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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Eu & "Johnny Depp"

Já estava mais do que na hora de fazer um texto sobre ele, o grande amor da minha vida. Mas antes quero deixar claro que a demora não foi sem motivo. Afinal, nada mais justo que deixar para fazer a homenagem no dia do seu aniversário.

John Christopher Depp II nasceu em 09/06/63, no Estado de Kentucky - EUA. Foi parar em Los Angeles no ano de 1983, quando casou-se com a maquiadora Lori Anne Alisson. Mas o casamento durou somente dois anos. Após isso, teve apenas breves romances com as atrizes Sherilyn Fenn e Jennifer Grey. \0/

Conseguiu seu primeiro teste para o cinema graças ao amigo, e ator, Nicholas Cage. O filme era A Hora do Pesadelo (1984), que marcou sua estreia nas telonas. No ano seguinte participou da comédia juvenil Férias Frustradas e em 1986, de Platoon.

Começou a ser reconhecido do grande públicou ao protagonizar na TV o papel de um policial na série Anjos da Lei, exibida entre 1987 e 1990. O papel lhe rendeu não apenas fama, como também o título de ídolo jovem e simbolo sexual.

Mas o sucesso na carreira surgiu a partir de Edward – Mãos de Tesoura (1990), filme que marcou o início de uma longa parceria com o diretor Tim Burton. Depois vieram Ed Wood (94), A Lenda do Cavalheiro sem Cabeça (99), a refilmagem de A Fantástica Fábrica de Chocolates (2050, a animação Noiva Cadáver (2005), o musical Swenney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007) e o recente Alice no Paíss das Maravilhas (2010).

Foi através de Edward que o ator conheceu Winona Rider, com quem teve um romance que lhe rendeu a tatuagem “Winona Forever”. Com o término desta história de amor (\0/), a tatuagem virou a expressão “Wino Forever” – algo do tipo “Bêbado para Sempre”. : D

O ator ainda protagonizou um romance, de idas e vindas, com a modelo “anoréxica” Kate Moss. Até conhecer Vanessa Paradis, com quem está até hoje. Apesar de não terem oficializado a relação, o casal vive juntos - em Paris – e tiveram dois filhos. Lily-Rose Melody (1999) e Jack (2002).

Em 1995 seu carisma e magnetismo conquistou o público feminino no filme Don Juan DeMarco, no qual Depp intrepreta o grande amante latino. Nessa produção o ator dividiu pela primeira vez o set com Marlon Brando, que virou um grande amigo.

A amizade se estendeu a um novo encontro, dois anos depois. Em 97, Johnny Depp teve sua primeira experiência como diretor ao lançar O Bravo. No filme, que escreveu em parceria com seu irmão, o ator interpreta um índio Cherokee – referência a sua descendência – e atua ao lado de Brando. O filme recebeu uma indicação no Festival de Cannes.

A carreira de Depp se consolidou em 2003 graças ao Capitão Jack Sparrow, do filme Piratas do Caribe. Excêntrico e divertido, a persongem caiu nas graças de Hollywood e lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar de melhor ator, em 2004.

Na sua opinião e de seus filhos, esse é mesmo seu melhor papel. E mais, para quem não sabe, se inspirou em Keith Richards – guitarrista dos Stones – para compor a personagem. Não foi a toa que o próprio fez uma participação no terceiro filme da série, no papel do pai de Jack. O quarto filme tem previsão de estreia em 2011.

Johnny Depp é um ator conhecido por interpretar com facilidade qualquer tipo de personagem. E sua presença em cena, cria um vínculo entre as personagens e o espectador. Por isso é apontado como o camaleão de Hollywood.

Apesar disso, o ator sempre buscou não parecer “mais uma estrela hollywoodiana”. Tanto que chegou a recusar os papeis que ficaram com Keanu Reeves em Velocidade Máxima, Tom Cruise em Entrevista com o Vampiro, Brad Pitt em Lendas da Paixão e Leonardo de Caprio em Titanic.

Seu talento tem sido reconhecido ao longo da carreira e o cachê, cresce a cada trabalho. Por Piratas do Caribe recebeu dez milhões de dólares. Já no remake de A Fantástica Fábrica de Chocolate, o cachê chegou a 18 milhões de dólares. E recentemente acertou sua volta a saga de Piratas do Caribe por 21 milhões de libras. O valor lhe rendeu o título de ator mais bem pago.

Entrou para a calçada da fama em 2005 e em 2009 foi eleito o homem mais sexy, pela revista People. Ao longo da carreira recebeu 3 indicações ao Oscar de melhor ator, ganhou 7 Globos de Ouro, 1 Screen Actors Guild Awards, 3 Critic’s Choice Awards, 5 MTV Movie Awards, 1 Prêmio César (França), 2 Scream Awards e 2 People’s Chice Award. Este útimo sendo considerado o ator de melhor carreira.

Filmografia: http://cineminha.uol.com.br/celebridade.cfm?id=430

Curiosidade 1: Johnny Depp já trabalhou com Vincent Price, Jerry Lewis, Marlon Brando, Martin Laudau e Al Pacino, ícones na história do cinema. Precisa dizer algo mais?

Curiosidade 2: No musical Swenney Todd o ator cantou de verdade, e não se saiu mal.   
Curiosidade 3: Ele toca guitarra desde os 15 anos e tem uma banda - The Kids - com quem se apresenta de vez em quando.

Eu & o ator: Conheci Johnny Depp em Anjos da Lei e me apaixonei. Já vi quase todos os seus filmes, de preferência no cinema. E alguns tenho em minha videoteca. Não o acho apenas um excelente ator, mas um homem lindo. Quando consegui sua primeira foto, dormi com ela embaixo do travesseiro por uma semana. Queria ver se sonhava com ele. Hoje tenho um quadro em meu quarto, no qual substituo o pôster sempre que posso. Atualmente estou com O Bravo, mas já tive Gilbert Grape e Piratas do Caribe 2.

Cabelo desgrenhado, cavanhaque, brincos e o excesso de tatuagem, tudo lhe cai bem. Para mim é a figura do homem perfeito, no qual atributos como beleza e simpatia se equilibram à inteligência e bom humor. Dizem que todo mundo tem um sósia. Eu ainda tenho esperanças de encontrar o dele vagando por aí. Rsrs.

sábado, 14 de novembro de 2009

Eu & “Jerry Lewis”


Minha relação com Jerry Lewis surgiu da mesma forma que com a maioria das crianças, através dos filmes que passavam na Sessão da Tarde – TV Globo. Ou ainda, mais tarde no Corujão, programa da mesma emissora. Já a escolha de ilustrar minha seção “Calçada da Fama”, graças a mais uma obra que vi recentemente no Telecine Cult. Acho que já estava mais do que na hora!

Joseph Levitch nasceu na cidade de Newark, em Nova Iorque, no dia 16 de março de 1926. Considerado um dos maiores comediantes de todos os tempos, sua carreira teve início através de uma parceria com o também ator Dean Martin (já falecido). Juntos formaram uma dupla cômica, responsável por grandes sucessos no cinema norte-americano, até meados dos anos 50.

Por conta de divergências na concepção dos filmes e ciúme profissional, a dupla se desfez 1956. A partir daí Jerry Lewis tomou controle de sua carreira e, além de ator, trabalhou como diretor, produtor e escritor, alcançando êxitos de bilheteria e se mantendo como um dos principais astros de Hollywood até 1966.

Após essa data, sua carreira cinematográfica sofreu um declínio. Sendo assim, nos anos 70 o ator passou a se dedicar aos programas de televisão, sempre com grande sucesso.

Em 1976 Jerry Lewis e Dean Martin se reencontraram, por iniciativa de Frank Sinatra, em um programa beneficente. Mais tarde, em entrevista a Larry King Jerry contou, orgulhoso, que conseguiu contornar a surpresa perguntando a Dean se ele estava trabalhando.

Nos anos 80 o ator voltou ao cinema em O Rei da Comédia, de Martin Scorsese. Ele também participou da série de televisão Wiseguy (O Homem da Máfia). Já em 1993, fez uma participação no filme Arizona Dream, ao lado de Johnny Depp.

Esse ano Jerry Lewis ganhou o Prêmio Jean Hersholt, Oscar Humanitário, por ter contribuído para a criação da “Associação de Distrofia Muscular”, no início dos anos 50. Até hoje o ator continua envolvido em trabalhos assistenciais, sendo inclusive um dos fundadores do Teleton.

Filme apontado como o mais conhecido: Jerry Lewis é mais lembrado pela comédia O Professor Aloprado, de 1963. Na versão original o personagem desastrado de Jerry se transformava em um conquistador de mulheres, uma paródia de seu antigo/parceiro Dean Martin. O filme teve uma refilmagem em 1996, desta vez com Eddie Murphy no papel principal.

Curiosidade 1: O produção que me fez prestar essa homenagem era O Mensageiro Trapalhão – 1960. Uma das coisas mais bacanas nesse filme é que o ator simplesmente não fala, mas consegue tirar boas gargalhadas do público através de seus gestos e expressões. Prova de que, com certeza, Jerry Lewis é um dos melhores comediantes da história do cinema. Perdendo, talvez, apenas para Charles Chaplin. Mas aí também já é covardia!

Curiosidade 2: Para não dizer que ele não fala, na cena final ele expressa algumas palavras. E quando perguntado porque se fazia de mudo, responde: “Quem disse que eu era mudo? Eu sei falar. Só nunca disse nada porque ninguém me perguntou”. Genial!

Filmes preferidos: Há muitos filmes dele pelos quais sou apaixonada, mas entre meus preferidos destaco: Bancando a Ama-Seca – 1958 e o Terror das Mulheres - 1961.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Eu & "John Hughes"


Quando pensei na categoria “Calçada da Fama”, gostaria de usar esse espaço para homenagear personalidades ligadas à sétima arte que, de alguma forma, tenham marcado minha vida. Para isso, não precisa ser apenas aquele galã que tira meu fôlego, mas também diretores, redatores e /ou produtores que aprendi a admirar, através de seus trabalhos.

Até hoje, um filme para chamar minha atenção costuma ir além de sua história. Geralmente procuro acompanhar a carreira de atores que gosto, e para isso vejo todos os seus trabalhos. Mas muitas foram às vezes em que me guiei por um diretor ou roteirista. E quer saber? Na maioria das vezes, deu certo.
Quanto ao primeiro texto... Cheguei a pensar em falar sobre Johnny Depp, que é meu grande ídolo. Além disso, há a questão das superstições. Ou seja, com certeza ele me daria sorte. Mas já está tão presente em minha vida, que não irá se importar em ceder a vez e me deixar homenagear alguém também muito especial. Para garantir, a estrelinha que usarei será sempre a sua. Rsrs.

O cineasta John Hughes entrou em minha vida da mesma forma que na de muitos adolescentes. Na década de 80, através de seus filmes dedicados ao público teen, que viviam batendo cartão na sessão da tarde – TV Globo.

Sua estreia nas telonas foi com o filme Gatinhas e Gatões (1984). Entre seus sucessos, como diretor, contabilizam ainda Clube dos Cinco (1985), Mulher Nota 1000 (1985), A Garota de Rosa Shoking (1986) e o mega sucesso Curtindo a Vida Adoidado (1986), que acabou entrando para a lista dos novos clássicos.

Com seus trabalhos, além de descobrir novos talentos, soube traçar o perfil dos jovens e falar diretamente a sua língua. Quem mais colocaria na telona um cérebro, um atleta, uma pirada, uma princesa e um criminoso juntos, na mesma sala? Ou ainda, a criação da mulher ideal, por dois nerds, através do computador?

Por fim John Hughes conquistou todo um legado quando mostrou as aventuras de Ferris Buller, no dia em que “cabulou” a aula, para curtir a vida na companhia dos amigos. Até hoje a personagem vivida por Matthew Broderick passa, de geração para geração, a mensagem de que a vida é curta e por isso deve ser aproveitada.

O segredo do seu sucesso estava justamente nas mensagens que transmitia em seus filmes. “Rebeldia, medo, ansiedade... NÃO ao preconceito e SIM às diferenças”.

John Hughes faleceu de ataque cardíaco, durante uma caminhada, em agosto desse ano. Ele tinha 59 anos e deixou não apenas Ferris Buller, mas toda uma geração órfã. Inclusive eu!