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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Eu & “Top Gun – Ases Indomáveis”


O longa citado hoje no Eu, eu mesma e meus filmes é um dos novos clássicos mais relembrado de todos os tempos. Top Gun – Ases Indomáveis (Top Gun) foi lançado em 1986, época em que Tom Cruise começava a trilhar um caminho rumo ao sucesso e ao coração da mulherada.

A produção conta a história de um grupo de jovens que integram a Academia Aérea da Marinha, fazendo parte de um curso para pilotos de Caça. Em destaque, Pete Mitchel (Tom Cruise), conhecido como Maverick, jovem impetuoso e ousado.

Tudo o que o rapaz mais deseja na vida é se tornar um grande piloto da Marinha, o problema é que para ser o melhor não basta ser “bom”, mas respeitar regras e limites, o que para ele é praticamente uma missão impossível. 

Se não bastasse sua própria soberba, o jovem também terá que lidar com Iceman (Val Kilmes), oficial conhecido pelos colegas como o “Homem de Gelo”. Além de frio e calculista, este também é um excelente piloto e travará um batalha direta com Maverick em busca do título de " o melhor". 

Para complicar ainda mais, Maverick  terá que superar a perda do seu grande amigo e parceiro, o piloto Goose (Anthony Edwards), morto durante um treinamento, e abrir espaço em sua vida para a entrada da instrutora civil Charlie (Kelli McGillis), por quem está apaixonado.

Vale a pena conferir: porque Top Gun – Ases Indomáveis  entrou para a história dos melhores filmes lançados na década de 80 devido ao casamento perfeito em termos de trama,  fotografia e sequências, muito bem dirigidas e em perfeito casamento com a trilha sonora.

Melhor cena: como muitos filmes que já relembrei aqui, nesse caso também não dá para escolher apenas uma. Primeiramente destaco Tom Cruise, no auge dos seus 24 aninhos, de jaquetão militar, óculos Ray ban, voando em sua  Kawasaki Ninja 900, ou pilotando um Caça, ao som de “DangerZone”, interpretado por de Kenny Loggins;

- Entre outras, fico com a sequência que começa com Maverick conhecendo a treinadora Charlie em um bar e descobrindo, no dia seguinte, que ela se trata da sua nova treinadora. No decorrer dessa história, uma paixão avassaladora toma o rumo da estrada pela qual ele segue Charlie, naquela moto maravilhosa, e termina onde todo mundo já imagina;

- Por fim, quando Maverick finalmente supera a morte do amigo, retorna ao curso, brilha durante uma missão e finalmente é condecorado, ao lado dos companheiros. Inclusive de Iceman, que de rival torna-se um amigo;

Curiosidades:  além de Tom Cruise "desabrochando" para a vida e a fama, Top Gun conta também com a presença de Val Kilmer, Meg Ryan, Tin Robbins e Anthony Edwards, nomes que viriam se tornar famosos no decorrer dos tempos. Este último, por exemplo, ganhou notoriedade no seriado ER – Plantão Medico;

- A música “Take my Breath Away” - Cheap Trick, tornou-se hino das baladinhas dos anos 80 e não parava de tocar nas rádios. Em entrevista ao canal VH1, sua intérprete confessou que já não aguenta mais ter que cantá-la em seus shows. 

Eu & a obra: não o considero um dos melhores filmes que já assisti, mas gosto bastante. A produção tem seu mérito, já que foi lançada em uma época na qual comédias teen como Curtindo a Vida Adoidado, ou besterol do nível de Porky’s, tomavam conta das salas de cinema. Top Gun surgiu para ser um divisor de águas, misturando romance e aventura, e por isso entrou para a lista dos Novos Clássicos. 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Eu & "O Estranho Mundo de Jack"

Hoje falo de O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas), considerado um dos novos clássicos do cinema de animação. Lançado em 1993, o filme tinha como roteirista e produtor o, hoje renomado, Tim Burton. 

Na historia, Jack Skellington (Chris Sarandon) é um ser fantástico que vive na Cidade do Halloween. O local é cercado por criaturas estranhas, onde passam o ano planejando a festa de mesmo nome. 

Cansado da rotina, um belo dia Jack deixa os limites do local onde vive e começa a vagar pela redondeza. Até que descobre portais, cujas passagens estão direcionadas para lugares de diversas festividades. 

O estranho ser escolhe uma porta e vai parar no Natal, onde vê demonstrações do espírito natalino. Jack fica encantado e, ao retornar para sua cidade, decide sequestrar o Papai Noel (Edward Ivory) e tomar o seu lugar. Para isso, convence os outros cidadãos a ajudá-lo. 
Além disso, o pessoal terá que organizar sua próprio festa, o que inclui confecção e distribuição de presentes. Mas apesar de seus argumentos, Jack não consegue convencer sua namorada Sally (Catherine O'Hara). E somente diante da desastrosa experiência, é que perceberá quem estava certo.

Vale a pena conferir: Porque o filme é delicioso! Ótima história, trilha bacana... E ainda, responsável por apresentar ao mundo do cinema um dos melhores nomes dos últimos tempos em termos de animação. Quem é ele? Tim Burtom, claro! 

Melhores Cenas: Primeiro, quando Jack descobre o Natal. Segundo, quando decide sequestrar o Papai Noel. E por fim, quando ele mesmo tenta, de forma frustrada, ocupar o lugar do bom velhinho. Destaque para os brinquedos distribuídos pelos seus súditos. 

Curiosidade 1: As personagens de O Estranho Mundo de Jack foram criadas por Tim Burton, que dava seus primeiros passos no cinema. Hoje, após bons trabalhos em seu currículo, é possível perceber seus traços marcantes em obras como Coraline, que eu já citei aqui, e  A Noiva Cadáver, que eu ainda falarei aqui no blog. Todos com um Q de sombriedade. 

Curisodidade 2: O filme é tão famoso que produtos com a sua marca foram parar no mercado, principalmente os estampados pela figura do Jack, como bolsas, T-shirts e objetos. Já o púbico que se adequou às peças é considerado Emo, por conta da sensibilidade e melancolia.

Eu & a Obra: Custei muito para ver esse filme, pois sempre o pegava pela metade. Mas, já gostava do pouco que via. Afinal, sou completamente apaixonada pelos trabalhos de Burtom. Para mim, um excelente cinéfilo. Ano passada, consegui vê-lo do início ao fim. E, sou capaz de expressar minha impressão com uma única palavra: sensacional!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Eu & “Curso de Verão”

Passada a euforia da primeira semana do ano que se inicia, a partir de hoje o Eu, Eu mesma & Meus Filmes preparou uma série de títulos que são a cara das férias. E para começar, nada como um bom clássico anos 80.

Curso de Verão (Summer School) é uma produção de 1987. O filme começa quando Freddy Shoop (Mark Harmon), professor de educação física bem descolado, é obrigado por seu chefe a dar aulas de língua inglesa num curso de férias.

O que Shoop nem imaginava era que pegaria uma turma composta por um grupo de alunos rebeldes. Tirando Anna Maria (Fabiana Udenio), uma estudante de intercâmbio vinda da França, todos os outros alunos sabem que este curso significa a última chance deles melhorarem suas notas e passarem de ano.

No início, o professor achou que precisaria apenas ficar algumas horas dentro de sala. Já os alunos, nem isso. E tudo parecia ir muito bem assim, até que Shoop conhece Robin Elizabeth Bishop (Kirstie Allei).

Professora linda e rígida, ela mantém um relacionamento secreto com seu chefe. Mas aos poucos, vai se interessando por Shoop. E ele, em busca de chamar sua atenção, resolve mudar a conduta durante o curso.

Para isso, passa a levar mais a sério seu trabalho. Chegando inclusive a pedir a ajuda de Robin para planejar suas aulas. Mas a turma é tão terrível, que o professor abre o jogo com eles e ambos fazem um trato.

Os alunos prometem prestar a atenção nas aulas e fazerem os trabalhos se em troca Shoop realizar os desejos que cada um dos alunos tem. Pronto, está selado o acordo.

Vale a pena conferir: Porque Curso de Verão é sem dúvida um dos filmes mais divertidos da década de 80, e que tem a cara das férias. Acredito que a grande tirada do filme seja o grupo de alunos. Embora eles pareçam não ter nada na cabeça, acabam por reforçar a ideia de que as aparências enganam. Já que no decorrer da história se mostram inteligentes, sensíveis e muito humanos.

Melhor Cena: Eu destaco três cenas muito bacanas. Entre os alunos há um rapaz que é stripper durante a noite. Sem saber, sua mãe vai ao clube que ele dança e acaba paquerando o próprio filho.

A dupla Francis Gremp (Dean Cameron) e Dave Frazier (Gary Riley) são dois amigos inseparáveis e apaixonados pelo filme O Massacre da Serra Elétrica. Quando Shoop chega a ser despedido, eles incentivam a turma a simularem um massacre na escola, tudo para impedir que uma nova professora assuma o cargo.

Por fim, logo no início do filme um aluno pede para ir ao banheiro e só retorna no dia do exame final. Curiosamente é ele quem tira a maior nota. Rsrs.

Eu & a Obra: Eu adoro esse filme. O acho leve e muito engraçado. É do tipo de filme que a gente vê, revê e nunca se cansa. E apesar de não ter grandes pretensões, no fundo te faz pensar. Já que retrata alunos rejeitados, com dificuldades financeiras, de aprendizagem, com déficit de atenção e ainda, a gravidez na adolescência. Com certeza, vale muito a pena conferir. E de preferência, nas férias.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Eu & “Sexta-Feira 13”

Cuidado com o Jason que o Jason te pega. Ou seria com a Cuca? Brincadeiras a parte, o filme que apresento hoje também foi um marco na década de 80. E por isso, não podia faltar no especial Semana Halloween.

Seguindo o gênero terror, Sexta-Feira 13 (Friday the 13th) não só foi um sucesso de bilheteria como emplacou um dos vilões mais temidos da história do cinema, Jason Voorhees.

Diz “a lenda” que Jason foi um jovem maltratado pela mãe. Se não bastasse bater no filho, caçoava de sua aparência. Por conta disso, o rapaz teria crescido revoltado e se transformado em um psicopata.

O filme começa quando um grupo de jovens monitores vão passar uns dias em uma colônia de férias, localizada próxima ao Lago Cristal. O local ficou conhecido como “Acampamento Sangrento”, pois há algunas anos um casal de namorados foi assassinado ali. O assassino teria sido Jason Voorhees, que supostamente foi morto.

Tudo ía muito muito bem na viagem, regada com muitas risadas e sexo. Até que uma brincadeira no estilo “mate o monitor” começa a acontecer. As vitimas, uma por uma, vão sendo assassinadas sem que ninguém perceba. Das formas mais bizarras e cruéis possíveis, sempre após relações sexuais.

A questão é: Jason estaria de volta?

Vale a pena conferir: Porque Sexta-Feira 13 é um clássico, composto pelos principais ingredientes que todos os filmes de terror deveriam ter: muito suspense, mortes sanguinárias e um psicopata de “dar nos nervos”.

Melhor Cena: Não destacaria uma cena, mas momentos que antecedem a morte das vitimas. Imagens seguidas daquele arrepio na espinha e sensação de estar sendo observado todo o tempo.

Curiosidades: Sexta-Feira 13 é considerado uma das séries cinematográficas mais bem-sucedidas das últimas décadas. Não é a toa que acumula 11 títulos, incluindo Freddy Vs. Jason (2003) – encontro entre o vilão e Freddy Krueguer (A Hora do Pesadelo) -, e a refilmagem do primeiro título que deu origem a série sanguinária. Lançado em 2009, desta vez o novo Sexta-Feira 13 seria um misto entre as duas primeiras edições.

O filme e Jason tiveram como inspiração outra grande produção do gênero. Estou falando de Halloween, filme lançado dois anos antes, que tinha em seu carro chefe o tambem psicopata Michael Myers. Curiosamente, Jason fez muito mais sucesso que seu antecessor. Assim como o filme.

O ator Kevin Bacon, em início de carreira, participou do primeiro filme da série.

No início Jason ainda não usava a máscara de goleiro de hóquei, e sim uma espécie de capuz.

Por fim, a maior curiosidade de todas. Jason realmente nunca morre.

Eu & a Obra: Pelo que me lembro assisti a todos, inclusive a versão lançada ano passado - com excessão para o encontro de Jason e Freddy -. Confesso, não é um dos meus filmes de terror predileto. Pois ainda prefiro os que tem uma história muito bem amarrada para contar, ao invés daqueles que promovem mortes de graça. Mas gosto da tensão que ele nos proporciona, muito bem notada em produções que surgiram no fim da década de 70 e início dos 80. E é por esse motivo também que não curti sua refilmagem.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Eu & “Sociedade dos Poetas Mortos”

E os especial em comemoração ao meu anversário continua, hoje com um clássico que marcou toda uma geração. Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poets Society) é uma produção de 1989. Tendo o ator Robin Williams encabeçando o elenco, o filme mostra a rotina de jovens internos da Academia Welton, escola tradicional e opressora.

A história tem início quando John Keating (Robin Williams), um ex-aluno, retorna no papel de professor. Através do seu jeito despojado e método ousado, o professor de poesia não demora muito a conquistar a confiança e curiosidade dos seus alunos.

Quando um grupo de jovens, liderado por Neil (Robert Sean Leonard), descobrem que anos atrás existiu, nessa mesma universidade, uma sociedade secreta liderada por John, cujo os encontros eram brindados com poesias, o professor não teve mais paz.

Empolgados pelo desejo de liberdade, os estudantes não se contentaram apenas em ouvir as histórias daquela época. E o jeito foi reviver a “Sociedade dos Poetas Mortos”, dessa vez tendo como membros Todd A Anderson (Ethan Hawke), Neil Perry (Robert Sean Leonard), Steven K C Meeks Jr. (Allelon Ruggiero), Charlie Dalton (Josh Charles), Knox T Overstreet (Gale Hansen), Richard S. Cameron (Dylan Kussman) e Gerard J Pitts (James Waterston).

Os encontros aconteciam na calada da noite, em um local secreto. Lá, os jovens discutiam suas ideias, revelavam seus segredos e principalmente, liam poesias. Poemas de autores renomados e dos próprio personagens, como sendo renovadores e estimuladores de ações e pensamentos. Era um o momento pleno de libertação. Ali, eles podiam ser o que realmente eram.

Os encontros secretos, assim como as aulas e conselhos do professor John, foram dando cada vez mais coragem aos alunos. Os jovens passam a acreditar em si e na realização de seus sonhos.

A reviravolta nessa história começa quando Neil decide tentar encenar uma peça tetral de Shakespeare. O jovem consegue o papel, mas seu pai não lhe dá permissão. Mesmo assim, o jovem decide enganar seus pais e estrear a peça.

Seu pai toma conhecimento, o retira do teatro e culpa o professor de ter colocado “ideias indiciplinares” na cabeça do filho. Além de brigar com o Neil, avisa que ele nunca mais voltará para aquela instituição de ensino.

A atitude do pai fará com que Neil tenha uma reação drástica, que marcará para sempre a vida de quem o conheceu.

Vale a pena conferir: Sempre achei que Sociedade dos Poetas Mortos é um filme que todos deveriam assistir pelo menos uma vez na vida. É uma obra belíssima, que tratou como nenhuma outra a questão da opressão, escolar e familiar, e o que ela pode gerar em uma sociedade, enquanto jovem.

Melhor Cena: Há muitas cenas de arrancar lágrimas, onde sentimentos como tristeza e felicidade se fundem. Destaco os encontros secretos dos jovens, assim como suas aulas com John. Também os destinos trágicos de dois integrantes da “Sociedade”, sendo um deles o jovem Neil. Além da cena final, claro!

Curiosidades: O ator Robin Williams recebeu indicação ao Oscar de melhor ator por esse trabalho. O filme recebeu ainda às indicações de melhor filme, diretor e roteiro original, faturando a estatueta nessa última categoria.

Para quem não reconheceu, o ator que interpreta o jovem Neil é Robert Sean Leonard, o Dr. Wilson da série House.

Sociedade dos Poetas Mortos trouxe uma discussão sobre os moldes da verdadeira educação, cujo objetivo deveria induzir o estudante a fazer o que gosta, acreditar no que está dentro de si, e não o que lhe é imposto. Por isso a legenda Carpe Diem (aproveite o dia) se tornou um lema não apenas daquelas personagens, como de todos os que conferiam a obra.

Anos mais tarde o filme O Sorriso de Monalisa foi apontado como sendo a versão feminina de Sociedade dos Poetas Mortos. Desta vez é Julia Roberts quem dá vida a uma profesora avançada para seu tempo, tendo que lidar com meninas em um colégio onde as alunas são preparadas para a vida doméstica. Muito bom, por sinal.  

Eu & a Obra: Sou contra qualquer tipo de ditadura e totalmente a favor da liberdade, seja ela de expressão, pensamento ou obra. Amo esse filme pela sensibilidade com que temas tão fortes, foi abordado. Interpretação, cenas, trilha sonora... Com ele eu rio, choro e acima de tudo, penso. É completo, por isso tão bom. Carpe Diem!

domingo, 29 de agosto de 2010

Eu & “Curtindo a Vida Adoidado”

O filme escolhido para fechar o especial John Hughes é o clássico dos clássicos Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller's Day Off), lançado em 1986. O filme mostra um dia na vida de Ferris Bueller (Matthew Broderick), o jovem mais popular do colégio.

Estudante do último ano, Ferris sabe que após o verão virá a faculdade. E com isso, terá cada vez menos tempo para curtir a vida junto dos amigos. Ele então decide cabular a aula.

Enquanto seus pais e os alunos do colégio acreditam que Ferris está doente e de cama, o jovem decide se aventurar pela cidade em companhia da namorada Sloane (Mia Sara) e do melhor amigo Cameron (Alan Ruck).

Ferris só não consegue enganar sua irmã Jeanie (Jennifer Grey) e Ed Rooney (Jeffrei Jones), o diretor do colégio. Ambos farão de tudo para desmacarar o rapaz.

No decorrer do filme o trio irá passar por experiências maravilhosas, que fortalecerão ainda mais os laços de amizade entre eles. Além de despertar sentimentos de confiança e amadurecimento.

Vale a pena conferir: Curtindo a Vida Adoidado é considerado um marco do cinema anos 80, por isso um clássico. Com certeza é o filme mais popular e querido, produzido por Jonh Hughes. Do tipo que marcou gerações e até hoje é capaz de conquistar o público. Afinal, quem nunca sonhou em matar aula para curtir a vida como Ferris Bueller?

Melhor Cena: A antológica cena em que Ferris canta e dança em cima de uma carro alegórico, durante uma parada, ao som de “Twist And Shout” dos Beatles. Com destaque para a sequência em que um grupo de pessoas repetem os passos de “Thriller”, de Michael Jackson.

Também gosto das cenas com sua irmã, ela é muito louca. E o final, principalmente o que acontece com o diretor do colégio. Mais uma vez destaco a trilha sonora. A musiquinha de fundo é conhecida até hoje, sendo inclusive utilizada em outras produções.

Curiosidades: O filme ficou tão famoso que, ao completar 20 anos (2006) ganhou uma edição de ouro em DVD, com direito a making off. Nas entrevistas, o ator Alan Ruck confessa que Jonh Hughes convidou Emílio Estevez para o papel de Cameron, mas ele recusou. Alan até hoje agradece à Emílio. Não precisa fazer muito esforço para saber o porquê.

No final do filme Ferris fala a seguinte frase: “A vida passa muito depressa. Se não paramos para curti-la, um dia ela escapa de nossas mãos”. Jonh Hughes morreu aos 59 anos anos vitima de uma parada cardíaca, enquanto fazia sua caminhada matinal. Nunca as palavras ditas por Bueller pareceram fazer tanto sentido quanto agora, após sua partida.

Eu & a Obra: Como todos os jovens que já assistiram a Curtindo a Vida Adoidado pelo menos uma vez na vida, me apaixonei. O filme nos faz rir, chorar, se emocionar e principalmente pensar, o que é sempre muito bom. A mim só resta repetir o que toda uma geração falou um dia: “Salve Ferris Bueller”!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Eu & “Mulher Nota 1000”

No especial em homenagem a John Hughes, o filme de hoje é a comédia Mulher Nota 1000 (Weird Science). Esse clássico dos filmes teens anos 80 foi baseado na fábula do Frankenstein, mas precisamente em A Noiva de Frankenstein.

No filme lançado em 1985, os jovens Gary (Anthony Michael Hall) e Wyatt (Ilan Mitchel-Smith) são dois nerds que, além de não fazerem sucesso com as garotas, vivem servindo de deboche para os rapazes do colégio.

Um belo dia, aproveitando que seus pais viajaram, Wyatt convida Gary para dormir em sua casa. Sem nada para fazer, os dois tem a “brilhante ideia” de projetar a mulher de seus sonhos, com o uso do computador.

O que parecia uma loucura acaba dando certo. Graças a uma tempestade a boneca toma a forma da mulher perfeita, com moldes de uma modelo e o cérebro de um gênio. Seu nome, Lisa (Kelly LoBrock).

Lisa passa a ser fiel aos seus criadores, mas através de toda essa fidelidade o que ela realmente consegue é proporcinar aos jovens a confiança necessária para levarem uma vida normal e serem felizes nas ecolhas que fizerem.

Porém, nem tudo são flores. Por ser sexy demais, Lisa acaba atraindo a atenção de outras pessoas. Incluindo os garotos do colégio, que vivem implicando com os dois amigos, e Chet (Bill Paxton), irmão mais velho de Wyatt. Esse último, ao perceber que algo está errado vai aproveitar para infernizar ainda mais a vida do irmão.

Vale a pena conferir: Primeiro, acho ótima a ideia de criar a mulher perfeita. Por mais boba que pareça. Segundo, os temas que o filme aborda, como o bullying – problema que atinge uma grande maioria de jovens -, insegurança, amizade, as diferenças – que influenciam na hora de ser aceito em um grupo, ou não –, amor e relações familiares.

Melhor Cena: Várias. Gosto quando projetam a Lisa, quando ela os leva para um bar de blues, além das sequências em que Lisa enfrenta os pais de Gary e o irmão de Wyatt. Além do final, claro.

Curiosidades: Várias, também. A intérprete de Lisa (Kelly LoBrock) é mais conhecida por ser a eterna Dama de Vermelho, no filme de mesmo nome. Já Anthony Michael Hall, que interpreta o Gary, é praticamente cria de John Hughes. Trabalhou com ele ainda em Gatinhas & Gatões e Clube dos Cinco - títulos que você verá aqui esta semana -, e após crescer, foi destaque na série O Vidente. A música tema, que também leva o nome do filme, era interpretada pelo grupo Oingo Boingo, que veio a fazer sucesso entre os anos 80 e 90. Por fim os atores Bil Paxton e Robert Downey Jr. bem novinhos.

Eu & a Obra: Sou um pouco suspeita para falar, pois adoro esse filme. Gosto da história, elenco, trilha sonora... Assistia muito na sessão da tarde e esse ano tive a sorte de revê-lo duas vezes, sendo uma na TV a cabo. Um segredo: quando adolescente achava o ator Ilan Mitchel-Smith um gatinho. Recentemente, em um programa sobre as 100 celebridades mirins dos anos 80, descobri que abandonou a carreira de ator e virou professor universitário. Está irreconhecível, careca e gordinho. rsrs

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Eu & "Férias Frustradas"

No penúltimo dia do especial férias, o título escolhido é um que tudo tem a ver com o tema. Estou falando de Férias Frustradas (Vacation), um verdadeiro clássico dos anos 80.

Lançado em 1983, o filme começa quando Os Griswolds decidem sair de férias rumo ao Walley World, famoso parque de diversão. O problema começa gaças a Will Griswolds (Chevy Chase), chefe da família, que planeja uma viagem de carro, ao invés de avião, visando poupar dinheiro e proporcionar uma maior aproximação entre eles.

Como já era de se esperar, o passeio começa a ficar turbulento o partir do momento em que saem de casa. Will não conhece direito o caminho e se enrola com o mapa.

Já os irmãos Rusty (Anthony Michael Hall) e Audrey (Dana Barron) se odeiam, e por isso brigam o tempo todo. Cabe a Ellen Griswolds (Beverly D’Angelo), a mãe, tentar manter a ordem. O que não é uma tarefa muito fácil.

Enjoos, brigas entre os irmãos, pneu furado, carro enguiçado, erros no percurso... são apenas alguns dos empecilhos com os quais a família irá se deparar pelo caminho. Imprevistos que fazem dessa viagem, uma história muito engraçada.

Vale a pena conferir: Quem nunca planejou férias em família e deu com os “burros n’água”? O filme relata justamente isso. Mas além de problemas e brigas pelo caminho, mostra o quanto que, por mais impefeitos que possam ser, família é sempre família. E no final, prevalece o amor que os une.

Melhor cena: Durante toda a história, o que mais nos deparamos são com cenas hilárias. Chevy Chase é um ótimo comediante e basta olharmos para sua cara, que logo nos dá vontade de rir. Mas, não dá para não escolher a cena final e o destempero que a situação provoca em Will.

Curiosidade: Primeiro destaco o saudoso John Candy, outro monstro da comédia anos 80, no papel de um segurança do parque. Vê-lo em cena, mesmo que pequena, é sempre muito bom.

Segundo: o filme fez tanto sucesso que rendeu várias continuações. Tivemos ainda Férias Frustradas 2 (lampoon's vacation european, 1985), em que eles vão parar na Europa por causa de um concurso. Férias Frutradas de Natal (Christmas Vacation, 1989), cuja história consiste na busca pelo Natal perfeito, organizado por Will. E o quarto, que demorou para sair, Férias Frustradas em Las Vegas (Vegas Vacation, 1997). Como o nome sugere, nesse último a família Griswolds vai curtir merecidas férias na animada cidade.

Terceiro: a atriz Beverly D’Angelo, que faz a mãe, era a mocinha de Hair. Musical que você ainda verá por aqui.

Eu & a Obra: Adoro Férias Frustradas porque segue a linha de filme pastelão, muito comum na década. Comédia light, sem muita apelação. Vi todos, mas os que me agradam mais são o primeiro e o terceiro (Natal). Engraçadíssimos!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Eu & “Sem Licença para Dirigir”

O especial férias continua, hoje com um clássico dos anos 80. O filme Sem Licença para Dirigir (License To Drive, EUA, 1988) foi estrelado pela dupla Corey Haim e Corey Feldman, galãs teens da época.

A história começa quando Les (Corey Haim) não passa no exame teórico para a carteira de habilitação. Graças a um problema no sistema e o fato de ter feito a prova junto com sua irmã gêmea, que se sai muito bem, ele chega a fazer a prova prática.

Mas na hora H de por as mãos na carteira, é descoberta a “quase fraude”. Envergonhado, ele deixa para contar aos pais após o fim de semana. Em meio a essa confusão, Mercedes (Heather Graham), a garota dos seus sonhos, aceita sair com ele.

Antes mesmo disso acontecer, seus pais encontram o resultado da prova no bolso de sua calça e o repreendem por ter mentido. Ao mesmo tempo, Mercedes liga perguntando se o convite para sairem juntos ainda está de pé.

Les resolve pegar o carro do seu avô - que viajou e o deixou aos cuidados do filho - na garagem, sem que seus pais percebam. A noite, e a confusão, estava apenas começando.

Vale a epena conferir: Se você ainda não viu este filme, o que acho pouco provável, não sabe o que está perdendo. Além de ser um dos novos clássicos, componente da leve de filmes teen anos 80, é muito divertido. Atuações, trilha sonora e a história em si. Afinal, quem nunca planejou o encontro dos sonhos e quebrou a cara?

Melhor cena: Primeiro, destaco a sequência do encontro entre Les e Mercedes. Adoro quando eles param em um lugar, sobem em cima do capô e começam a dançar ao som de Frank Sinatra. Frank é Frank. Além disso, toda a confusão que vem a seguir. Segundo, destaco a sequência final. Quando Les precisa levar a mãe, em trabalho de parto, ao hospital. E quando seu avô retorna de viagem.

Curiosidade: Não destaco uma curiosidade específica do filme, mas o fato de ter sido mais um trabalho da dupla Corey Haim e Corey Feldman. Galãs nos anos 80, na década seguinte caíram no esquecimento e mesmo com pequenos trabalhos, jamais voltaram ao topo. Corey Haim faleceu em março deste ano.

Eu & a Obra: Vi muito este filme durante minhas férias escolares e com certeza foi um dos que marcou minha adolescência. Adoro a história, a forma como é contada, as músicas, a dupla de jovens atores... Indico sem medo. Por se tratar de um novo clássico, ter a cara de férias e não fazer feio em relação a ideia que todo filme sessão da tarde se não tem, deveria ter: pura diversão.

domingo, 4 de julho de 2010

Eu & "Nascido em 4 de Julho"

Não há data mais propícia para falar desse filme que hoje, dia em que se comemora a independência dos Estados Unidos. É com muita alegria que relembro dele aqui e aponto como um novo clássico, pois acredito que entrou para a história do cinema.

Nascido em 4 de Julho (Born on the Fourth of July) foi lançado no finalzinho dos anos 80, tendo o galã Tom Cruise no papel principal e direção de Oliver Stone, que para mim sabe como ninguém produzir um filme sobre guerra.

A história conta à ida de um jovem rapaz para o Vietnã. Ron Kovic (Tom Cruise) é um idealista que acredita demais em sua pátria. Um dia, contrariando a vontade de sua família e namorada, se alista num grupo de soldados para servir na guerra.

Chegando lá, não demora muito para ser pego em um combate. Os ferimentos provocam a paraplegia em Ron e ele retorna para seu país completamente revoltado. De volta para casa, recebe uma condecoração, seguida de uma medalha, pelos serviços prestados à pátria.

O tempo passa e Ron começa a sentir suas limitações, limitações estas que de início lhe fazem desistir de seus sonhos. O rapaz fica revoltado e sem vontade de fazer nada para mudar aquela situação.

Até o dia em que resolve cobrar do Estado mais respeito e melhores condições de vida aos veteranos de guerra. É aí que o jovem começa uma nova batalha, só que desta vez em prol de uma vida melhor.

Vale a pena conferir: Porque Oliver Stone mostrou-se mais uma vez um gênio, ao tratar de um assunto tão delicado que foi a Guerra do Vietnã. Além disso, dá uma visão bem crítica de como funciona o “sistema”, em tempos de guerra, numa grande potência e levanta a questão do patriotismo, tão presente na sociedade norte-americana. O que de certa forma é muito bonito.

Melhor Cena: O filme é pesado, triste. Não é nada fácil ver um jovem ter seus sonhos, sua vida, destruída. As melhores cenas estão relacionadas à paraplegia de Ron. Desde sua reação até a aceitação de suas limitações. Mas se é para derramar lágrimas, destaco quando ele passa a noite com uma mulher. O rapaz chora porque não consegue senti-la e precisa ser guiado por ela. É P#*a...

Curiosidades: As presenças do diretor Oliver Stone, no papel de um repórter. Além de Stephen Baldwin e Willian Baldwin (irmãos do Alec Baldwin – da série 30 Rock). Super desconhecidos, em início de carreira. Isso é muito legal!

Mas algo que eu destacaria aqui é a coragem de Tom Cruise em fazer esse filme, numa época em que estava no auge. Apontado como mais uma “carinha bonita” de Hollywood, o ator topou ficar feio – ele envelhece no decorrer da história, chegando a ficar calvo - e arrasou em sua atuação. Tanto que foi indicado ao Oscar de melhor ator. Vale lembrar que além dessa indicação, o filme recebeu mais oito. Porém, faturou apenas às estatuetas de direção e montagem.

Eu & a Obra: Esse foi mais um dos poucos filmes de guerra que vi. Adorei! Boa história, roteiro bacana, com ótimas críticas. Adoro as produções de Oliver Stone. Gostei muito da atuação de Tom Cruise, me fez chorar. E ainda tem Willian Dafoe, que repete a dobradinha com Stone iniciada em Platoon. Esse ator dispensa comentários.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Eu & “Os Caça – Fantasmas”

Ontem eu tive uma deliciosa surpresa, rever um filme que marcou minha adolescência. E provavelmente a de muita gente por aí. É por isso que hoje ele está aqui, na seção “Novos Clássicos”.

Os Caça-Fantasmas (Ghost Busters) é uma produção de 1984. O filme conta a história de três amigos que, ao perderem seus empregos, decidem abir o próprio negócio.

Cientistas, Dr. Peter Venkman (Bill Murray), Dr. Raymond Stantz (Dan Aykroyd) e Dr. Egon Spengler (Harold Ramis) seguem o ramo da psicologia. E para dar continuidade aos seus trabalhos, inauguram uma firma de caça-fantasmas.

O que parecia uma loucura aos olhos de pessoas comuns, começa a dar certo. Já que uma onda de casos paranormais atormentam a cidade de Nova York. A equipe até aumenta, com a entrada de Winston Zeddmore (Ernie hudson).

A situação piora quando Dana Barrett (Sigourney Weaver) procura os serviços da empresa dizendo ter presenciado fatos estranhos em seu apartamento. Peter logo se interessa por ela e promete ajudá-la.

Mas o que ele não poderia imaginar, é que no prédio em que a moça mora há um portal com passagem para uma outra dimensão. E mais, ela e Louis Tully (Rick Mornis) – um outro morador – são a chave para esses dois mundos.

Vale a pena conferir: Sucesso de público e crítica, o filme Os Caça-Fantasmas é considerado uma das grandes revoluçoes do cinema nos anos 80. Numa época em que recursos gráficos estavam engatinhando, não fez feio ao colocar na telona “criatura sobrenaturais”. A história divertida caiu na graça de crianças e adolescentes.

Melhor Cena: Destaco três passagens. Primeiro quando Raymond é atacado sutilmente por um fantasma assanhado. Segundo, quando Dana – já possuída – se insinua a Peter. E por fim, a antológica cena do Homem Marshmellow.

Curiosidades: O filme alcançou um sucesso tão estrondoso que lhe rendeu uma continuação, Os Caça-Fantasmas 2 - lançado em 1989. A sequência foi a maior arrecadação de bilheterias no cinema, nos três primeiros dias de exibição ($ 29.472.894,00); A musica tema "Ghostbusters" animou muitas festinhas e é lembrada até hoje; O ator Dan Aykroyd é um dos roteiristas; O filme rendeu um desenho aimado, transmitido durante um tempo pela TV Globo; Alguns produtos que levavam o nome da marca e acredito ser pioneiro na expressão ectoplasma. Rsrs

Eu & a Obra: Via muito Os Caça-Fantasmas na seção da tarde e lembro que sempre curti, tanto o primeiro quanto o segundo. Gostava do desenho e adorava o Geleia, fantasminha verde que acaba ficando amigo deles. Fazia tempo que não o revia e adorei passar novamente por essa experiência.

domingo, 6 de junho de 2010

Eu & “O Pai da Noiva”

Fechando o especial “Noivas”, o filme que escolhi como bônus é um clássico, quando o assunto é casamento. O Pai da Noiva (Father of the Bride). A produção é de 1991 e tem como estrela principal o comediante Steve Martin.

Tudo começa quando Annie Banks (Kimberly Williams), filha de George (Steve Martin) e Nina (Diane Keaton), está voltando para casa após estudar fora por um tempo. O problema é que ela não aparece sozinha. Mas acompanhada de um rapaz que conhecera na viagem. E o pior, ele acaba de pedi-la em casamento.

Nina fica logo emocionada com a revelação, mas a reação de George não é nada boa. Para ele, Annie ainda é aquela meninha que usava aparelho nos dentes. E aceitar que sua filha se tornou uma mulher, não vai ser nada fácil.

Para complicar ainda mais a história, o noivo de Annie vêm de uma família rica. E como George é apenas fabricante de tênis, e não vai querer ficar atrás na hora de fazer o casamento dos sonhos para a filha, até a hora do sim muita coisa vai rolar.


Vale a pena conferir: Porque é um filme gostoso, daqueles que você não se cansa de rever. Steve Martin dá um show no papel de Geroge Banks, um pai conservador e estressado. Além disso é muito bacana a forma com que tratam as relações familiares.


Melhor Cena: Todas protagonizadas por Steve Martin. Com destaque para as confusões que arma na casa dos pais do noivo e no supermercado. Essa última por causa de alguns pães, o que acaba levando-o para a cadeia.


Curiosidade: O filme fez tanto sucesso que teve uma continuação em 1995. Em O Pai da Noiva 2, Annie e Nina – sua mãe – estão grávidas. Desta vez o estresse de George será porque ele se tornará pai e avô ao mesmo tempo.


Eu & a Obra: Amo esse filme! Além de engraçado, o acho emocionante, com uma história bacana e ótimos personagens. O filme é muito família e por isso não tem como não se envolver. Para mim é um dos “novos clássicos”. Também me amarro em ver Annie casando de tênis. O modelo foi criado por seu pai e ficou lindo. Acho que se um dia me casar, farei o mesmo.

sábado, 15 de maio de 2010

Eu & “Os Goonies”

Hoje eu tive uma grande surpresa ao rever um dos meus filmes prediletos, que marcou minha infância e a de muita gente. Estou falando de Os Goonies (The Goonies), de Steven Spielberg.

Numa pequena cidade dos EUA vive um grupo de amigos que se denominam “Os Goonies”, Mikey (Sean Astin), Brand (Josh Brolin), Chunk - Gordo - (Jeff Cohen), Bocão (Corey Feldman), Andy (Kerri Green), Stef (Martha Plimpton) e Data (Jonthan Ke Quan).

A moradia deles está ameçada graças à uma hipoteca que não têm como ser paga. Por conta disso, suas casas serão derrubadas para dar lugar a um campo de golfe. O que deixa todos tristes e revoltados com a situação.

Líder dos Goonies, o pequeno Mikey acredita na existência de um tesouro perdido por um pirata chamado Willy Caolho. Após achar um mapa, que supostamente leva ao navio pirata, o jovem convence os outros integrantes a irem em busca desse tesouro. Afinal, essa é a única chance de salvar suas casas.

Dá-se início a uma grande aventura, que conta com muitas armadilhas espalhadas pelo caminho. E o grupo ainda precisa fugir dos Fratelli (Francis, Jake e Mama), família de bandidos que também está em busca do tesouro.

Em compensação Gordo faz amizade com o quarto Fratelli, o Sloth. Maltratado pela família por ter nascido “diferente” dos demais, fica contra eles. Mas a favor de seu novo amigo e o resto do grupo.

Com roteiro e produção de Steven Spielberg, Os Goonies foi lançado em 1985. Sua história atingiu público de todas as idades, principalmente crianças e jovens. E por isso se tornou um clássico da época.


Vale a pena conferir: Porque é um ótimo filme. Leve, engraçado, gostoso de se ver. Além disso resgata o que toda criança, se não teve, deveria ter: inocência, perseverança e espírito de aventura.

Melhor Cena: São muitas, se tem algo que Spielberg sabe fazer é filmes de aventuras. Além das “roubadas” pelas quais eles passam e da amizade entre Gordo e Sloth, destaco duas sequências. A primeira quando Boca traduz errado o que a mãe de Mikey está falando para a empregada, que é latina. Brincalhão, ele só fala besteira. A segunda, acho bacana quando eles descobrem que foram parar dentro de uma fonte. Os garotos querem pegar as moedas encontradas, mas Stef os impede dizendo que não era certo. Ali está os desejos de muitas pessoas.

Curiosidades 1: No filme dá para reconhecer duas outras produções de sucesso, lançadas por Spielberg. Primeiro a cena em que Brand vai atrás do irmão Mikey. Ele pega uma bicicleta infantil e como está vestido de moleton com capuz, lembra muito a sequência do menininho de ET fugindo, de bicicleta, com o extra-terrestre. Depois , quando Gordo liga para a polícia querendo denunciar os Tradelli. Conhecido por fantasiar demais, o policial não acredita no menino e cita a vez em que ligou falando de bichinhos, soltos pela cidade, que se reproduziam ao serem molhados. Isso te lembra alguma coisa?

Curiosidade 2: Cindy Lauper é a intérprete de “The Goonies 'R' Good Enough”, música tema do filme. A canção é uma delícia, assim como o clipe. Confira em: http://www.youtube.com/watch?v=17zOzTHVdvQ&a=fNBtcM58f3g&playnext_from=ML

Curiosidade 3: Em 2007 Os estúdios Warner lançaram uma linha de bonecos baseados no filme, réplicas de Mikey Walsh (Sean Astin), Data (Jonathan Ke Quan), Chunk (Jeff Cohen), Mouth (Corey Feldman) e o horripilante Sloth Fratelli (John Matuszak).

Eu & a Obra: Amo Os Goonies porque desperta em mim muita coisa boa. Amizade, respeito, amor, companheirismo. Me faz lembrar de quando era criança, dessa ideia de criar um clubinho, viver aventuras, brincar na rua, curtir a natureza. Momentos que infelizmente as crianças de hoje em dia não curtem, seja por conta da violência ou tecnologia.

Olha que legal: Goonies - 20 anos depois - Em 2005 um evento promovido pela revista Empire reuniu os intérpretes dos Goonies. http://www.sedentario.org/cinema-series-tv/os-goonies-20-anos-depois-15507

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Eu & “A Hora do Pesadelo”

Hoje chega às telas de cinema o remake de A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street), filme que lançou Freddy Krueger ao clã dos vilões do gênero terror. Ainda não vi essa nova versão, mas conheço bem os da década de 80.

Confesso, Freddy Krueger (Robert Englund) é um dos meus vilões prediletos. E por isso acompanhei todos os seus filmes, a começar pelo primeiro A Hora do Pesadelo. Lançado em 1984, teve direção de Wes Craven – responsável por outros do gênero, como por exemplo A Maldição dos Mortos Vivos e Pânico.

A história começa quando um grupo de jovens moradores da rua Elm começam a ser aterrorizados por pesadelos com Freddy Krueger, antigo morador que fora acusado de abusar crianças no passado. Como forma de justiça, ele teria sido mutilado e queimado vivo pelos pais dessas crianças.

Sua fisionomia não é das mais agradáveis. Roupa velha e chamuscada – calça preta, chapéu preto e uma blusa de mangas longas, listradas em preto e vermelho -, seu rosto é queimado e no lugar de uma das mãos há garras metálicas.

Freddy surge quando sua vítma está em sono profundo e costuma atingi-la em seu ponto mais fraco. Apesar do diretor deixar no espectador a dúvida se eles estão mesmo dormindo, ou acordados, em momentos de tensão.

A jogada para sobreviver às investidas de Freddy é perceber que se trata de um sonho. Ou seja, que a vítima se encontra em um mundo imaginário. Onde ele até pode ser mais forte, porém nada impede que seja dominado.

O ponto fraco de Freddy Krueger é sua mãe. Apesar de não aparecer no filme, a história leva a crer que o vilão era maltratado por ela. Devido a isso, cresceu com raiva de todas as crianças que eram amadas pelos seus pais.

Quem mais sofre com as maldades do vilão é a jovem Nancy Thompson (Heather Langenkamp), que ele não consegue matar. A personagem acaba voltando em outras continuações da série, sendo inclusive citada como uma sobrevivente das garras de Freddy.

Eu & a Obra: A Hora do Pesadelo é um dos filmes mais legais do gênero terror, lançado na década de 80. Apesar de fazer um pouco o gênero trash, acho bacana o roteiro e até os meios com que as vítimas são mortas. Freddy Krueger virou um ícone dos vilões. Adoro a formas como ele se porta – é um vilão engraçado e debochado –. O melhor, na minha opinião. Atributo que se deve também ao ator que o interpreta, Robert Englund.

Curiosidade 1: Meu ídolo Johnny Depp começou sua carreira nesse filme, interpretando o namorado de Nancy. Ele morre sugado pela cama em que dormia. O ator ainda faz uma aparição no sexto filme da série.

Curiosidade 2: O filme mostra uma musiquinha cantada por crianças, enquanto pulam corda, que seria uma espécie de chamativo para Freddy. Sabe que eu nunca mais a esqueci. Diz mais ou menos assim: “Um, dois, ele vai te pegar. Três, quatro, tranque a porta do quarto. Cinco, seis, pegue seu crucifixo. Sete, oito, comece a rezar. Nove dez, volte a dormir”.

Continuações: Vale lembrar que a saga A Hora do Pesadelo teve sete filmes. Além do “duelo infeliz”, Freddy VS. Jason.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Eu & “Uma Linda Mulher”

Especial em homenagem às mulheres que se preze, tem que ter Uma Linda Mulher (Pretty Woman). Lançado em 1990, virou um marco do cinema, faturando um total de US$ 463, 406,268. Além de fãs pelo mundo todo.
Dirigido por Garry Marshal, o filme conta o envolvimento entre um magnata e uma garota de programa. A história começa quando Edward Lewis (Richard Gere) vem passar uns dias em Los Angeles, a negócios. Numa noite, o empresário resolve dar um passeio de carro e acaba indo parar acidentalmente no Hollywood Boulevard, reduto de prostitutas.

É aí que entra Vivian Ward (Julia Roberts). Pensando se tratar de um cliente, ela se aproxima do carro de Edward. Ao vê-lo com problemas de direção, se oferece a ajudá-lo. Em troca de dinheiro, claro, a jovem acaba levando-o de volta ao seu hotel. Quando esta preste a ir embora, ele a convida para ficar. De umas horas, o programa se estende até de manhã.

No dia seguinte, Edward lhe faz uma proposta. Pagaria para tê-la durante a semana toda em que estivesse na cidade. Além do dinheiro, lhe daria roupas descentes para que ela pudesse acompanhá-lo em seus compromissos profissionais. Assim, ninguém saberia que ela era uma garota de programas. É claro que Vivian se encantou, afinal acabara de tirar a sorte grande.

A convivência entre os dois foi se tornando cada vez mais forte, assim como a atração de um pelo outro. E nessa relação, ambos saíram ganhando. De um lado, Vivian teve a oportunidade de ser tratada com dignidade. Do outro, Edward deixa de lado a solidão e passa a desfrutar da vida.

Vale a pena conferir: Uma Linda Mulher é um dos romances mais gostosos de se ver, uma espécie de conto de fadas quase às avessas. A química entre Julia Roberts e Richard Gere é maravilhosa, assim como a trilha sonora. Com destaque para “Oh, Pretty Woman” (Roy Orbison), “It Must Have Been Love” (Roxette) e “Songbird” (Kenny G).

Melhor Cena: Acho linda a do piano.

Curiosidade 1: Julia Roberts entrou para o rol das estrela de Hollywood graças a esse papel.

Curiosidade 2: Anos mais tarde o diretor Garry Marshal retomou a parceria com Julia Roberts e Ricahrd Gere no filme Noiva em Fuga. Muitos acreditavam se tratar de uma continuação, mas apesar de fazerem uma dupla romântica, a produção não foi bem sucedida.

Curiosidade 3: Não sei onde Manoel Carlos se inspirou, mas a atual relação entre Jorge e Myrna, em Viver a Vida, não lembra um pouco a história de Uma Linda Mulher?

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Eu & “Um Lobisomem Americano em Londres”

Para falar dessa minha escolha fui um pouco mais longe. O ano era 1981, quando o diretor John Landis trouxe para o cinema o filme que se tornaria um dos novos clássico do gênero terror. Um Lobisomem Americano em Londres (An American Werewolf On London) começa quando os estudantes David Kessler (David Naughton) e Jack (Griffin Dunne) iniciam uma viagem de três meses pela Europa.
Chegando em Londres, os jovens param em um bar para buscar informações sobre a redondeza. A primeira impressão não é muito boa, pois os habitantes são rudes e nem um pouco hospitaleiros. Sentindo-se desprezados, decidem seguir seu caminho. Mas, recebem um aviso: manter-se na estrada, longe da floresta, e tomar cuidado com a lua cheia.

David e Jack saíram de lá achando a população estranha, por isso não levaram muito a sério o que disseram. No caminho eles se distraem e quando percebem, estão no meio do mato. E ao lembrarem dos conselhos dados no bar, já é tarde. Um uivo é ouvido e logo em seguida, os jovens dão de cara com uma criatura os perseguindo.

Jack é morto. David acorda dias depois num hospital, sem se lembrar direito do que houve. Até que o amigo aparece para ele, em forma de morto-vivo, avisando que logo o rapaz se transformará na criatura abominável que os atacou e fará novas vitimas. A menos que acabe com a própria vida.

Paralelo a isso, David se apaixona pela enfermeira que cuidou dele no hospital. O jovem vai para a casa dela e pretende esquecer de tudo, inclusive das supostas alucinações com o amigo. Mas Jack está disposto a não permitir que o amigo se torne uma ameaça.

Melhores Momentos: O filme é muito bom. Apesar de ter sido lançado numa época em que os efeitos especiais ainda eram primários, surpreendeu no quesito maquiagem. Excelente! A transformação do jovem em lobisomem é uma das cenas mais dolorosas e bacanas que já vi. Outro destaque são os trechos em que David conversa com seu amigo Jack e também, passa a ser perseguido por suas vitimas. Afinal, eles só terão paz quando David partir.

Curiosidade 1: Apesar de ter sido exibido na TV algumas vezes à tarde, o filme é um pouco assustador. Uma mistura de terror e comédia, mas com cenas que podem lhe pregar alguns sustos.

Curiosidade 2: Na trilha sonora há a música “Blue Moon”.

Curiosidade 3: Anos mais tarde uma continuação foi lançada com o título Um Lobisomem Americano em Paris (1997). Um fiasco perto da produção original.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Eu & "Admiradora Secreta"


Quando tive a ideia de criar este blog, queria com ele poder dividir com você todos os filmes que já vi na vida, independente de serem bons ou ruins. Mas, confesso: já vi tantos, que às vezes acabo não lembrando de todos. Ou então lembro do filme, mas me esqueço de seu nome.

Ontem aconteceu algo engraçado. Revi um que havia caído em meu esquecimento. Mas como, se sempre o via na TV? Rsrs. Vai entender!

Considerado um dos novos clássicos (títulos que marcaram a geração anos 80), Admiradora Secreta (Secret Admirer) é um desses filmes que após assistir a primeira vez, sempre vai querer repetir a dose. Lançada em 1985, a produção trazia como protagonistas o trio de novatos atores C. Thomas Howell, Lori Loughlin (que faria sucesso mais tarde na série de TV Três é Demais, com as gêmeas Olsen) e Kelly Preston (mulher de John Travolta).

A história é simples e muito comum entre os jovens. Toni (Lori Loughlin) nutre uma paixão secreta por seu melhor amigo, Michael (C. Thomas Howell). Ele, por sua vez, gosta de Deb (Kelly Preston), “patricinha” cujas maiores qualidades se restringem ao seu físico.

No último dia de aula, Michael recebe uma carta de amor anônima. Acreditando que Deb seja sua admiradora secreta, decide retribuir o presente, confessando seu amor platônico pela jovem, também através de uma carta. Para que a mesma chegue às mãos de sua amada, o rapaz conta com a ajuda de quem? Sua melhor amiga, claro.

Mas, a curiosidade fala mais alto e Toni decide ler a carta antes de entregá-la. Como o texto estava uma porcaria, ela acaba reescrevendo-a usando como inspiração os sentimentos que nutre pelo amigo. Na verdade, o que gostaria de ouvi-lo falar para ela. 

Por um lado a tentativa dá certo, já que Deb passa a se interessar por Michael. Em compensação por outro, as cartas são extraviadas e causam muitos mal-entendidos. É aí que a confusão está armada.

Com direção de David Greenwalt, Admiradora Secreta é composto de dois ingredientes que sempre deram certo nos cinemas. Principalmente os “teens anos 80”: comédia e romance. Aliás, a década esta muito presente com figurino bem colorido, jeans rasgado, penteados exagerados e muitos acessórios. Atributos que, apesar de serem considerados cafonas hoje em dia, representam bem o retrato de uma geração que tinha atitude.

Ponto alto do filme: Com certeza a questão da comunicação. O episódio do extravio das cartas prova como as palavras usadas em situações erradas, podem gerar conflitos. E o problema maior é quando estes se tornam irreversíveis.

Curiosidades: O ator Corey Haim aparece bem novinho, interpretando o irmão caçula de Michael (C. Thomas Howell). E mais, quem também faz uma participação, na pele de um jovem estudante, é Dave Williams (o Tom Scavo, da série Desperate Housewives).

sábado, 2 de janeiro de 2010

Eu & “Quero Ser Grande”



Não precisei de muito esforço para escolher qual título iria inaugurar 2010. Primeiro porque acredito ser um daqueles filmes que todos deveriam assistir, independente da idade. É como O Pequeno Príncipe. Quem já foi criança um dia, leu. E às que ainda estão por vir, lerão também. Segundo porque revi ontem e como acredito em sinais...

Quero Ser Grande (Big) é uma produção de 1988. Com direção de Penny Marshall, essa fábula trazia Tom Hanks no papel principal. A história começa quando um garoto de 12 anos vai passear no parque com a família.

Tímido, o pequeno Josh Baskin (David Moscow / Tom Hanks) tenta entrar num daqueles brinquedos radicais só para impressionar a menina que gosta. Mas é impedido devido ao seu tamanho. Irritado e se sentindo humilhado, ao encontrar uma máquina com um mago dos desejos ele não pensa duas vezes. Pede para ser grande. Mas, apesar de receber uma ficha com a resposta “seu desejo foi realizado”, nota que a mesma estava desligada.

No dia seguinte, ao se levantar o menino descobre que cresceu. Apavorado, não consegue provar para a mãe quem é e muito menos explicar o que aconteceu. O jeito é reencontrar a máquina e desfazer o feitiço. O que não vai ser nada fácil, já que o parque não está mais na cidade.

Quero Ser Grande é considerado um dos chamados novos clássicos, filmes surgidos entre as décadas de 80 e 90 que caíram na graça do público. Apesar de se tratar de uma comédia, discute temas fortes como amizade, amor, sinceridade e a ingenuidade de uma criança.

O ainda desconhecido Tom Hanks dá um show de interpretação na pele de um menino com 30 anos. Além disso, dava início a uma carreira que daria muito que falar. Não foi a toa que faturou o Globo de Ouro pelo papel de Josh e ainda recebeu indicação ao Oscar de melhor ator, pelo mesmo trabalho. O filme concorreu também à estatueta de melhor roteiro original.

Melhor Cena: Se estivesse hoje nas salas de cinema eu diria que ver Tom Hanks interpretando uma criança de 12 anos, num corpo de 30, já vale o ingresso. Agora a cena memorável com certeza é quando Josh e seu patrão tocam um piano enorme, utilizando os pés. A música? Lembra da propagando do Danoninho? “Me dá danoninho, danoninho dá...”

Curiosidade 1: Quando cito Tom Hanks como “um então desconhecido ator” é porque Quero Ser Grande foi o filme que o colocou em evidência. Até o lançamento, seus trabalhos mais populares foram Splash – Uma Sereia em Minha Vida (1984), A Última Festa de Solteiro (1984) e Um Dia a Casa Cai (1986). Mesmo assim, só passaram a ser conhecido quando invadiram a Sessão da Tarde (TV Globo) e/ou Cinema em Casa (SBT).

Curiosidade 2: O ator já fez mais de 30 filmes e apesar de ter veia cômica, a consagração de sua carreira surgiu com as produções dramáticas. O primeiro Oscar veio com Filadélfia (1993). Gostou tanto da experiência que repetiu a dose no ano seguinte, com o fabuloso Forrest Gump (1994). Fato histórico, pois é muito difícil um mesmo ator ser premiado com a estatueta dois anos seguidos. Mas, ele é Tom Hanks!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Eu & "Gremlins"

Pensando em qual seria o primeiro filme a estampar a categoria "Novos Clássicos", decidi escolher um dos grandes sucessos de Steven Spielberg que fez parte da minha infância. Coincidentemente eu o revi ontem (08/10), no canal a cabo TCM.
O ano era 1984 e Spielberg já havia feito muito sucesso com ET - 82 (título que você ainda verá aqui). Foi quando decidiu levar às telas de cinema criaturinhas bem estranhas.

Gremlins começa quando o pai de um rapaz chamado Billy (Zach Galligan) encontra um mogwai, bichinho de estimação, numa loja localizada num bairro chinês. Ele consegue levar o Gizmo (como era chamado) para casa, com a promessa de tomar 3 cuidados.

Evitar:

• Expor o animal à luz forte;

• Deixar que se molhasse;

• Alimentá-lo após a meia noite.

Chegando em casa, Billy logo se encanta pelo animal dócil e sensível. Até que o pior acontece. Quando molhado, ele gera novas criaturas da sua espécie. E mais, ao deixar que se alimentem após a meia noite, essas mesmas criaturas sofrem metamorfose, dando origem a espécies mais agressivas. O resto você já pode imaginar.

O filme está intitulado na categoria terror, mas acaba sendo bem engraçado. Isso porque as maldades cometidas pelos Gremlins, apesar de provocar incidentes, não passam de peraltices. O sarcasmo é o ponto forte de sua personalidade, provocando boas gargalhadas.

Anos depois o filme gerou uma continuação. Em Gremlins 2 (1990), eles invadem a cidade de Nova York e aprontam a maior confusão por lá. Claro!

Melhor cena: Quando o grupo de Gremlins invade um cinema. O filme exibido é A Branca de Neve. Eles ficam doidos com a musiquinha cantada pelos 7 anões e começam a gritar “eu vou, eu vou”.

Curiosidade: O elenco conta com a participação de Corey Feldman quando ainda era um garotinho. Mais tarde ele faria parceria com Corey Haim em diversos trabalhos e os dois se tornariam os queridinhos da meninada, nos anos 80.