quarta-feira, 28 de abril de 2010

Eu & "Nine"

Para não dizerem que fico presa a filmes antigos, minha escolha dessa vez é uma produção bem recente. O musical Nine estreou no Brasil em janeiro deste ano e ainda concorreu ao Oscar por sua trilha sonora. Aliás, uma pena que não ganhou.

Lançado em 2009, o flme é um adaptação de um clássico de Frederico Felline chamado Oito e Meio (Otto e Mezzo). A história é focada em Guido Contini (Daniel Day-Lewis), diretor de cinema bem sucedido que está produzindo seu mais novo trabalho.

Prestes a começar as filmagens na Itália, onde toda a equipe se alojou, Guido está passando por uma total falta de inspiração. O que ninguém sabe é que, apesar de anunciado o filme e escalado o elenco, ele ainda não escreveu o roteiro.

Para complicar ainda mais sua vida, seu casamento passa por uma crise. E como ele não é nenhum santo, ainda tem amante fixa (Penélope Cruz) e uma facilidade imensa em seduzir mulheres à sua volta. Como acontece ao conhecer uma jornalista, vivida por Kate Hudson.

Na verdade eu diria que o filme é mais ou menos baseado nas mulheres da vida de Guido e suas relações com elas, que vão desde sua mãe - interpretada por ninguém menos que Sophia Loren -, até a esposa Luisa (Marion Cotillard). Passando pela figurinista (Judi Dench) e a primeira musa de Guido – uma espécie de “rameira” - que ele conheceu quando menino. Quem faz o papel é a cantora Fergie e sua aparição é brilhante.

Vale a pena coferir: Para quem gosta de musicais, esse não deixa a desejar. A história é bem legal, apesar de ser um drama. Elenco afinadíssimo e produção de primeira, com direito a belas imagens. Incluindo minha querida Itália. E ainda tem Sophia Loren, eterna musa do cinema italiano.

Melhor Cena: Como se trata de um musical é claro que as melhores cenas estão relacionadas aos seus números. Com destaque para Fergie, que é de arrepiar. Confesso, eu não sabia que ela cantava tão bem. A passagem de Penélope Cruz é bem divertida e, apesar das críticas terem sido contra, gostei muito de Kate Hudson. Lamento que Nicole Kidman tenha sido muito mal aproveitada.

Curiosidade: Como disse inicialmente Nine é baseado em Oito e Meio, filme autobiográfico de Fellini. Na época em que o realizou o diretor estava com 41 anos, supostamente sofria uma crise em seu casamento com a atriz Giulietta Masina e um bloqueio criativo. Só que usou isso na obra. E ao fim da projeção, o espectador percebia que Guido/Fellini tinha conseguido realizar seu filme.

Eu & a Obra: A perguta que não quer calar: Como Daniel Day-Lewis consegue conquistar mulheres tão bonitas? Quem homem sem graça. 

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Eu & "O Segredo do Meu Sucesso"

Acabo de rever O Segredo do Meu Sucesso (The Secret of my Succe$s) e fiquei tão feliz que resolvi dividir logo isso com você. Seguindo o gênero comédia romântica, esse filme é uma produção de 1987 e foi estrelado pelo ator Michael J Fox, queridinho da época.

Brantley Foster (Michael J. Fox) é um jovem do interior que, ao se formar na faculdade, almeja se tornar um grande executivo. Ele se muda para Nova York em busca de seu sonho. Mas ao chegar lá, descobre que essa não será uma tarefa fácil.

Como não consegue o emprego desejado, Brantley recorre a Howard Prescott (Richard Jordan), um tio distante que vem a ser presidente de uma multinacional. Ele consegue uma vaga, mas como um simples mensageiro.

Muito inteligente, sem que ninguém perceba Brantley assume a identidade de um jovem executivo que atende pelo nome de Carlton Whitfield. Ao mesmo tempo, continua com seu emprego no malote da empresa.

Suas ideias começam a chamar a atenção de outros executivos, incluindo seu tio e Christy Wills (Helen Slater), bela executiva por quem ele se apaixona. O que o jovem nem imaginava é que ela tem um caso justamente com Howard.

Se não bastasse tanta confusão, Brantley ainda precisa lidar com “tia Vera” (Margaret Whintton). Cansada de ser traída pelo marido, a esposa de Howard passa a dar em cima do sobrinho.

Vale a pena conferir: Apesar de ser um filme estilo sessão da tarde, O Segredo do Meu Sucesso é muito gostoso. Para quem gosta de produções leves é uma ótima pedida já que distrai, arranca algumas risadas e ainda tem um pouco de romance.

Melhor Cena: É muito emgraçado vê-lo se desdobrar entre Brantley e Whitfield. E a sequência em que há um troca troca de casais também é bem divertida. Com destaque para a musiquinha de fundo. Acho que você vai reconhece-la.

Curiosidade 1: Uma das coisas mais engraçadas em filmes desse gênero, produzidos entre o final dos anos 80 e inicio dos 90, é que eles costumam repetir as trilhas sonoras. Nesse há músicas de Olha Quem Está Falando e Curtindo a Vida Adoidado.

Curiosidade 2: Logo no início do filme aparece Cindy Crawford, modelo famosa da época.

Eu & a Obra: Durante um bom tempo uma foto desse filme estampou a porta do meu quarto. Nela, Michael J. Fox aparecia sentado numa taça de champanhe. Revendo-o hoje, percebi que me esquecera do quanto esse ator era bonito enquanto jovem. E mais, ele me fez lembrar um amigo especial. Bateu uma saudade!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Eu & "Platoon"

Vi poucos filmes de guerra em minha vida. Talvez por já vivermos numa violência sem fim. Cinema é diversão e por isso há filmes que podem ser evitados. Mas com certeza Platoon (Platoon) não é um deles.

Lançado em 1986 e com direção do maravilhoso Oliver Stone – para quem não sabe ele é um ex-combatente e o filme é baseado em suas memórias, por isso ele é considerado um mestre em produções sobre guerra – o filme conta a experiência vivida pelo jovem Chris (Charlie Sheen) ao servir a guerra do vietnã.

Ingênuo e um tanto idealista, o jovem acredita que deve servir o país como fez seu avô e pai. Mas aos poucos descobre que estar numa guerra são marcas que jamais sairão de seu corpo e mente.

Em meio a violência, loucura e carnificina, Chris precisa aprender a lidar não só com os inimigos, como também a perda dos amigos e com os sargentos Barnes (Tom Berenger) – o assassino - e Elias (Willem Dafoe) – o pacifista -, que travam uma batalha particular graças às diferenças de ideias, apesar de estarem na mesma equipe.

Para amenizar o medo, Chris escreve cartas relatando o horror que presencia todos os dias. Como uma espécie de diário. Além disso, raramente compartilha alguns momentos relaxantes com seus companheiros de batalha. Como quando tocam, bebem e fumam um baseado.

Platoon é um dos filmes sobre a guerra do vietnã mais completos da história, assim como mais triste. Contém cenas bem fortes, como por exemplo a chacina de uma vila vietnamita. É preciso ter sangue frio para vê-lo, mas vale a pena conferir. Pois não deixa de ser um fato – lamentável - com profunda importância histórica.

Cenas Marcantes: Destaco a chegada do batalhão ao Vietnã, a sequência pré e pós chacina na vila vietnamita, a “festinha” regada a muito baseado e o duelo final entre Barnes e Elias.

Eu & a Obra: Confesso que na primeira vez que vi Platoon foi por causa do Johnny Depp. Sim, meu ídolo trabalhou no filme. E embora não tenha sido um grande papel, tem lá seu mérito na história. É o soldado Lerner (Johnny Depp) quem serve de intérprete entre os soldados americanos e os vietnamitas que eles encontram na vila. Pena que ele morre. Snif... Mas tirando esse detalhe, é um filme que gosto.

Curiosidade 1: O filme ganhou o Oscar de melhor filme, direção, montagem e som.

Curiosidade 2: Conversando um dia com Leo Ribeiro, um amigo cineasta, chegamos a conclusão de que a música “Adagio for Strings” é uma das mais marcantes e tristes já composta. Às vezes ela aparece em alguma novela da TV Globo, em cenas dramáticas. Claro!

Curiosidade 3: Além dos jovens Charlie Sheen e Johnny Depp o filme contou também com Forest Whitaker e Kevin Dillon (irmão de Mat Dillon), até então novatos nas telonas.

sábado, 17 de abril de 2010

Eu & "Duets"

Um belo dia estava eu assistindo um programa no canal a cabo VH1, quando me deparei com o clipe de uma música que amo. A canção era “Cruisin” e estava sendo interpretada pela atriz Gwyneth Paltrow e um homem que nunca vi na vida.
Achei curioso porque essa música é bem antiga. Só que, alguns anos atrás, ela voltou a tocar na voz de uma mulher que eu jamais poderia imaginar se tratar de Gwyneth Paltrow.

Minha curiosidade foi além e naquele mesmo dia dei uma varredura no You Tube, até achar o vídeo que seria o mesmo clipe exibido no VH1. Como uma coisa leva a outra, foi aí que descobri o filme que hoje cito aqui.

Sabe esses filmes que provavelmente foi lançado direto nas locadoras e mesmo assim fica ali esquecido, numa prateleira qualquer, até desbotar a capa? Assim é Duets – Vem cantar comigo (Duets). Produzido em 2000, tem entre os protagonistas a loirinha “sem graça, ex de Brad Pitt”, Gwyneth Paltrow. Aliás, praticamente a única atriz conhecida.

O longa conta a trajetória de seis pessoas que depositam na música a chance de mudar suas vidas. Tudo começa quando um concurso de karaokê, realizado na cidade de Omaha, em Nebraska, é anunciado e promete um prêmio no valor de US$ 5.000.

A partir desse momento essas seis pessoas – uma garçonete, um vendedor, um ex-presidiário, uma dançarina, um motorista de táxi e um “cantor de karaokê profissional” -, que não se conhecem, seguem rumo ao mesmo destino. E é no caminho que suas histórias começam a se entrelaçar em direção a encontros, desencontros e até possíveis amizades.

Vale destacar que o drama maior entre as personagens fica por conta de Liv (Gwyneth Paltrow) e Ricky Dean (Huey Lewis). No dia em que sua mãe morre, a jovem dançarina descobre ser filha do cantor. E buscando se aproximar dele, já que agora estava sozinha no mundo, segue o pai em direção ao tal concurso. E lá protagoniza uma das cenas mais bacanas do filme, ao interpretarem juntos a música “Cruisin”.

Vale a pena conferir: porque o filme é uma verdadeira surpresa. Pode não ser uma superprodução, mas tem uma história tão gostosa. Sem contar a trilha sonora, que é ma-ra-vi-lho-sa!

Melhor cena: Além da que já citei – e olha que Gwyneth Paltrow canta muito bem – a apresentação do ex-presidiário, Reggie Kane (André Braugher), cantando “Free as a Bird”.

Eu & a Obra: Nem preciso dizer que ao conferir esse clipe, fui correndo procurar Duets na locadora. Sabe a história da capa desbotada que citei acima? Aconteceu comigo. O bom é que não me deixei levar pelas aparências e hoje esse é um dos filmes com lugar cativo em minha videoteca e coração.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Eu & "Bancando a Ama Seca"

Jerry Lewis para mim é uma das melhores lembranças que tenho quando o assunto é cinema. Lembro-me de assistir seus filmes na sessão da tarde e, posteriormente, de madrugada.
Hoje, às vezes consigo ser pega de surpresa quando um ou outro canal a cabo – dedicado a filmes antigos - resolve reprisar produções protagonizadas por esse mestre da comédia. E foi assim que revi esse clássico, no último fim de semana.

O filme Bancando a Ama Seca (Rock-a-Bye Baby) é uma produção de 1958. Jerry Lewis faz o papel de Clayton Poole, rapaz humilde que trabalha como instalador de antenas, numa pequena cidade dos EUA. Desde criança Clayton nutre uma paixão por Carla Naples, filha do barbeiro da cidade.

A jovem cresce, sai da cidade brigada com o pai e se torna uma grande estrela de cinema. Até o dia em que descobre estar grávida, fruto de uma casamento relâmpago. Prestes a estrear um grande filme, seu empresário arma uma situação para que Carla tenha o filho longe dos holofotes e deixe-o aos cuidados de alguém, até as filmagens terminarem.

A primeire pessoa que passa pela sua cabeça é Clayton, seu grande amigo de infância. É claro que o jovem não pensa duas vezes antes de aceitar o pedido, mas o que ele não imaginava é que se tratavam de 3 lindas meninas.

Apesar de se sair muito bem no papel de babá, Calyton terá que passar por algumas provações para garantir que a guarda das crianças permaneça com ele até que seu grande amor volte para buscá-las. E no caminho, conta com a ajuda da irmã caçula de Carla – que é completamente apaixonada por ele – e o velho Naples, avô das crianças.

Seguindo o gênero que Jerry Lewis sempre dominou, o filme é uma deliciosa comédia. Dessas que garante boas risadas e cenas que só um artista completo como ele e capaz de dominar.

Melhor Cena: Quando todo o filme é bom, fica difícil citar uma única cena. Por isso destaco os momentos em que ele contracena com os bebês, como por exemplo quando se levanta de madrugada para preparar a mamadeira. Também adoro quando ele toca com uma banda em um programa de calouros e canta com o vovô Naples para as crianças dormirem. Aliás, um dos grandes méritos do ator é saber cantar e dançar muito bem, mesmo que fazendo palhaçada.

Eu & a Obra: Esse é um dos meus filmes prediletos protagonizados por Jerry Lewis. Lembro de assistir quando era muito pequena e ao revê-lo, recordava de praticamente tudo. Agora nunca me esqueci da música que a irmã de Carla cantava em referência ao seu amor por Clayton. Acho linda aquela cena.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Eu & “A Outra”

Ontem fui pega por uma dessas suspresas deliciosas. Acabei vendo um filme que, à primeira vista, em nada me chamava a atenção Mas após vê-lo, fiquei completamente encantada pela história.

O filme A Outra (The Other Boleyn Girl) é recente (2008) e traz em seu elenco as atrizes Natalie Portman e Scarlett Johansson como protagonistas. A história se passa na Inglaterra, durante o reinado de Henrique VIII.

As irmãs Ana (Natalie Portman) e Maria (Scarlett Johansson), por influência do pai e tio, são levadas à corte com o intuito de seduzir o rei. Como damas da rainha Catarina de Aragão (Ana Torrent), elas passam a ficar em evidência.

Maria logo cai nas graças de sua magestade, com quem acaba tendo um filho bastardo como fruto de seu caso com o rei. Enquanto isso, Ana vai para a França. A jovem retorna à Inglaterra quando o rei demonstra falta de interesse em Maria.

Mais esperta que a irmã, Ana passa a seduzir Henrique VIII se fazendo de difícil. Ela vira a cabeça do rei de uma tal forma, que ele acaba nao apenas desprezando Maria e o “filho homem” que ela lhe deu, como também a rainha e a filha legítima. Por amor ou feitiço, o rei se separa da esposa e casa-se com Ana.

A relação dos dois não é das melhores. A separação de Henrique dividiu a Inglaterra e fez com que seu país brigasse com a igreja católica. No fundo o rei sabia que não havia feito uma boa escolha e demonstrava isso, sendo rude e indelicado com Ana .

A nova rainha engravida do rei e dá à luz uma menina – Elizabeth - deixando todo o reino decepcioando - afinal, ainda não havia um herdeiro homem para o trono - assim como seu pai e tio, que sempre demostraram interesse pelo poder. Com medo de ser traída pelo marido, ela engravida logo em seguida e é aí que sua vida vira de ponta cabeça, causando problemas irreversíveis.

O filme é simplesmente maravilhoso. Trata de vários sentimentos como ambição, traição, amor e suspense. Tem um desfecho chocante, no qual pensamos na seguite questão: até que ponto vale ir em busca de seus objetivos?

Porque vale a pena conferir: Além de ter uma intriga muito bem amarrada, traz fatos à tona jamais conhecidos pela história. Fatos esses surpreendentes.

Curiosidade: A filha que Ana tem com Henrique se torna a primeira Rainha Elizabeth na história da Inglaterra.

Eu & a Obra: De início acreditei se tratar de mais um desses filmes em que poder e sedução é o ingrediente. Ainda me deparei com Scarlett Johansson, atriz que acho “sem sal”. Não mudei minha opinião sobre ela, mas simplesmente a-me-i esse filme.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Eu & “Green Card”

No dia em que se comemora o “dia internacional da mentira”, escolho um filme no qual a mentirinha foi por uma boa causa.
Green Card – Passaporte para o Amor (Grenn Card) foi lançado em 1990 e trazia Gérard Depardieu e Andie MacDowell como o casal protagonista dessa deliciosa trama.

De um lado está George Faure (Gérard Depardieu), compositor francês que, apesar de morar nos Estados Unidos, está com o visto preste a expirar. Sua única chance para continuar no país é conquistando o green card, casando-se com uma americana legítima.

Do outro está Brontë Mitchell Faure (Andie MacDowell), solteirona americana que sonha alugar um apartamento em um conceituado prédio de Manhattan. No caminho, um problema. Solteiros não entram.

A história dos dois se entrelaça a partir do momento em que ambos resolvem inventar um casamento de mentirinha, em prol do sonho de cada um. No início tudo foi festa. Ele consegue o visto provisório e ela, o apartamento. Até o dia em que a imigração desconfia da relação e o casal passa a ser investigado.

Aí vai ser preciso forjar uma intimidade, que até então era inexistente, para que a farsa não seja descoberta. Farsa essa que pode levar Brontë ao despejo e George, à deportação. Green Card é uma comédia romântica deliciosa de se ver. Eu recomendo!

Ponto Alto: A química entre Gérard Depardieu e Andie MacDowell é tão gostosa que faz gosto vê-los juntos e torcer por um final feliz. É um daqueles filmes em que o amor começa de repente, faz a gente acreditar no sentimento e se emocionar com ele.

Melhor Cena: Destaco a sequência em que eles precisam estudar sobre cada um, para provarem ser realmente um casal. E quando se descobrem verdadeiramente apaixonados. Histórias assim são sempre muito bacanas e mexem com a gente.

Eu & a Obra: Quando estava pensando num filme para citar aqui, em homenagem a essa data, o primeiro que me passou pela cabeça foi Green Card. Mesmo assim, cogitei a possibilidade de Curtindo a Vida Adoidado e Enquanto Você Dormia. Mas, ao ler o jornal de domingo – aquele que dá a programação da semana – vi que Green Card ia passar (30/03) na HBO. Não revi, pois não tenho esse canal. Mas não poderia deixar esse “sinal” passar em branco. Acho que fiz a escolha certa. Rs.