domingo, 22 de maio de 2011

Eu & "O Diabo Veste Prada"

Desde que criei o Eu, eu mesma & meus filmes, minha ideia sempre foi relembrar produções que assisti ou falar das novas, sempre aproveitando o momento. E o filme que falo hoje é a maior prova disso.

O Diabo Veste Prada (The Devil Wears Prada) foi lançado em 2006. No filme, Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem jornalista que busca uma chance para crescer profissionalmente.

Ela acaba conseguindo um trabalho na Runaway Magazine, a revista de moda mais importante de Nova York. Andrea assume o cargo de assistente da poderosa Miranda Priestly (Meryl Streep), editora executiva da pubicação e retrato fiel da expressão”o cão chupando manga.”

No decorrer da história, Andrea passará por várias provações. Além de não se identificar muito com o ramo da moda, a jovem tem ideias bem diferentes da maioria que trabalha para Miranda.

E mais, seu maior desafio será provar para si mesma ser capaz de fazer qualquer coisa. Mesmo que lhe mostrem o contrário.

Vale a Pena Conferir: Porque é um filme maravilhoso! História bacana, daquelas que nos faz refletir, e ao mesmo tempo super divertida. As atuações são ótimas, principalmente Meryl Streep que, mais uma vez, arrasa. E a triha sonora também é um ponto forte na produção.

Melhor Cena: O filme é recheado de ótimas cenas, a maioria por mérito de Meryl Streep que faz de sua Miranda uma figura odiada e ao mesmo tempo, engraçada. Destaco três. Primeiro, quando Andrea caçoa de uma discussão em relação ao modelo de dois cintos que, para a jovem, são extamente iguais. Nessa hora, Miranda dá uma aula de moda à jovem.

Segundo, quando Miranda ordene que Andrea consiga um manuscrito do novo livro de Harry Potter para suas filhas. Caso contrário, será despedida.

E por fim, quando Andrea está saindo de uma entrevista para um novo emprego e dá de cara com Miranda. As duas se olham emocionadas mas, ao mesmo tempo, não deixam seus sentimentos às claras.

Curiosidades: O Diabo Veste Prada é uma adaptação do bestseller de mesmo nome, lançado em 2003 por Lauren Weisberger.

- O filme recebeu 2 indicações ao Oscar, nas categorias de melhor atriz (Meryl Streep) e melhor figurino.

- Foi indicado ao Globo de Ouro nas categorias melhor filme: comédia/musical, melhor atriz coadjuvante (Emily Blunt) e melhor atriz - Comédia/Musical (Meryl Streep), faturando esta última.

- Recebeu 5 indicações ao BAFT, nas categorias de melhor atriz (Meryl Streep), melhor atriz Coadjuvante (Emily Blunt), melhor roteiro adaptado, melhor figurino e melhor maquiagem.

- A modelo brasileira Giselle Bundchen faz uma participação.

- A carreira de Anne Hathaway deu uma virada após esse filme.
- A personagem Miranda Priestly foi inspirada em Anna Wintour, editora da revista Vogue América, para quem a autora do livro (que inspirou o filme) trabalhou.

Eu & a Obra: Quando se faz jornalismo, e curte cinema, fica difícil não querer ver os filmes que tratam sobre esse universo. A primeira vez que vi O Diabo Veste Prada, fui na curiosidade em saber o que o filme tinha de bom, para tanto se falar nele. Amei! Principalmente por ser uma história de superação, ainda mais quando se é jovem e passa por desafios profissionais. Muitas às vezes me imaginei no papel de Andrea e até hoje, me surpreendo quando me posiciono diante de tanta vontate e impetuosidade, igual a personagem. Além disso, adoro a composição: revista+moda+cultura=jornalismo.

domingo, 24 de abril de 2011

Eu & "Um Olhar do Paraíso"

O filme que falo hoje é Um Olhar do Paraíso (The Lovely Bones), produção lançada em 2009. O longa conta a história de Susie Salmon (Saoirse Ronan), uma adolescente de 14 anos que, na volta da escola, é brutalmente assassinada, em 6 de dezembro de 1973, por seu vizinho George Harvey (Stanley Tucci).

Assim que morre, Susie vai parar em um mundo paralelo entre o céu e o inferno. E sua passagem por lá é um tanto quanto conturbada, já que a menina precisa decidir entre vingar sua morte ou seguir em frente.

Enquanto isso, a família de Susie sofre muito com a perda de sua primogênita. Principalmente porque o corpo da menina não chega a ser encontrado, o que dá uma falsa esperança de que ela ainda esteja viva.

Seu pai, Jack (Mark Wahlberg), faz de tudo para descobrir o que aconteceu com a filha. Já a mãe, Abgail (Rachel Weisz), não consegue lidar com a situação, e decide abandonar a família por uns tempos. Paralelo a isso, a irmã Lindsey (Rose McIver) passa a desconfiar de seu estranho vizinho. O que a faz investigá-lo, ao mesmo tempo que desperta nele um interesse por ela.

Vale a pena conferir: Porque Um Olhar do Paraíso trata de um assunto muito difícil de lidar e consegue ir além, ao mostrar também a questão espiritual. E o faz de forma simples, reflexiva e belíssima.  

Melhor Cena: Uma das cenas mais bacanas que achei, foi quando Jack acende uma vela no quarto de Susie, próxima à janela, e seu rosto reflete na vidraça. Eles se veem e aquilo dá a sensação de tranquilidade, pois a menina percebe que o pai não a esqueceu. Enquanto que ele, sente que ela ainda está junto da família. Ao mesmo tempo, levanta a velha questão de que espíritos sempre seguem uma luz.

- Além dessa, destaco quando descobrem seu assassino. Nessa hora, Susie vê o lugar para onde deve seguir. Um jardim lindo, cheio de crianças. Ela se emociona muito, assim como eu e, provavelmente, outros que já viram o filme. Mas na hora de seguir adiante, para e diz que ainda não acabou.

- E o final, dela e de seu assassino. Sensacional! Não vou contar tudo, porque perde a graça. Mas adianto que a alma de Susie só vai ter paz, quando seu corpo também a tiver. Mas para saber com isso acontece, você vai ter que ver o filme.

Curiosidades: A crítica caiu em cima de seus efeitos especiais, com a inclusão de imagens psicodélicas. Mas essa para mim é uma das grandes tiradas do filme, que se passa na década de 70. Além disso, a fotografia é simplesmente maravilhosa. Nos paraíso onde Susie foi parar, é tudo muito iluminado e colorido. Nos momentos em que ela observa o que acontece na terra, fica meio escuro, sombrio. E sempre há uma ligação, de acordo com o que aconteceu, está acontecendo ou vai acontecer.

- Stanley Tucci foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante

Eu & a Obra: Lembro-me que quando esse filme estava nos cinemas, não me despertou interesse. Agora que passou na TV a cabo, resolvi assisti-lo. E qual foi minha impressão? A de uma produção triste, forte e belíssima. Primeiro porque qualquer um fica chocado com a história. A ideia de ver uma jovem, ainda inocente, ter sua vida tirada assim, do nada. Segundo porque, apesar de triste, o filme é de uma sensibilidade incrível. Só digo duas coisas: preste muita atenção e prepare o lenço, pois as lágrimas vão rolar.  

quinta-feira, 24 de março de 2011

Eu & “Namorada de Aluguel”

Minha inspriação para o filme que falo hoje vem da música “Can’t Buy Me Love” – The Beatles, já que acordei com ela na cabeça.

Namorada de Aluguel (Can’t Buy Me Love) é uma produção lançada em 1987. No filme Ronald (Patrick Dempsey) é um tímido rapaz, cujo desejo é se tornar popular na escola em que estuda.

Ele vê sua grande chance surgir quando descobre que Cindy (Amanda Peterson), a garota mais cobiçada do colégio, está precisando de mil dólares para repor uma roupa da mãe, que usou sem seu consentimento e acabou estragando.

Trabalhador, Ronald guardou o dinheiro que ganhou cortando a grama da casa dos vizinhos para comprar um telescópio. Mas ao ver que a menina está em apuros, tem uma ideia. Ele propoe dar-lhe o dinheiro em troca de Cindy torná-lo popular.

A menina aceita o acordo e começa a andar com ele, fazendo todos na escola acreditar que são namorados. No decorrer do tempo em que passam juntos, Cindy começa a vê-lo com outros olhos.

Curiosamente o que vai acabar por afastá-los é essa súbita popularidade, que faz com que o rapaz perca sua essência. Em compensação, ganhe em termos de superficialidade.

Superficialidade essa que, aliás, também não segura amigos por muito tempo.

Vale a pena conferir: Porque Namorada de Aluguel, apesar de ser um filme adolescente, típico “sessão da tarde”, é uma delícia. Surgiu numa época em que muitas produções do gênero dominavam e, assim como essa grande maioria, soube como niguém retratar o universo de jovens secundaristas, cujo problema maior era a aceitação no grupo escolar.

Melhor Cena: A cena clássica do ritual do tamanduá africano, claro. Ronald quer aprender a dançar. Para não fazer feio em uma festa, acaba ensaiando alguns passos vendo um programa na TV. O que ele não sabia é que os tais passos se tratavam do ritual de acasalamento dos tamanduais. O mais engraçado disso tudo foi que, além de dançar, ele fez todos do colégio seguirem seus passos. Menos os nerds, já que sabiam bem do que tratava. Rsrs.


Curiosidade: Conhecido por protagonizar algumas comédias românticas da década de 80, o ator Patrick Dempsey sempre foi apontado como o patinho feio do cinema. Até que envelheceu, apareceu e virou um galã, graças ao seu papel de “Mc Sonho” na série Greys Anatomy. E olha que ele virou o sonho de muitas mulheres mesmo. Inclusive, o meu. Rsrs.

Eu & a Obra: Como fã de comédia romântica anos 80, essa sempre foi uma de minhas prediletas. Gosto da história, trilha sonora e principalmente do ritual do tamanduá africano. Sem dúvida, o motivo maior para ter feito dessa produção um clássicos da sessão da tarde.

domingo, 6 de março de 2011

Eu & “Pânico na Neve”

Ter uma ideia já formada em cima de determinados assuntos, na maioria das vezes não é uma boa. Isso aconteceu comigo, sobre o filme que falo agora.

Pânico na Neve (Frozen) é uma produção recente. Lançada em 2010, conta a história de três jovens que vão passar o fim de semana em uma estação de esqui.

Chegando lá, Dan (Kevin Zegers), Joe (Shaw Ashmore) e Parker (Emma Bell) passam o dia treinando em uma pista para iniciantes. Quando os três amigos resolvem enfrentar a pista, a estação já estava para ser fechada.

O jeito foi subornar um dos responsáveis pelo local, para deixá-los dar uma última descida. Mas no meio do caminho esse mesmo funcionário acaba se ausentando e deixa nas mãos de outro, a função de desligar o teleférico e apagar as luzes.

Ao ver supostos últimos visitantes da estação subirem, esse funcionário encerra tudo e vai embora. Quando percebem o que está acontecendo, os amigos entram em pânico. Pois é domingo e, uma vez que o parque esteja fechado, só reabriria ao público no próximo fim de semana.

Para evitar a morte por hipotermia, cabe somente a eles tomar medidas que possam tirá-los dessa situação. Algumas delas, extremas.

Vale a pena conferir: Não vou dizer que se trata de um filmaço, mas confesso que gostei do filme. A história é interessante, uma vez que não seja impossível de acontecer. Com boa dose de aventura e suspense. Consegue prender nossa atenção, porém o final deixa um pouquinho a desejar.

Melhor Cena: A melhor cena é também a pior, uma vez que se torna um tanto grotesca. E mexe com nossos nervos. É quando Dan decide pular do teleférico para tentar encontrar ajuda. Pelo tamanho da idiotice, dá para imaginar o que acontece. E quer saber, fica pior.

Também destaco o aparecimento dos lobos e três sequências envolvendo Parker. Primeiro, quando ela acorda com a mão colada na barra de segurança de sua cadeira. Segundo, quando chora ao fazer xixi nas calças e ainda, a sequência em que sai da cadeira e vai em busca de socorro.

Eu & a Obra: Quando Pânico na Neve foi lançado, lembro-me de alguns comentários ruins a respeito. Produção barata, história fraca e atores desconhecidos eram apenas alguns deles. Confesso que fiquei reciosa, mas acabei me rendendo esse fim de semana e gostei.

A história é ágil e nos envolve, graças ao suspense que se cria em cima dela. Nos faz perceber em como medidas impensadas, em momentos de muita tensão, podem representar um grande erro. Além de atitudes ruins, como por exemplo não avisar onde vamos. Em casos como esse, faz a diferença.

Eu & “Um conto quase de fadas”

É carnaval! Mas para os avessos à folia, nada como curtir um filme. Principalmente se é uma daquelas reprises, com cara de sessão da tarde. Melhor ainda, em dia de chuva. E foi isso o que fiz ontem.

Um conto quase de fadas (The Beautician and the Beast), é uma deliciosa comédia romântica lançada em 1997. No elenco principal, o ex 007 Timothy Dalton no papel de Boris Pochenko, temido presidente de um lugar fictício, da Europa Oriental, chamado Slovetzia.

Já em Nova York está Joy Miller (Fran Drescher), esteticista que sonha em ter uma chance de brilhar na TV. Um dia, por conta de um incêndio durante sua aula de cabelereiro, ela aparece em um noticiário salvando animais de laboratório.

Graças a essa reportagem, Joy é confundida com uma educadora e convidada a lecionar para os filhos de Pochenko. O que aceita na hora. Mas chegando lá, se dá conta que as tradições daquela família e país fogem muito a sua realidade.

Com o passar do tempo, Joy se sairá melhor do que imaginava. Já que ajudará não apenas na educação dos filhos de Pochenko, como também na forma com que esse grande ditador direciona seu governo e se relaciona com a família e o seu povo.

Vale a pena conferir: Porque como disse no início é um filme delicioso. Leve, engraçado, e com um certo ar água com açúcar. Mas se nos deixarmos ir além, descobriremos uma ótima história com crítica social e política. Já que Pochenko é um verdadeiro ditador, daqueles que por sere manipulado pelos assesores, não se dá conta de como trata mal seu povo.

Melhor Cena: Muitas! A que mais gosto é quando, assim que Pochenko termina um discurso, Joy aparece no alto do castelo e dá uma de Eva Peron, erguendo os braços para ver o povo a reverenciando e silenciando.

- Quando ela e Pochenko vão à uma fábrica. Equanto ele é ovacioando pelos operários, ela os ensina a respeito de sindicato, direitos trabalhistas e ainda, greve por salários e melhores condições de trabalho.

- Curto também alguns diálogos entre eles, além de quando ela o convence a tirar o bigode (estilo Hitler) e trocar a farda por um terno e gola rolê.

- A cena em que ela não consegue matar um frango e o acaba adotando.

- Quando eles dançam no baile e o final.

Curiosidades: Como falei antes, Timonthy Dalton já deu vida ao agente 007. E não fez feio. Um charme só. Recentemente ele aparece no filme O Turista, em que Johnny Depp e Angelina Jolie são protagonistas. Confesso que fiquei impressionada como está velho, quase não o reconheci.

Eu & a Obra: Acho que já deve ter percebido como gosto desse filme. Já o vi várias vezes e não me canso. Me divirto muito! E ontem, acabei assistindo com meu pai. E ele, adorou! Rsrs

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Eu & “Simplesmente Complicado”

O filme do qual falo hoje é uma comédia romântica lançada em 2009, tendo como diretora Nancy Meyers, a mesma de Do que as mulheres gostam.

Em Simplesmente Complicado (It’s Complicated) Jane (Meryl Streep) é dona de um restaurante. Divorciada há dez anos, e mãe de três filhos já adultos, Jane começa a desejar viver um romance novamente.

Enquanto isso, seu ex-marido Jake (Alec Baldwin) retomou sua vida amorosa ao se casar com uma mulher mais jovem que ele. Mesmo assim, sente que falta de algo, que não sabe bem o que é.

Jane e Jake se reencontram na formatura do filho e a relação entre eles começa a tomar um rumo diferente graças a um porre, que os levam a dormir juntos novamente. Daí em diante, esses encontros se tornam cada vez mais frequentes.

Complicando um pouco mais essa história, surge Adam (Steve Martin). Arquiteto recém divorciado, é contratado por Jane para planejar uma obra em seu restaurante.

Adam acaba se interessando por Jane. Que de certa forma responde às suas investidas. Ao mesmo tempo em que não consegue resistir aos encantos de seu ex.

Jake quer ficar com Jane, mas não consegue se livrar da atual esposa. Jane não quer fazer o papel de amante, mas não consegue se decidir entre Jake e Adam. Já Adam deseja Jane, mas não sabe se dá para competir com Jake.

Pronto, está armada a confusão!

Vale a pena conferir: Porque é um filme muito interessante, cujo o foco é o romance entre pessoas maduras. Prova de que não existe idade para se experimentar o prazer que a vida pode nos oferecer.

Melhor Cena: Com certeza a sequência em que Meryl Streep e Steve Martin fumam maconha. Hilária!!! Também destaco os encontros entre Jane e um grupo de amigas, para discutir o que acontecem em suas vidas. Além de ser muito legal a cena em que elas escobrem que Jane virou amante de Jake, é mais uma prova de que não existe idade para se ter amigas confidentes.

Curiosidade: A curiosidade que cito é mais uma percepção minha. Bacana ver Steve Martin em um papel mais dramático, enquanto que Alec Baldwin se firmou no lado da comédia. Já Meryl Streep é uma estrela, por isso brilha de qualquer lado.

Eu & a Obra: Lembro de ter visto o trailer desse filme no cinema, mas só fui assisti-lo agora na TV. Amei! E não esperava outra coisa. Filme gostoso, engraçado, leve, com ótimas atuações e o que é melhor, muito reflexivo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Eu & “Grease”

Ainda no ritmo dos musicais, ontem revi um que amo de paixão. O que acabou despertando minha vontade em falar dele. Grease – Nos Tempos a Brilhantina (Grease, 1978).

A história começa no verão da década de 50, quando os estudantes Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John) se apaixonam durante suas férias. Mas como a jovem logo voltaria para a Austrália, eles acreditaram se tratar apenas de um amor de verão.

Assim que as aulas retornam, Danny descobre que a garota pela qual se encantou durante as férias não viajou. Na verdade, Sandy foi parar na mesma escola que seu amado.

Mas o que parecia ser um presente do destino, logo vira uma desilusão para a jovem. Danny é imaturo e gosta de manter a imagem de durão. Bem diferente daquele rapaz sensível e amoroso, pelo qual ela se interessou.

No decorrer da história o romance entre o casal sofrerá não só com influências externas, como também com o orgulho de cada um. Por conta disso, ambos terão que mudar. Isso se quiserem realmente engatar um namoro.

Vale a pena conferir: Porque Grease é um filme simplesmente maravilhoso, que soube retratar muito bem a rebelde juventude dos anos 50. Divertido, alegre, apaixonante e o que é melhor, embalado por muita música bacana e um casal de protagonista talentosíssimos, tanto na interpretação como também nas artes de dançar e cantar.

Melhor Cena: Várias!!! Já no primeiro dia de aula, Sandy e Danny falam sobre seus romances de verão. Cena embalada pela maravilhosa música “Summer Nigths”.

- Destaco também a participação dos alunos em um concurso de dança para a TV. Nessa, John Travolta dá um show dançando!

- A cena em que rola o pega entre Danny e um desafeto.

- A última cena, formada por uma sequência de músicas. A começar por “You're The One That I Want”, seguida de “We Go Together”. Ambas cantadas por todo o elenco. Fechando, uma sequência de imagens pertencentes ao anuário escolar, embalada pela música “Grease” (título do filme) na voz de Frankie Vallie. Essa mesma música também abre o filme, apresentando o elenco em imagens de HQ.


Curiosidades: Antes de virar filme, o musical Grease estrelou nos palcos da Broadway e bateu muitos recordes de bilheteria.

- O filme marcou a estreia no cinema da atriz australiana Olívia Newton-John e consolidou a carreira de John Travolta em musicais, já que um ano antes ele surgiu no papel de Tony Manero, dançarino de Os Embalos de Sábado à Noite.

- Grease é do mesmo diretor de Os Embalos de Sábado à Noite.

- As canções “Summer Nights” e “You’re the One I Want”, duetos de John Travolta e Olivia Newton-John, estiveram nos hit-parade do mundo inteiro. Já “Hopelessly Devoted to You” recebeu indicação ao Oscar, na categoria Melhor Canção Original.

- Além do Oscar, concorreu a cinco globos de ouros: melhor filme, ator de comédia ou musical, atriz de comédia ou musical e duas indicações de músicas – “Grease” e “You're the One that I Want”.

- Em 2008 o filme completou 30 anos e para comemorar a data, edições de ouro do DVD e CD chegaram ao mercado.

- Por fim, a cantora Sandy afirma que seu nome foi inspirado na protagonista do filme. Pena que pronunciado em português soa um tanto estranho. Rsrs.

Eu & a Obra: Grease é mais um daqueles filmes que vi quando pequena e me apaixonei. Amo as músicas, coreografias e a história em si, que além de romance fala muito sobre amizade e os anos 50. Que eu adoro!

Tenho o DVD em minha videoteca e o Cd, na minha discoteca. E não me canso de assistir e muito menos, ouvir suas músicas. Com certeza, é um filme para toda a vida.

Quando completou 30 anos, falei sobre ele em meu outro blog. Se quiser, confere lá: http://blogespetaculosas.blogspot.com/2010/03/30-anos-de-grease.html  


Bonus: Confira também a trilha sonora - http://www.cineplayers.com/trilha.php?id=37