domingo, 31 de julho de 2011

Eu & “Up – Altas Aventuras”

Para fechar o último dia do especial férias, o filme que escolhi falar é Up – Altas Aventuras (Up). Esse delicioso filme, lançado em 2009, conta a história de Carl Fredricksen (Edward Asner), um vendedor de balões.

Esse senhor de 78 anos está preste a perder a casa em que viveu com sua amada esposa Ellie, já falecida. Tudo porque um grande empresário deseja construir no local um edifício de luxo.

Após acertar um homem com sua bengala, Carl é condenado a ir morar em um asilo. Mas para evitar perder sua casa, ele começa a encher inúmeros balões e amarrá-los em sua casa. Sua intenção é levantar voo rumo a uma floresta na América do Sul, onde planejara, durante toda a sua vida, ir com Ellie.

No meio disso tudo, ele conhece um menino de oito anos chamado Russel. O garotinho quer ir com ele, mas é claro que Carl não pretende levar ninguém. Porém, um incidente acontece. E quando o velhinho se dá conta, não há mais como se livrar da companhia do menino. Está armada a confusão e ainda, uma grande aventura.

Vale a pena conferir: Porque é um filme lindo, que fala de amor, amizade e principalmente das diferenças. Ressaltando como devemos lidar com elas.

Melhor Cena: O início, apesar de triste, é legal. Pois conta a vida de Carl, explicando porque ele se tornou um velhinho rabugento e solitário. No resto, gosto de como ele conheceu Russel, da viagem dos dois e ainda, o final. Este último, perfeito.

Curiosidade: O que despertou mais ainda a vontade em ver Up – Alta Aventuras, foi ler a crítica no blog de um amigo meu. Veja você também: http://newsfernandes.blogspot.com/2010/07/up-te-deixa-up.html  

Eu & a Obra: Amei Up – Altas Aventuras porque é um filme completo, que te faz rir, chorar e pensar, na medida certa. Por isso, é mais do recomendável.

sábado, 30 de julho de 2011

Eu & "Rudolph, a rena do nariz vermelho"

Hoje trago para o especial férias do Eu, eu mesma e meus filmes um grande clássico, daqueles que a gente nunca esquece. Estou falando de Rudolph, a rena do nariz vermelho (Rudolph, the Red-Nosed Reindeer). O filme, uma produção de 1964, conta a história do pequeno Rudolph.

Infeliz porque nasceu diferente das outras rena, Rudolph morre de vergonha do seu nariz brilhante, a pequena rena decide fugir de casa. Mas no meio do caminho, conhece alguns amiguinhos que o levam até Papai Noel. 

O bom velhinho teme ter que cancelar a entrgeados presentes, na noite de Natal, por conta de uma grande tespestade. Vendo que Rudolph possui um dom, Papai Noel o convida a guiar seu trenó, na companhia das outras renas. Afinal, ele é o único que poderá abrir caminho usando o poder de seu nariz. 

Vale a pena conferir: Todo mundo conhece a história de Rudolph, a rena do nariz vermelho, mas esse filme tem um gostinho especial. História linda, personagens encantadores e bonecos perfeitos. Ainda mais levando em consideração que o filme é da década de 60, época em que o cinema de animação era apenas sementinha.

Melhor Cena: Gosto de quando ele passa alguma coisa no nariz, não me lembro bem o quê, pra ver se para de brilhar. E também, quando guia o trenó com as outras renas. 

Eu & a Obra: Tenho uma relação muito gostosa com esse filme, que fez parte da minha infância. Lembro-me que todo final de ano, ele passava na TV. Era praticamente uma tradição, assim como O Natal do Gasparzinho. Hoje, isso já não acontece mais. Lamentável! 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Eu & "O Estranho Mundo de Jack"

Hoje falo de O Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas), considerado um dos novos clássicos do cinema de animação. Lançado em 1993, o filme tinha como roteirista e produtor o, hoje renomado, Tim Burton. 

Na historia, Jack Skellington (Chris Sarandon) é um ser fantástico que vive na Cidade do Halloween. O local é cercado por criaturas estranhas, onde passam o ano planejando a festa de mesmo nome. 

Cansado da rotina, um belo dia Jack deixa os limites do local onde vive e começa a vagar pela redondeza. Até que descobre portais, cujas passagens estão direcionadas para lugares de diversas festividades. 

O estranho ser escolhe uma porta e vai parar no Natal, onde vê demonstrações do espírito natalino. Jack fica encantado e, ao retornar para sua cidade, decide sequestrar o Papai Noel (Edward Ivory) e tomar o seu lugar. Para isso, convence os outros cidadãos a ajudá-lo. 
Além disso, o pessoal terá que organizar sua próprio festa, o que inclui confecção e distribuição de presentes. Mas apesar de seus argumentos, Jack não consegue convencer sua namorada Sally (Catherine O'Hara). E somente diante da desastrosa experiência, é que perceberá quem estava certo.

Vale a pena conferir: Porque o filme é delicioso! Ótima história, trilha bacana... E ainda, responsável por apresentar ao mundo do cinema um dos melhores nomes dos últimos tempos em termos de animação. Quem é ele? Tim Burtom, claro! 

Melhores Cenas: Primeiro, quando Jack descobre o Natal. Segundo, quando decide sequestrar o Papai Noel. E por fim, quando ele mesmo tenta, de forma frustrada, ocupar o lugar do bom velhinho. Destaque para os brinquedos distribuídos pelos seus súditos. 

Curiosidade 1: As personagens de O Estranho Mundo de Jack foram criadas por Tim Burton, que dava seus primeiros passos no cinema. Hoje, após bons trabalhos em seu currículo, é possível perceber seus traços marcantes em obras como Coraline, que eu já citei aqui, e  A Noiva Cadáver, que eu ainda falarei aqui no blog. Todos com um Q de sombriedade. 

Curisodidade 2: O filme é tão famoso que produtos com a sua marca foram parar no mercado, principalmente os estampados pela figura do Jack, como bolsas, T-shirts e objetos. Já o púbico que se adequou às peças é considerado Emo, por conta da sensibilidade e melancolia.

Eu & a Obra: Custei muito para ver esse filme, pois sempre o pegava pela metade. Mas, já gostava do pouco que via. Afinal, sou completamente apaixonada pelos trabalhos de Burtom. Para mim, um excelente cinéfilo. Ano passada, consegui vê-lo do início ao fim. E, sou capaz de expressar minha impressão com uma única palavra: sensacional!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Eu & "Monstros X Alienígenas"

O especial férias continua! E o filme de hoje é Monstros X Alienígenas (Monsters Vs. Aliens), produção lançada em 2009. No filme, Susan Murphy (Reese Whiterspoon) está prestes a se casar com Derek Dietl (Paul Rudd), um repórter de TV cujo sonho é a ascenção profissional.

No dia de seu casamento, ela é atingida por um meteorito vindo de um planeta recém explodido. A radioatividade do objeto a faz ficar com 15 metros de altura. Sem entender o que está acontecendo, a jovem é capturada pelo exército e confinada junto a companhia de outros monstros.

Mal sabem eles que, devido a um ataque alienígena, o presidento dos EUA ordena que ela, Dr. Barata (Hugh Laurie), Elo Perdido (Will Arnett), B.O.B. (Seth Rogen) e Insectossauro, salvem o planeta.

Vale a pena conferir: Monstros X Alienígenas não chega a ser um filmaço, mas é bem bacana e nos garante boas risadas. Só por isso, já "vale o ingresso."

Melhor Cena: Destaco quando Susan leva o raio na cabeça e cresce, no meio de seu casamento. Quando ela e os outros monstros se conhecem e ainda, a preparação de ambos para lutarem contra os alienígenas.

Curiosidades: Como em todos os filmes de animação, é comum notarmos semelhança entre o ator e sua personagem. Nesse caso, o Dr. Baratão foi interpretado por Hugh Laurie, o Dr. House da série. E não é que ficou perfeito!!! Assim como a Susan, que tem todos os trejeitos de Reese Whiterspoon.

Eu & a Obra: Quis ver esse filme mais por causa do Hugh Laurie, que eu adoro, e gostei bastante. Me diverti muito e por isso, indico para você.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Eu & "Wall-E"

O segundo filme no especial férias do Eu, eu mesma e meus filmes é uma deliciosa e surpreendente animação dos estúdios Disney, lançada em 2008.

Wall-E (Wall-E) passa a maior parte do tempo em uma espécie de lixão, retrato do Planeta Terra após a humanidade poluir a atmosfera com gases tóxicos. Hoje, essa mesma humanidade vive em uma espécie de retiro. Enquanto que robôs foram largados na Terra para tentar limpá-la.

Mas o tempo passa  e o único que ainda habita nosso planeta é Wall-E, ocupando seu tempo copactando lixo, em quantidades cada vez miores, e colecionando objetos que encontram no meio desse mesmo lixo, como aparelhos eletrônicos, brinquedos e utensílios domésticos. 

Um belo dia, Wall-E dá de cara com uma robô supermoderna saindo de uma ave espacial. Seu nome é Eva, cuja missão é descobrir se ainda há vida na Terra. Ele logo se apaixona  por ela  e trata de apresentar o local onde vive para sua amada. 

Eva descobre a muda de uma planta e trata de levá-la para o lugar de onde veio, só que Wall-E a segue e é daí que surge uma aventura capaz de mudar completamente a história do nosso planeta.     

Vale a pena conferir: Porque Wall-E é uma excelente história de consicentização e crítica sobre novas tecnologias e os hábitos ruins adquiridos pela humanidade através delas. 

Melhor Cena: Destaco três. Primeiro, quando o Wall-E se apaixona por Eva e o reflexo que dá em todas às vezes em que ele a vê. Segundo, quando descobrimos a forma em que a humanidade vive no retiro, localizado no espaço. E por fim, quando essa mesma humanidade descobre que a Terra ainda é um lugar que se possa habitar e resolve voltar. 

Eu & a Obra: Desde quando Wall-E estreou no cinema, eu queria assistir. Mas acabou que só vi em DVD. Amei! Acredito que se não for o único, é um dos poucos filmes de animação que me deram muito mais do que divertimento. E sim, a oportunidade de refletir em cima de sua crítica, que é de uma ousadia inacreditável. Como não gosto de estragar a surpresa, sugiro que você assista e tire suas próprias conclusões. Além de tentar mudar seus hábitos, de modo que possa viver mais e melhor.   

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Eu & "Meu Malvado Favorito"

Na última semana das férias de julho, o Eu, eu mesma & meus filmes preparou um especial com filmes de animação. E o primeiro título é uma das histórias mais bacanas que eu já vi. Confira!

Meu Malvado Favorito (Desplicabe Me) é uma produção lançada em 2010. A história começa com o roubo da pirâmide de Gizé, que deixa Gru (Steve Carell)  com inveja e vontade de fazer algo ainda mais ousado. 

Ele tem a ideia de roubar a Lua, mas para isso precisar invadir a casa de Vetor (Jason Segel), que foi quem roubou a pirâmide, e pegar um raio capaz de diminuir o tamanho de tudo o que atinge. Gru conta ainda com a ajuda dos minions (seres amarelados) e do Dr. Nefario (Russel Brand).  

Para entrar na casa de Vetor, ele se aproveita das órfãs Margo (Miranda Cosgrove), Agnes (Elsie Fisher) e Edith (Dana Gaier), que vendem biscitos de porta em porta. Gru sabe que elas seriam a presa perfeita, portanto decide adotar as meninas. O que não imaginava é se afeiçoar à elas. 

Vale a pena conferir: Porque trata de valores preciosos como amor e amizade. 

Melhor Cena: Primeira, Logo no início, quando as órfãs chegam no orfanato após um dia de vendas, e a Agnes pergunta se alguém esteve la para adotá-las. Segunda, quando as meninas chegam na casa de Gru e ele falam o que elas podem e nãopodem fazer. É muito engraçado, pois ele as compara como se fossem bichinhos de estimação. E por fim, quando elas lhe pedem um beijo de boa noite. Após um tempo de convívio, ele se rende e as beija. É muito fofo!

Eu & a Obra: Vi este filme na última semana e amei. A história trata de forma simples sobre assuntos muito fortes e importantes, como solidão, maus tratos, inveja, amor e amizade. Uma lição de vida. 

domingo, 22 de maio de 2011

Eu & "O Diabo Veste Prada"

Desde que criei o Eu, eu mesma & meus filmes, minha ideia sempre foi relembrar produções que assisti ou falar das novas, sempre aproveitando o momento. E o filme que falo hoje é a maior prova disso.

O Diabo Veste Prada (The Devil Wears Prada) foi lançado em 2006. No filme, Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem jornalista que busca uma chance para crescer profissionalmente.

Ela acaba conseguindo um trabalho na Runaway Magazine, a revista de moda mais importante de Nova York. Andrea assume o cargo de assistente da poderosa Miranda Priestly (Meryl Streep), editora executiva da pubicação e retrato fiel da expressão”o cão chupando manga.”

No decorrer da história, Andrea passará por várias provações. Além de não se identificar muito com o ramo da moda, a jovem tem ideias bem diferentes da maioria que trabalha para Miranda.

E mais, seu maior desafio será provar para si mesma ser capaz de fazer qualquer coisa. Mesmo que lhe mostrem o contrário.

Vale a Pena Conferir: Porque é um filme maravilhoso! História bacana, daquelas que nos faz refletir, e ao mesmo tempo super divertida. As atuações são ótimas, principalmente Meryl Streep que, mais uma vez, arrasa. E a triha sonora também é um ponto forte na produção.

Melhor Cena: O filme é recheado de ótimas cenas, a maioria por mérito de Meryl Streep que faz de sua Miranda uma figura odiada e ao mesmo tempo, engraçada. Destaco três. Primeiro, quando Andrea caçoa de uma discussão em relação ao modelo de dois cintos que, para a jovem, são extamente iguais. Nessa hora, Miranda dá uma aula de moda à jovem.

Segundo, quando Miranda ordene que Andrea consiga um manuscrito do novo livro de Harry Potter para suas filhas. Caso contrário, será despedida.

E por fim, quando Andrea está saindo de uma entrevista para um novo emprego e dá de cara com Miranda. As duas se olham emocionadas mas, ao mesmo tempo, não deixam seus sentimentos às claras.

Curiosidades: O Diabo Veste Prada é uma adaptação do bestseller de mesmo nome, lançado em 2003 por Lauren Weisberger.

- O filme recebeu 2 indicações ao Oscar, nas categorias de melhor atriz (Meryl Streep) e melhor figurino.

- Foi indicado ao Globo de Ouro nas categorias melhor filme: comédia/musical, melhor atriz coadjuvante (Emily Blunt) e melhor atriz - Comédia/Musical (Meryl Streep), faturando esta última.

- Recebeu 5 indicações ao BAFT, nas categorias de melhor atriz (Meryl Streep), melhor atriz Coadjuvante (Emily Blunt), melhor roteiro adaptado, melhor figurino e melhor maquiagem.

- A modelo brasileira Giselle Bundchen faz uma participação.

- A carreira de Anne Hathaway deu uma virada após esse filme.
- A personagem Miranda Priestly foi inspirada em Anna Wintour, editora da revista Vogue América, para quem a autora do livro (que inspirou o filme) trabalhou.

Eu & a Obra: Quando se faz jornalismo, e curte cinema, fica difícil não querer ver os filmes que tratam sobre esse universo. A primeira vez que vi O Diabo Veste Prada, fui na curiosidade em saber o que o filme tinha de bom, para tanto se falar nele. Amei! Principalmente por ser uma história de superação, ainda mais quando se é jovem e passa por desafios profissionais. Muitas às vezes me imaginei no papel de Andrea e até hoje, me surpreendo quando me posiciono diante de tanta vontate e impetuosidade, igual a personagem. Além disso, adoro a composição: revista+moda+cultura=jornalismo.