terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Eu & “A Casa das Almas Perdidas”

O filme Atividade Paranormal, recém lançado no cinema, vem ganhando destaque por onde passa. Considerada uma das produções mais assustadoras de todos os tempos, também tem sido comparada ao fiasco Bruxa de Blair por trazer em sua história um ar de veracidade.

Esse último eu ainda vou falar aqui, mas confesso que não tenho lá muitos elogios. E olha que não sou a única. Já o primeiro, ainda não decidi se vou conferir. E você já vai entender o porquê.

Na década de 90 assisti a um filme que seguia o estilo de Atividade Paranormal. Intitulado A Casa das Almas Perdidas (The Haunted / The Haunted: A True Story -1991), a produção foi baseada no livro “The Haunted: One Family's Nightmare", de Robert Curran. Cujos relatos foram tirados de uma história real.

A sinopse é a seguinte: família, moradora da cidade de West Pittston - Pensilvania, se vê diante de terríveis eventos paranormais envolvendo a casa onde reside. Eles passam o filme tentando se livrar do tormento que se tornou suas vidas.

Motivo para tantos arrepios? Vários. Casa, família e vizinhança comuns, dessas que convivem o dia-a-dia com você. E mais, o fator “história real”. O livro em que o diretor Robert Mandel se inspirou para fazer o filme continha 28 relatos de pessoas que testemunharam os episódios sobrenaturais.

Além disso, a veracidade nas imagens. Para piorar a sensação de tensão, a textura das cenas não coincidia com película. A impressão que dava era a de uma produção direta em vídeo, para ser exibida em TV. Uma espécie de vídeo caseiro.

O filme fez sucesso na época, chegando a recebeu indicações aos prêmios Emmy e Golden Globe. Até hoje atrai os amantes de filmes de terror, que costumam apontá-lo como um clássico do gênero. Não o acho de todo ruim, mas é um filme que não tenho vontade de assistir novamente. Por isso o escolhi para estampar a seção “Troféu Framboesa”.

Pior cena (ou melhor, para quem gostar): Apesar de me recordar muito pouco do filme, com certeza as que aparecem almas andando pela casa. Em nada lembram o estilo caça fantasmas ou gasparzinho... São muito reais!

Eu & a Obra: Como amante do cinema, sempre gostei de filmes de terror. Já vi muitos por essas minhas andanças em salas de cinema e locadora... De O Exorcista a Poltergeist. E embora ache todos esses muito fortes, A Casa das Almas Perdidas é um que jamais veria de novo, já que fiquei realmente muito impressionada.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Eu & "Manequim - a magia do amor"

Sabe aqueles filmes pouco divulgados, que você assiste por um acaso e de repente se encanta? Isso aconteceu comigo quando vi Manequim – a magia do amor (Mannequim – on the move), numa época em que meu passatempo predileto era garimpar as prateleiras da locadora, em busca de títulos interessantes. Se bem que até hoje faço isso. Rsrs.

O filme foi dirigido por Stewart Raffill em 1991, e tem no elenco principal os atores Willian Ragsdale (A Hora do Espanto) e Kristy Swanson (do filme Buffy – a caça vampiros).

A história começa com o romance entre o príncipe Willian e a camponesa Jessie. Vitima de uma maldição, que já dura mil anos, a jovem foi transformada em boneca com o objetivo de separar o casal.

Já nos dias atuais, o manequim vai parar numa loja de departamentos para um evento de moda, em que contará a história do amor impossível entre a camponesa e seu príncipe.

Nessa mesma loja trabalha Jason, rapaz que vem a ser descendente do príncipe Willian. Durante uma noite, enquanto trocava a roupa do manequim, ele descobre que a lenda é verdadeira. Ao tirar o colar do pescoço da jovem, ela retorna a vida. E o mais engraçado é sua reação ao vê-lo, já que acredita estar de novo nos braços de seu grande amor.

Aventura e muito romance embalam esse filme, que vale a pena conferir!

Eu & a Obra: Tive uma colega que conseguiu seu primeiro trabalho na locadora em que eu frequentava. Um dia estava por lá e ela me pediu que indicasse algo para um cliente, que procurava um filme para suas filhas. Indiquei esse. Sabe qual foi minha surpresa? Tempo depois ela veio me agradecer a ótima dica, já que agradou toda a família.

Curiosidade: Esse ano descobri que Manequim – a magia do amor é remake. Dirigido por Michael Gottlieb em 1987, o nome original é Manequim (Mannequim) e traz no elenco Andrew McCarthy (A Garota de Rosa Shocking) e Kim Cattral (A Samantha – Sex and the City) nos papeis principais. A diferença desse para o outro é que a boneca se trata de uma deusa egípcia, que toma vida à noite e ajuda o jovem a decorar as vitrines da loja. Muito legal também.

domingo, 29 de novembro de 2009

Eu & “Quebrando a Banca”



O primeiro título que citei aqui em meu blog foi para a coluna "and the Oscar goes to..." A que dedico aos filmes que mais gostei. Àqueles que acredito merecerem um lugar de destaque.

Desde então, embora continuasse contando minhas histórias através de meus filmes, estava pensando em qual seria o próximo título a ocupar esse lugar. No início, queria que fosse nacional. Mas acabei optando por um que revi recentemente e, para ajudar, ontem vi o clipe da música tema. Como acredito em sinais...

Lançado em 2008, o filme Quebrando a Banca (21) é uma produção baseada em fatos reais. A história começa quando um grupo de jovens superdotados, liderados pelo professor Micky Rosa (Kevin Spacey), convence Ben Campbell (Jim Sturgess), rapaz tímido e fera em matemática, a participar de uma grande jogada. Na verdade, várias jogadas.

Os estudantes vão tentar a sorte nos cassinos de Las Vegas, jogando vinte-e-um. Usando o cálculo estatístico, através de um método simples de contar cartas (método alto-baixo desenvolvido por Edward Thorp nos anos 60, que rastreava o número de cartas altas que ainda não tinham saído da caixa de cartear), passam de mesa em mesa faturando milhões de dólares.

No início, Bem aceita porque precisa do dinheiro para pagar sua faculdade de medicina. Porém, acaba ficando deslumbrado com tanto glamour. Resultado: quanto mais ganha, mais quer.

O excesso de confiabilidade leva-o a cometer um deslize, que vai lhe custar não só todo o dinheiro que havia ganhado como também amigos, namorada e o passaporte para a tão sonhada faculdade.

Porque eu gosto tanto de Quebrando a Banca: Primeiro - amo filmes inteligentes. Desses que te fazem pensar e ao final, falar P.Q.P... que filme! Segundo - Ele é ágil, interessante, bem amarrado e ainda tem Kevin Spacey, um dos melhores atores que eu já vi na vida. Terceiro -  Jim Sturgess, apesar de novato, não faz feio no papel principal. Ah, e a música tema: “Young Folks”, de Peter Bjorn And John. Caiu muito bem com o estilo do filme.

Cenas de destaques: As do Cassino. Show vê-los jogando.

Curiosidades: O filme é baseado em fatos que ocorreram na década de 90. De 1994 a 1998, o jovem Kevin Lewis teve uma vida dupla. Durante a semana, freqüentava as aulas do mit como um estudante comum. Nos outros dias, trocava de personalidade e faturava alto nas mesas de vinte-e-um. Entre suas aventuras, bebeu na companhia de modelos da Playboy, foi expulso de um navio-cassino em Louisiana e quase parou numa prisão, em Bahamas. Além de ser rastreado pela Receita Federal.

sábado, 21 de novembro de 2009

Eu & “Edward – Mãos de Tesoura”


A gente quando começa a mexer com um projeto, sempre dá um jeitinho dele ficar cada vez melhor. Pensando nisso, resolvi criar uma nova categoria em meu blog. Desta vez, destinadas àqueles títulos que tive o prazer de conferir nas telas do cinema.

E nada como estrear com chave de ouro. Minha escolha para brilhar pela primeira vez na seção “Pipoca com Coca Cola” (não gosto muito de guaraná) é Edward – Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands).

O filme deu inicio a parceria de sucesso, mantida até hoje, entre o diretor Tim Burton e o ator Johnny Depp. Lançado em 1990, a produção é uma fábula, nada convencional, contada nos dias atuais.

Tudo começa quando a consultora de beleza Peg Boggs, vivida pela atriz Dianne Wiest, sai para mostrar seus produtos pela cidade. Na busca por novos fregueses, ela se dá conta que nunca tentou vender aos moradores de um castelo, localizado no alto de uma montanha, próxima ao seu bairro.

Chegando lá encontra Edward (Johnny Depp), um rapaz que tem tesouras no lugar das mãos. O jovem conta que foi criado por um cientista (Vicent Price), cujo veio a adormecer (falecer) antes de completá-lo. Ele então permaneceu, sozinho, na esperança de que seu “pai” acordasse.

Sensibilizada com sua história, Peg decide levá-lo para morar em sua casa. No início todos estranham um pouco, mas logo começam a ver Edward como membro da família. Até a chegada da filha mais velha (Winona Ryder), que será responsável pelo nascimento de um amor impossível entre o jovem casal.

Paralelo a isso, não apenas a imagem exótica de Edward despertará a curiosidade dos vizinhos como também, sua ingenuidade, bondade excessiva e talento com as tesouras.

Edward - Mãos de Tesoura até hoje é lembrado como um dos filmes mais belos na história do cinema. Acostumado a trazer para as telonas produções excessivamente sombrias, nessa Tim Burton inova ao mostrar um contraste entre o escuro e o claro, com cores presentes em cenários e figurinos.

Johnny Depp, até então, era desconhecido do grande público. Suas únicas passagens pelo cinema haviam sido em pequenas produções, como Férias do Barulho. Ou ainda, participações em filmes como Platoon e A Hora do Pesadelo.

A partir de Edward, o ator passou a ser apontado como incomum. Deixou de lado o estereotipo de galã, papel que na verdade nunca teve a pretensão de interpretar, e se entregou a personagens que exijam não apenas talento, como também disponibilidade para sofrer metamorfoses. Não é a toa que se tornou um dos melhores atores de Hollywood, queridinho do público, de Tim Burton e de mim.

Momentos marcantes: É um filme simples, estilo sessão da tarde, mas recheado de cenas interessantes. Por ser uma fábula, destaco as mais emotivas. Acho bacana quando Edward lembra de seu criador (saudoso e maravilhoso Vincent Price). A inocência em falar de sua vida, desde sua criação, passando pelas lições que lhe deu e terminando com sua morte, quando ingenuamente Edward diz: “Ele não acordou”.

Também destaco a trilha sonora. A “musiquinha” que toca é triste, daquelas capazes de trazer lágrimas aos nossos olhos.

Eu & a Obra: Apaixonada pelo Johnny Depp, fui ver Edward no cinema, acompanhada de minha irmã mais velha e duas amigas (Ak e Gra) do colégio, no Valentine’s Day – daqui, claro. Como minhas amigas estavam atrasadas, entrei no cinema e fiquei logo na frente. Nessa época ainda haviam salas fora dos shoppings e a porta ficava ao lado da tela. Entrei, me sentei e mal o filme começou... Vejo um clarão, escuto vozes: Tatyyy! E resmungos: shiiiiiiiiiiiiiiiiii.

Além de entrarem me chamando, fui obrigada a levantar no meio do escuro para sentarmos todas juntas, em outro lugar. Mas valeu! Filme ótimo, tarde agradável... Passei o dia dos namorados com Johnny Depp, o namorado + que perfeito. Mas, como nem tudo são flores... No filme o que estraga é Winona Ryder, que eu o-dei-o!

Curiosidade: Fui a única que achou Johnny Depp lindo no papel de Edward. As pessoas não entendem que amor vai além da beleza física... Amo os seus olhos e como Edward, eles estão mais lindos do que nunca.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Eu & “Sabrina”


Quando vi Sabrina pela primeira vez, lá pela década de 90, não fazia ideia que se tratava de um remake. Na verdade, a produção original é de 1954 e traz Humphrey Bogart e Audrey Hepburn interpretando o casal de protagonistas.

Na última semana consegui ver a versão mais antiga e por isso nada mais justo que citá-la aqui, na seção “Clássicos”.

O filme é baseado na história de Sabrina, filha do motorista de uma família pertencente à grande sociedade. A menina, criada na ala dos empregados, sempre foi apaixonada pelo filho mais novo dos patrões. Mas, como era de origem humilde e muito tímida, jamais teve qualquer chance de se aproximar dele. Mais tarde esse mesmo rapaz se tornaria um playboy irresponsável, espécie de ovelha negra da família.

A jovem cresceu e foi estudar em Paris. Passados alguns anos, o patinho feio voltou na pele de um verdadeiro cisne. Bastou Sabrina se transformar numa mulher bonita e refinada, para chamar a atenção de seu amor, interpretado por William Holden.

Como em todo conto de fadas, o romance dos dois irá sofrer intervenções. Apesar de se mostrar encantado por ela, o rapaz precisa se casar com alguém de sua classe social e assim, permitir a fusão entre as empresas da família. É aí que entra Humphrey Bogart, na pele de um grande empresário e irmão mais velho. Agora o que ele não esperava era se descobrir apaixonado pela jovem Sabrina.

Porque vale a pena conferir: Roteiro simples, bem ao estilo conto de fadas, o filme é muito gostosinho de assistir. Romance, boas atuações, discussões sobre diferenças sociais... E ainda tem Audrey Hepburn, que para mim é a mulher mais bela que o cinema já teve.

Curiosidade: Em 1995 uma nova versão de Sabrina foi lançada nas telonas, dessa vez com Harrison Ford e Julia Ormond nos papeis principais. Em momento algum o casal fez feio. Eu indico as duas versões.

Eu & “10 Coisas que eu Odeio em Você”

Taí um filme que eu não havia programado falar a respeito tão cedo, mas como ele passou recentemente na “Sessão da Tarde” – TV Globo, achei que seria uma boa deixa para entrar na minha seção “Cinema em Casa”.

Esse romance, dirigido por Gil Junger, estreou em 1999 e não precisou de muito esforço para conquistar o público. A sinopse é a seguinte: jovem menina, filha de pai conservador, sonha ter uma vida social, recheada de romance, mas em seu caminho está a irmã mais velha, garota independente, feminista, do tipo que não está nem aí para as baboseiras do coração. Já dá para imaginar o que vem a seguir...

Elenco jovem e trilha sonora marcante, a grande sacada da produção foi trazer para o moderno uma história baseada na peça A Megera Domada, de Shakespeare. A semelhança é tanta que até o nome das irmãs, Bianca e Kat (Katerine) se manteve. E assim como na peça, cuja ideia era encontrar um homem que aceitasse se casar com a filha mais velha, no filme, Bianca (Larisa Oleynik) pede ajuda ao jovem Joey (Andrew Keegan), que gosta dela, para encontrar um rapaz capaz de conquistar o coração da dura Kat (Julia Stiles), abrindo assim o caminho para os dois namorarem.

Paralelo a isso, o garoto mais popular da escola também está interessado na jovem Bianca. Fingindo querer ajudá-lo, Joey convence esse rapaz a pagar alguém para sair com Kat. É aí que entra Patrick (Heath Ledger), rapaz misterioso, bem ao estilo James Dean, e tão durão quanto a jovem. Seria ele seu par perfeito?

Além de se tornar um dos filmes mais querido pelos jovens, 10 Coisas que eu Odeio em Você (10 Things I Hate About You) apresentou a Hollywood atores como Julia Stiles (O Sorriso de Monalisa) e o saudoso Heath Leadger, que antes de morrer imortalizou o vilão Curinga em Batman – O Cavaleiro das Trevas. Trabalho que lhe rendeu um Oscar in memorian.

Melhor cena: Romântica eu diria a que Patrick canta a música “Can’t take my eyes off you” para Kat, em plena quadra do colégio. Ali ele começa a conquistar seu coração. Já emocionante... quando Kat se decepciona com Patrick, como trabalho de escola ela escreve um poema citando as 10 coisas que odeia nele. Daí o nome do filme.

Eu & a Obra: Pegando carona no filme, um dia resolvi fazer uma surpresa para um “carinha” que gostava. No dia dos namorado dei um buquê de flores e um cartão, enumerando as 10 coisas que odiava nele. Na verdade, eram as que eu gostaria de odiar. Continuamos na amizade, mas valeu a experiência. Se eu faria de novo? Não! O bom na vida é que além de crescermos, nós amadurecemos.

sábado, 14 de novembro de 2009

Eu & “Jerry Lewis”


Minha relação com Jerry Lewis surgiu da mesma forma que com a maioria das crianças, através dos filmes que passavam na Sessão da Tarde – TV Globo. Ou ainda, mais tarde no Corujão, programa da mesma emissora. Já a escolha de ilustrar minha seção “Calçada da Fama”, graças a mais uma obra que vi recentemente no Telecine Cult. Acho que já estava mais do que na hora!

Joseph Levitch nasceu na cidade de Newark, em Nova Iorque, no dia 16 de março de 1926. Considerado um dos maiores comediantes de todos os tempos, sua carreira teve início através de uma parceria com o também ator Dean Martin (já falecido). Juntos formaram uma dupla cômica, responsável por grandes sucessos no cinema norte-americano, até meados dos anos 50.

Por conta de divergências na concepção dos filmes e ciúme profissional, a dupla se desfez 1956. A partir daí Jerry Lewis tomou controle de sua carreira e, além de ator, trabalhou como diretor, produtor e escritor, alcançando êxitos de bilheteria e se mantendo como um dos principais astros de Hollywood até 1966.

Após essa data, sua carreira cinematográfica sofreu um declínio. Sendo assim, nos anos 70 o ator passou a se dedicar aos programas de televisão, sempre com grande sucesso.

Em 1976 Jerry Lewis e Dean Martin se reencontraram, por iniciativa de Frank Sinatra, em um programa beneficente. Mais tarde, em entrevista a Larry King Jerry contou, orgulhoso, que conseguiu contornar a surpresa perguntando a Dean se ele estava trabalhando.

Nos anos 80 o ator voltou ao cinema em O Rei da Comédia, de Martin Scorsese. Ele também participou da série de televisão Wiseguy (O Homem da Máfia). Já em 1993, fez uma participação no filme Arizona Dream, ao lado de Johnny Depp.

Esse ano Jerry Lewis ganhou o Prêmio Jean Hersholt, Oscar Humanitário, por ter contribuído para a criação da “Associação de Distrofia Muscular”, no início dos anos 50. Até hoje o ator continua envolvido em trabalhos assistenciais, sendo inclusive um dos fundadores do Teleton.

Filme apontado como o mais conhecido: Jerry Lewis é mais lembrado pela comédia O Professor Aloprado, de 1963. Na versão original o personagem desastrado de Jerry se transformava em um conquistador de mulheres, uma paródia de seu antigo/parceiro Dean Martin. O filme teve uma refilmagem em 1996, desta vez com Eddie Murphy no papel principal.

Curiosidade 1: O produção que me fez prestar essa homenagem era O Mensageiro Trapalhão – 1960. Uma das coisas mais bacanas nesse filme é que o ator simplesmente não fala, mas consegue tirar boas gargalhadas do público através de seus gestos e expressões. Prova de que, com certeza, Jerry Lewis é um dos melhores comediantes da história do cinema. Perdendo, talvez, apenas para Charles Chaplin. Mas aí também já é covardia!

Curiosidade 2: Para não dizer que ele não fala, na cena final ele expressa algumas palavras. E quando perguntado porque se fazia de mudo, responde: “Quem disse que eu era mudo? Eu sei falar. Só nunca disse nada porque ninguém me perguntou”. Genial!

Filmes preferidos: Há muitos filmes dele pelos quais sou apaixonada, mas entre meus preferidos destaco: Bancando a Ama-Seca – 1958 e o Terror das Mulheres - 1961.