domingo, 6 de junho de 2010

Eu & “O Pai da Noiva”

Fechando o especial “Noivas”, o filme que escolhi como bônus é um clássico, quando o assunto é casamento. O Pai da Noiva (Father of the Bride). A produção é de 1991 e tem como estrela principal o comediante Steve Martin.

Tudo começa quando Annie Banks (Kimberly Williams), filha de George (Steve Martin) e Nina (Diane Keaton), está voltando para casa após estudar fora por um tempo. O problema é que ela não aparece sozinha. Mas acompanhada de um rapaz que conhecera na viagem. E o pior, ele acaba de pedi-la em casamento.

Nina fica logo emocionada com a revelação, mas a reação de George não é nada boa. Para ele, Annie ainda é aquela meninha que usava aparelho nos dentes. E aceitar que sua filha se tornou uma mulher, não vai ser nada fácil.

Para complicar ainda mais a história, o noivo de Annie vêm de uma família rica. E como George é apenas fabricante de tênis, e não vai querer ficar atrás na hora de fazer o casamento dos sonhos para a filha, até a hora do sim muita coisa vai rolar.


Vale a pena conferir: Porque é um filme gostoso, daqueles que você não se cansa de rever. Steve Martin dá um show no papel de Geroge Banks, um pai conservador e estressado. Além disso é muito bacana a forma com que tratam as relações familiares.


Melhor Cena: Todas protagonizadas por Steve Martin. Com destaque para as confusões que arma na casa dos pais do noivo e no supermercado. Essa última por causa de alguns pães, o que acaba levando-o para a cadeia.


Curiosidade: O filme fez tanto sucesso que teve uma continuação em 1995. Em O Pai da Noiva 2, Annie e Nina – sua mãe – estão grávidas. Desta vez o estresse de George será porque ele se tornará pai e avô ao mesmo tempo.


Eu & a Obra: Amo esse filme! Além de engraçado, o acho emocionante, com uma história bacana e ótimos personagens. O filme é muito família e por isso não tem como não se envolver. Para mim é um dos “novos clássicos”. Também me amarro em ver Annie casando de tênis. O modelo foi criado por seu pai e ficou lindo. Acho que se um dia me casar, farei o mesmo.

Eu & “O Casamento do Meu Melhor Amigo”

O Casamento do Meu Melhor Amigo (My Best Friend's Wedding) é outro filme estrelado por Julia Roberts, mas desta vez a dobradinha é com o ator Dermot Mulroney. Nessa produção Julianne (Julia Roberts) é uma jornalista especializada em gastronomia e mulher independente, dessas que não se imaginam casadas.

Do outro lado da moeda tem Michael (Dermot Mulroney), amigo de longa data, com quem já teve um affair. Michael também é jornalista, mas trabalha como cronista de esportes. Por não ter as mesma ambições que Julianne, este é um dos motivos para o relacionamento entre eles não ter ido para frente.

Durante um bom tempo eles ficaram sem ter contato, até o dia em que Michael liga para amiga dizendo que está de casamento marcado com Kimmy (Cameron Diaz, e a quer como madrinha.

Nesse momento Julianne pira. Afinal, como Michael pode se casar – tão rápido com outra – se ele sempre foi apaixonado por ela? A jornalista aceita ir ao seu encontro, mas levando na bagagem um plano para reconquistar o amor do seu melhor amigo.


Vale a pena conferir: O Casamento do Meu Melhor Amigo é um filme que promove opiniões adversas nas pessoas. Ou seja, há quem ame e há quem odeie. Eu o recomendo porque gosto das questões levantadas na história, personagens e trilha sonora. Quem nunca foi apaixonado por um melhor amigo (a)? Ou ainda, se descobriu amando aquela pessoa que sempre esteve ao seu lado. Mas quando deu conta, era tarde demais?


Melhor Cena: Existem várias cenas com as quais eu rio e/ ou emociono, mas escolhi três que amo. A primeira é quando George Downes (Rupert Everett ) – o segundo melhor amigo de Julianne –, fingindo ser seu noivo conta como eles se envolveram. A cena é embalada pela música “I Say a Little Prayer”, e por isso a mais famosa do filme. A segunda que escolho é quando Julianne e Michael passam uma tarde juntos e dançam, numa barca, ao som de “The Way You Look Tonight” cantada por Michael. Linda demais! E o final. Primeiro quando Michael e Julianne se despedem e segundo, quando Julianne flerta com George – seu amigo gay -.


Eu & a Obra: O Casamento do Meu Melhor Amigo é o único filme que amo, sem gostar do final. Apesar de haver controvérsias, eu acredito que Julianne e Michael se amavam. Mas infelizmente é uma daquelas histórias sem final feliz. “Não era para ser”.

Eu & “Noiva em Fuga”

Durante essa semana dediquei títulos em homenagem às noivas, já que mês passado foi o mês delas. O certo seria eu citar sete filmes. Como comecei na terça, hoje teria que postar duas produções. O problema é que, quanto mais buscava em minha memória, vários nomes surgiam. Sendo assim, resolvi citar os dois que estavam em minha lista + 1, de bônus. Vamos Lá?!

Noiva em Fuga (Runaway Bride) foi lançado em 1999 e marcava um reencontro entre Richard Gere e Julia Roberts, anos após o sucesso Uma Linda Mulher. Aliás, quando lançado ele chegou a ser apontado como sendo uma continuação do sucesso lançado anteriormente. Mas tudo não passou de uma mera especulação.

No filme Richard Gere é Ike Graham, jornalista responsável por uma coluna sobre comportamento em um jornal de Nova York. Mas seu trabalho anda em baixa e ele busca uma garnde história, para dar aquela levantada na profissão.

É aí que entra Maggie Carpenter (Julia Robertas). A jovem é de uma pequena cidade do interior, onde é conhecida por já ter abandonado três noivos no altar. Literalmente, pois ela simplesmente foge da igreja.

Ike fica interessado em sua história e acaba publicando-a, baseado apenas em relatos de estranhos. A coluna faz sucesso, mas deixa Maggie tão injuriada que ela entra em contato com o jornal e desmente tudo. Resultado, Ike é despedido. Mas o jornalista também não deixa por menos.

Ele vai para a tal cidadezinha onde Maggie mora e passa a vigiar todos os seus passos. Como está prestes a se casar, Ike tem certeza que ela deixará mais um noivo no altar. E essa é a chance que ele precisa para provar sua história e recuperar não só o emprego, como também sua credibilidade profissional.


Porque vale a pena conferir: Apesar de ser um filme estilo “sessão da tarde”, a história é legal. A química entre o casal é bacana, o que faz gente torcer por um final feliz. Outro ponto forte do filme é a trilha, que tem até U2.


Melhor Cena: Não posso falar na íntegra porque perde a graça, mas tem algo relacionado a Ike + Maggie = Casamento. Ou quase isso. Adoro as caras que ela faz. Rsrs.

Curiosidade: Como falei antes, o filme chegou a ser apontado como uma continuação de Uma Linda Mulher. Mas em nada lembrava o primeiro. Essa comparação não fez bem a produção, que acabou sendo comparada e por isso, muito criticada.

Eu & a Obra: Reforçando o que já disse é um filme “sessão da tarde”. Desses para ver em casa, numa tarde chuvosa, embaixo do edredom. Eu gosto porque o acho leve e morro de rir com a relação gata & rato entre Roberts e Gere. Não é um do meus preferidos, mas o tenho em minha videoteca.

sábado, 5 de junho de 2010

Eu & “Sem Licença para Casar”

No penúltimo dia do especial “noivas” o filme que escolhi falar é um dos mais engraçados que já vi nos últimos tempos. Em Sem Licença para Casar (License to Wed), Ben (John Krasinski) e Sadie (Mandy Moore) formam um casal apaixonadíssimo.

Apesar de já viverem juntos um tempo, resolvem oficializar a união. Eles sonham com um casamento à moda antiga, e isso inclui não apenas a cerimônia na igreja, como também véu, grinalda e flor de laranjeira.

O primeiro passo rumo a esse desejo é entrar para um famoso, e rigoroso, curso matrimonial, criado e dirigido pelo Reverendo Frank (Robin Williams).

Como o objetivo desse curso é testar não só a compatibilidade entre os noivos, assim como sua fé e religiosidade, de modo que comprovem ser dignos de casarem na igreja de Frank, o consultor religioso fará de tudo – de tudo mesmo - para dificultar a realização do casamento. O resto você já pode imaginar.


Porque vale a pena conferir: Embora pareça o contrário, esse filme não foge a regra de todos os outros relacionados a casamentos. Pois, além de mostrar cada passo rumo a hora do sim, também questiona se o casal está preparado para essa nova vida. A diferença é que no caminho há um padre desequilibrado. E em meio a sua loucura, consegue colocar dúvidas mas, ao mesmo tempo, reforçar a união entre o casal.


Melhor Cena: Apesar de ter seus momentos exagerados, o que lhe rendeu boas críticas, não há como negar que o filme é de Robin Williams. Por isso as melhores cenas estão relacionadas a ele. Principalmente porque o filme traça uma linha estilo “gato e rato” entre Frank e Ben, o que rende muitas gargalhadas. Só para ter uma ideia, o reverendo sugere que Ben e Sadie não tenham momentos de intimidades até a cerimônia e coloca escuta em seu apartamento, só para ter certeza de que estão cumprindo o combinado.


Eu & a Obra: Esse foi um dos filmes que vi por um acaso e não me arrependi. Está certo que há momentos em que desejamos matar a personagem de Robin Williams, mas ao mesmo tempo não há como deixar de rir com ele. Além disso, é mais uma história de amor. E histórias de amor sempre valem a pena. Melhor ainda se tiverem um final feliz.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Eu & “Vestida para Casar”

O filme de hoje é a deliciosa comédia romântica Vestida para Casar (27 dresses), sucesso de bilheteria lançado em 2008. O filme conta a história de Jane (Katherine Heigl), uma jovem romântica que sonha com o dia de seu casamento.

Equanto sua vez não chega, ela divide o tempo entre o trabalho, o chefe completamente dependente dela e o casamento das amigas. Que não são poucas. E nessa somatória Jane totaliza nada mais, nada menos, do que 27 cerimônias. O que significa que ela já foi dama 27 vezes.

Até aí tudo bem, se não fosse daquelas pessoas que não conseguem negar nada aos amigos. Inclusive concordar em ser dama de dois casamentos realizados no mesmo dia e horário, sendo que em lugares diferentes.

A maratona de Jane chama a atenção do repórter Kevin ('James Marsden'), escritor de uma coluna nupcial. Para ele, a jovem é uma viciada em casamentos e essa história pode lhe render muito, profissionalmente.

Por outro lado, um fato novo surge para perturbar ainda mais o sossego de Jane. Tess – sua irmã - acaba se envolvendo com seu chefe e o relacionamento toma grandes proporções rápido demais. Eles resolvem se casar e Tess convida justamente a irmã para organizar a cerimônia. Mas o que ela nem imaginava é que Jane fosse completamente apaixonada por ele.

Sem ter para onde fugir, ela concorda em ajudar a irmã. Mas quando vê que está sofrendo demais, acaba tomando atitudes que em nada lembram a delicada Jane.


Porque vale a pena conferir: Para quem gosta do gênero o filme é uma ótima pedida. Apesar de ser uma comédia, nos faz refletir sobre até onde vale a pena ir só para agradar alguém. Além de levantar questões como amizade, peso familiar, invasão de privacidade, egoismo e altruismo.


Melhor Cena: Não tem como deixar de citar a que Jane se desdobra para estar em dois casamentos ao mesmo tempo. Além disso, às que ela contracena com Kevin e o final, que consegue ser hilário e emocionante ao mesmo tempo.


Eu & a Obra: Gosto do filme porque me identifico um pouco com Jane. Não pelo fato de ser dama milhões de vezes, mas pelo lado altruísta. Sou daquelas que não mede esforços para ajudar alguém. Mesmo sabendo que há momentos em devemos nos impor. Além disso, assim como ela, também sonho em encontrar a pessoa certa.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Eu & “O Melhor Amigo da Noiva”

Dando segmento ao especial “noivas”, escolhi O Melhor Amigo da Noiva (Made of Honor), filme que vi no cinema. A produção é de 2008 e foi estrelada por Patrick Dempsey.

Tom (Patrick Dempsey) é um típico solteirão bem sucedido, do tipo que não se prende a ninguém. Tem uma relação de amizade, confiança e dependência com Hannah (Michelle Monaghan), sua melhor amiga. O que ele não imagina é que a moça nutre uma paixão platônica por ele.

A história sofre uma reviravolta quando Hannah vai passar uns dias longe, devido ao seu trabalho. No início Tom leva numa boa, mesmo porque ela dava notícias de todos os seus movimentos.

A partir do momento que Hannah já não lhe dá tanta atenção assim, Tom percebe que sua vida não faz sentido sem a presença da amiga. E daí para se descobrir apaixonado por ela, é um passo.

Tendo certeza de seus sentimentos, ele planeja pedi-la em casamento assim que ela voltar de viagem. Mas não imaginava que já era tarde demais para isso. Durante sua estadia na Escócia Hannah conhece Colin (Kevin McKidd), com quem se envolve. E mais, volta de lá noiva e prestes a se casar.

Para piorar ainda mais a situação de Tom, a amiga o convida para ser sua “dama-de-honra”. Ele aceita. Mas entre uma providência e outra, traça estratégias para acabar com esse noivado e conquistar de vez o coração de Hannah.


Vale a pena conferir: Porque é um filme muito legal, tem umas passagens bem engraçadas e ao mesmo tempo, dá toques sobre relacionamentos do tipo “amor X amizade” entre homens e mulheres. E mais, reforça duas ideias. A de que só damos valor aquilo que perdemos e, homem gosta mesmo é do cheiro de outro homem.


Melhor Cena: Gosto quando Tom vê Hannah com outro, ele merecia a lição. Tambem acho engraçada uma competição em que ele se envolve junto com Colin. Como é fraquinho, perto do escocês, a cena é hilária. E o final, claro!


Curiosidade: Logo após o lançamento desse filme, os atores Patrick Dempsey e Kevin McKidd voltaram a contracenar juntos. Só que desta vez na TV. Ambos são médicos na série Grey’s Anatomy.


Eu & a Obra: Fui ver esse filme no cinema porque conhecia o trailer e achei iteressante. Fiquei feliz por ter sido uma boa escolha. Além de ser bem legal, tem o Patrick Dempsey. Fico impressionada como o tempo só fez bem a esse ator. Quem diria que o "patinho feio" do filme Namorada de Aluguel - aquele com a cena memorável do "ritual do tamanduá africano" - se tornaria um "Mc Sonho"? Ele realmente faz jus ao apelido dado em Grey’s Anatomy. Rsrs

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Eu & "Noivas em Guerra"

O segundo título que escolho para homenagear as noivas é Noivas em Guerra (Bride Wars). Lançado em 2009, o filme é estrelado pelas atrizes Kate Hudson – que também o produziu - e Anne Hathaway.

Liv (Kate Hudson) e Emma (Anne Hathaway), amigas desde a infância, sonham com o dia em que vão se casar. E para que a cerimônia seja perfeita, tem que ser realizada no Hotel Plaza de Nova York, um dos lugares mais badalados da cidade. O tempo passa, as meninas crescem e se tornam mulheres bem sucedidas em suas profissões e relações. Enquanto Liv vira uma advogada conceituada, Emma é uma professora pé no chão. Ambas namoram sério, tem trabalho fixo e não veem a hora de marcar casamento, afinal já estão com 26 anos.

A primeira a receber o pedido é Emma, o que deixa Liv enciumada. Mas, não demora muito para que a advogada passe pela mesma situação. Felizes, as amigas vão juntas a empresa de cerimoniais para tratarem de seus casamentos.

No início tudo era festa. Reservaram o local, com antecedência, para as duas cerimônias. E tudo sairia como planejado, sendo uma dama da outra. Mas, por um erro da empresa, elas descobrem que casariam no mesmo dia e local. É aí que começa uma briga sem fim, ou quase isso.

Liv é poderosa e mimada. Acostumada a conseguir o que quer, não aceita ter que mudar a data de seu casamento e acaba pressionando a amiga a fazê-lo. Mas Emma está cansada de passar por cima de seus desejos só para agradar aos outros. E justamente nesse momento decide se rebelar não abrindo mão de seu casamento, para o qual juntara dinheiro desde que começou a trabalhar.

O resto do filme você já pode imginar. As “ex-amigas” são responsáveis por protagonizarem cenas hilárias, em que uma resolve boicotar o casamento da outra. E para isso vale tudo.


Vale a pena conferir: O filme é muito legal. Apesar de ser comédia, trata com seriedade de uma questão que, para mim, é o ponto chave da produção: a amizade.


Melhor Cena: Essa é uma das partes mais difíceis para mim, já que citar apenas uma cena em um filme que gosto é praticamente impossível. Entre as mais engraçadas, cito quando Liv fica com o cabelo azul. Já no quesito a “melhor maldade”, escolho a forma encontrata por Emma para que a amiga não consiga entrar no vestido de noiva.


Eu & a Obra: Adoro Noivas em Guerra por vários motivos. Primeiro porque reforça a ideia de que casamento é mesmo o sonho de 99,9% das mulheres, por mais que algumas neguem. Segundo porque comprova o quanto nós, mulheres, somos loucas. Ou seja, podemos chegar ao extremo quando ameaçadas. A maior prova disso é a mudança de comportameto em Emma, que passa de boazinha à maquiavélica. E terceiro, a força, e o peso, de uma amizade verdadeira.