tempos. Paralelo a isso, a irmã Lindsey (Rose McIver) passa a desconfiar de seu estranho vizinho. O que a faz investigá-lo, ao mesmo tempo que desperta nele um interesse por ela.

Vale a pena conferir: Porque Um Olhar do Paraíso trata de um assunto muito difícil de lidar e consegue ir além, ao mostrar também a questão espiritual. E o faz de forma simples, reflexiva e belíssima.  

Melhor Cena: Uma das cenas mais bacanas que achei, foi quando Jack acende uma vela no quarto de Susie, próxima à janela, e seu rosto reflete na vidraça. Eles se veem e aquilo dá a sensação de tranquilidade, pois a menina percebe que o pai não a esqueceu. Enquanto que ele, sente que ela ainda está junto da família. Ao mesmo tempo, levanta a velha questão de que espíritos sempre seguem uma luz.

- Além dessa, destaco quando descobrem seu assassino. Nessa hora, Susie vê o lugar para onde deve seguir. Um jardim lindo, cheio de crianças. Ela se emociona muito, assim como eu e, provavelmente, outros que já viram o filme. Mas na hora de seguir adiante, para e diz que ainda não acabou.

- E o final, dela e de seu assassino. Sensacional! Não vou contar tudo, porque perde a graça. Mas adianto que a alma de Susie só vai ter paz, quando seu corpo também a tiver. Mas para saber com isso acontece, você vai ter que ver o filme.

Curiosidades: A crítica caiu em cima de seus efeitos especiais, com a inclusão de imagens psicodélicas. Mas essa para mim é uma das grandes tiradas do filme, que se passa na década de 70. Além disso, a fotografia é simplesmente maravilhosa. Nos paraíso onde Susie foi parar, é tudo muito iluminado e colorido. Nos momentos em que ela observa o que acontece na terra, fica meio escuro, sombrio. E sempre há uma ligação, de acordo com o que aconteceu, está acontecendo ou vai acontecer.

- Stanley Tucci foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante

Eu & a Obra: Lembro-me que quando esse filme estava nos cinemas, não me despertou interesse. Agora que passou na TV a cabo, resolvi assisti-lo. E qual foi minha impressão? A de uma produção triste, forte e belíssima. Primeiro porque qualquer um fica chocado com a história. A ideia de ver uma jovem, ainda inocente, ter sua vida tirada assim, do nada. Segundo porque, apesar de triste, o filme é de uma sensibilidade incrível. Só digo duas coisas: preste muita atenção e prepare o lenço, pois as lágrimas vão rolar.  

quinta-feira, 24 de março de 2011

Eu & “Namorada de Aluguel”

Minha inspriação para o filme que falo hoje vem da música “Can’t Buy Me Love” – The Beatles, já que acordei com ela na cabeça.

Namorada de Aluguel (Can’t Buy Me Love) é uma produção lançada em 1987. No filme Ronald (Patrick Dempsey) é um tímido rapaz, cujo desejo é se tornar popular na escola em que estuda.

Ele vê sua grande chance surgir quando descobre que Cindy (Amanda Peterson), a garota mais cobiçada do colégio, está precisando de mil dólares para repor uma roupa da mãe, que usou sem seu consentimento e acabou estragando.

Trabalhador, Ronald guardou o dinheiro que ganhou cortando a grama da casa dos vizinhos para comprar um telescópio. Mas ao ver que a menina está em apuros, tem uma ideia. Ele propoe dar-lhe o dinheiro em troca de Cindy torná-lo popular.

A menina aceita o acordo e começa a andar com ele, fazendo todos na escola acreditar que são namorados. No decorrer do tempo em que passam juntos, Cindy começa a vê-lo com outros olhos.

Curiosamente o que vai acabar por afastá-los é essa súbita popularidade, que faz com que o rapaz perca sua essência. Em compensação, ganhe em termos de superficialidade.

Superficialidade essa que, aliás, também não segura amigos por muito tempo.

Vale a pena conferir: Porque Namorada de Aluguel, apesar de ser um filme adolescente, típico “sessão da tarde”, é uma delícia. Surgiu numa época em que muitas produções do gênero dominavam e, assim como essa grande maioria, soube como niguém retratar o universo de jovens secundaristas, cujo problema maior era a aceitação no grupo escolar.

Melhor Cena: A cena clássica do ritual do tamanduá africano, claro. Ronald quer aprender a dançar. Para não fazer feio em uma festa, acaba ensaiando alguns passos vendo um programa na TV. O que ele não sabia é que os tais passos se tratavam do ritual de acasalamento dos tamanduais. O mais engraçado disso tudo foi que, além de dançar, ele fez todos do colégio seguirem seus passos. Menos os nerds, já que sabiam bem do que tratava. Rsrs.


Curiosidade: Conhecido por protagonizar algumas comédias românticas da década de 80, o ator Patrick Dempsey sempre foi apontado como o patinho feio do cinema. Até que envelheceu, apareceu e virou um galã, graças ao seu papel de “Mc Sonho” na série Greys Anatomy. E olha que ele virou o sonho de muitas mulheres mesmo. Inclusive, o meu. Rsrs.

Eu & a Obra: Como fã de comédia romântica anos 80, essa sempre foi uma de minhas prediletas. Gosto da história, trilha sonora e principalmente do ritual do tamanduá africano. Sem dúvida, o motivo maior para ter feito dessa produção um clássicos da sessão da tarde.