domingo, 27 de fevereiro de 2011

Eu & “Simplesmente Complicado”

O filme do qual falo hoje é uma comédia romântica lançada em 2009, tendo como diretora Nancy Meyers, a mesma de Do que as mulheres gostam.

Em Simplesmente Complicado (It’s Complicated) Jane (Meryl Streep) é dona de um restaurante. Divorciada há dez anos, e mãe de três filhos já adultos, Jane começa a desejar viver um romance novamente.

Enquanto isso, seu ex-marido Jake (Alec Baldwin) retomou sua vida amorosa ao se casar com uma mulher mais jovem que ele. Mesmo assim, sente que falta de algo, que não sabe bem o que é.

Jane e Jake se reencontram na formatura do filho e a relação entre eles começa a tomar um rumo diferente graças a um porre, que os levam a dormir juntos novamente. Daí em diante, esses encontros se tornam cada vez mais frequentes.

Complicando um pouco mais essa história, surge Adam (Steve Martin). Arquiteto recém divorciado, é contratado por Jane para planejar uma obra em seu restaurante.

Adam acaba se interessando por Jane. Que de certa forma responde às suas investidas. Ao mesmo tempo em que não consegue resistir aos encantos de seu ex.

Jake quer ficar com Jane, mas não consegue se livrar da atual esposa. Jane não quer fazer o papel de amante, mas não consegue se decidir entre Jake e Adam. Já Adam deseja Jane, mas não sabe se dá para competir com Jake.

Pronto, está armada a confusão!

Vale a pena conferir: Porque é um filme muito interessante, cujo o foco é o romance entre pessoas maduras. Prova de que não existe idade para se experimentar o prazer que a vida pode nos oferecer.

Melhor Cena: Com certeza a sequência em que Meryl Streep e Steve Martin fumam maconha. Hilária!!! Também destaco os encontros entre Jane e um grupo de amigas, para discutir o que acontecem em suas vidas. Além de ser muito legal a cena em que elas escobrem que Jane virou amante de Jake, é mais uma prova de que não existe idade para se ter amigas confidentes.

Curiosidade: A curiosidade que cito é mais uma percepção minha. Bacana ver Steve Martin em um papel mais dramático, enquanto que Alec Baldwin se firmou no lado da comédia. Já Meryl Streep é uma estrela, por isso brilha de qualquer lado.

Eu & a Obra: Lembro de ter visto o trailer desse filme no cinema, mas só fui assisti-lo agora na TV. Amei! E não esperava outra coisa. Filme gostoso, engraçado, leve, com ótimas atuações e o que é melhor, muito reflexivo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Eu & “Grease”

Ainda no ritmo dos musicais, ontem revi um que amo de paixão. O que acabou despertando minha vontade em falar dele. Grease – Nos Tempos a Brilhantina (Grease, 1978).

A história começa no verão da década de 50, quando os estudantes Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John) se apaixonam durante suas férias. Mas como a jovem logo voltaria para a Austrália, eles acreditaram se tratar apenas de um amor de verão.

Assim que as aulas retornam, Danny descobre que a garota pela qual se encantou durante as férias não viajou. Na verdade, Sandy foi parar na mesma escola que seu amado.

Mas o que parecia ser um presente do destino, logo vira uma desilusão para a jovem. Danny é imaturo e gosta de manter a imagem de durão. Bem diferente daquele rapaz sensível e amoroso, pelo qual ela se interessou.

No decorrer da história o romance entre o casal sofrerá não só com influências externas, como também com o orgulho de cada um. Por conta disso, ambos terão que mudar. Isso se quiserem realmente engatar um namoro.

Vale a pena conferir: Porque Grease é um filme simplesmente maravilhoso, que soube retratar muito bem a rebelde juventude dos anos 50. Divertido, alegre, apaixonante e o que é melhor, embalado por muita música bacana e um casal de protagonista talentosíssimos, tanto na interpretação como também nas artes de dançar e cantar.

Melhor Cena: Várias!!! Já no primeiro dia de aula, Sandy e Danny falam sobre seus romances de verão. Cena embalada pela maravilhosa música “Summer Nigths”.

- Destaco também a participação dos alunos em um concurso de dança para a TV. Nessa, John Travolta dá um show dançando!

- A cena em que rola o pega entre Danny e um desafeto.

- A última cena, formada por uma sequência de músicas. A começar por “You're The One That I Want”, seguida de “We Go Together”. Ambas cantadas por todo o elenco. Fechando, uma sequência de imagens pertencentes ao anuário escolar, embalada pela música “Grease” (título do filme) na voz de Frankie Vallie. Essa mesma música também abre o filme, apresentando o elenco em imagens de HQ.


Curiosidades: Antes de virar filme, o musical Grease estrelou nos palcos da Broadway e bateu muitos recordes de bilheteria.

- O filme marcou a estreia no cinema da atriz australiana Olívia Newton-John e consolidou a carreira de John Travolta em musicais, já que um ano antes ele surgiu no papel de Tony Manero, dançarino de Os Embalos de Sábado à Noite.

- Grease é do mesmo diretor de Os Embalos de Sábado à Noite.

- As canções “Summer Nights” e “You’re the One I Want”, duetos de John Travolta e Olivia Newton-John, estiveram nos hit-parade do mundo inteiro. Já “Hopelessly Devoted to You” recebeu indicação ao Oscar, na categoria Melhor Canção Original.

- Além do Oscar, concorreu a cinco globos de ouros: melhor filme, ator de comédia ou musical, atriz de comédia ou musical e duas indicações de músicas – “Grease” e “You're the One that I Want”.

- Em 2008 o filme completou 30 anos e para comemorar a data, edições de ouro do DVD e CD chegaram ao mercado.

- Por fim, a cantora Sandy afirma que seu nome foi inspirado na protagonista do filme. Pena que pronunciado em português soa um tanto estranho. Rsrs.

Eu & a Obra: Grease é mais um daqueles filmes que vi quando pequena e me apaixonei. Amo as músicas, coreografias e a história em si, que além de romance fala muito sobre amizade e os anos 50. Que eu adoro!

Tenho o DVD em minha videoteca e o Cd, na minha discoteca. E não me canso de assistir e muito menos, ouvir suas músicas. Com certeza, é um filme para toda a vida.

Quando completou 30 anos, falei sobre ele em meu outro blog. Se quiser, confere lá: http://blogespetaculosas.blogspot.com/2010/03/30-anos-de-grease.html  


Bonus: Confira também a trilha sonora - http://www.cineplayers.com/trilha.php?id=37

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Eu & “Hair”

Sempre disse que rever um filme é legal porque você tem a chance de observar aquela produção através de uma outra perspectiva. Por conta disso, descobre coisas novas. Recentemente tive esta experiência com o filme que falo agora aqui no Eu, eu mesma & meus filmes.

O clássico Hair (Hair, 1979) trouxe para o cinema discussões como liberdade, patriotismo, a famosa “Era de Aquário” e tudo o que a geração hippie representou na construção de uma sociedade.

O musical começa quando Claude (John Savage) chega à Nova York para se apresentar como recruta da Guerra do Vietnã. Assim que pisa na cidade, ele conhece um grupo de hippies, liderados por Berguer (Treat Willians), e Sheila (Beverly D’Angelo), jovem pertencente a alta sociedade.

Ao perceber que Claude está apaixonado por Sheila, Berguer e sua trupe resolvem proporcionar ao rapaz alguns momentos de prazer. Antes que ele vá para a guerra. Momentos esses que virão acompanhados de muita confusão, reflexão e música.

Vale a pena conferir: Porque nunca um clássico foi tão atemporal quanto Hair. O filme aborda com maestria temas relacionados a uma sociedade ditatorial e moralista. É muito louco, mas ao mesmo tempo uma delícia.

Melhor Cena: A primeira a ser citada vem logo no início, com a chegada de Claude embalada pelo sucesso “Aquarius”. Impossível não se arrepiar com a música e muito menos, a cena.


- Quando Berguer, e seu grupo, invade a casa de Sheila durante um almoço. Ele canta e dança em cima da mesa. Ótima interpretação do ator.

- Quando quase todo o grupo nada nu, à noite, em um lago. Inclusive Claude e Sheila.

- Por fim, quando todos viajam para se despedirem de Claude antes que ele siga em viagem para o Vietnã. Essa, com direito a um final excepcional ao som de “Let the Sunshine in”.

Curiosidades: O filme Hair e baseado em um espetáculo da Broadway de mesmo nome, que fez muito sucesso nas décadas de 60 e 70. Atualmente uma adaptação brasileira está em cartaz nos palcos cariocas.

- O diretor de Hair é Milos Forman, que também dirigiu o brilhante filme O Povo Contra Larry Flint.

- Beverly D’Angelo, que dá vida a jovem Angela, é a esposa de Chevi Chase no filme Férias Frustradas. Aqui ela aparece bem novinha. Assim como Treat Willians (Berguer), conhecido pela série de TV Everwood.

Eu & a Obra: Vi Hair pela primeira vez quando era bem novinha e passei muito tempo sem rever. Como minha sobrinha ganhou o DVD, outro dia estava à toa e resolvi assistir. Que maravilha poder observar novas coisas, já que muitos detalhes eu não me lembrava mais. Além de confirmar que quando um filme é bom, jamais perde a qualidade. Mesmo com o passar dos anos.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Eu & “Deus é Brasileiro”

Quem disse que só a gente tem o direito à férias? No último título do nosso especial férias o Eu, eu mesma & meus filmes apresenta Deus é Brasileiro, filme de Cacá Diegues lançado em 2003.

Na história, é ele quem decide “dar um tempo” em suas obrigações. Tudo porque está cansado de atender à tantos pedidos feitos pela humanidade.

Além disso, Deus está muito desapontado com a forma que o homem lida com a vida. Sempre reclamando de tudo, inclusive dele, e não dando o verdadeiro valor a cada momento de sua existência.

Sendo assim, o filme tem início quando Deus (Antônio Fagundes) resolve sair em busca de alguém que possa substituí-lo durante suas férias e escolhe nosso país por ser muito religioso.

No meio do caminho ele conhece Taoca (Wagner Moura), pescador boa praça que vive metido em confusão. Ele fica um pouco desconfiado de sua história, mas aos poucos percebe que Deus fala a verdade.

Por conta disso, decide ajudá-lo em sua procura. E será essa pequena convivência que fará ambos repensar sobre a vida e o futuro da humanidade.

Vale a pena conferir: Porque é um filme muito bacana. O roteiro é simples, mas com um profundo ponto de reflexão. Sem contar a fotografia belíssima de nosso país, e as atuações. Antônio Fagundes como Deus está brilhante. Wagner Moura é maravilhoso e Paloma Duarte não faz feio.

Melhor Cena: Não destaco cenas específicas, mas diálogos. Deus é muito engraçado, principalmente por estar em um momento sem muita paciência. Adoro quando ele explica porque não aguenta mais as lamentações do homem e quer férias. Ele diz: “Deus me dá um emprego, Deus me dá um namorado, Deus, Deus, Deus...”

Outro momento divertido é quando ele está com Taoca e passa uma vaca. O pescador fala: “Va - ca. Vaca.” E Deus responde: “Eu sei o nome, fui eu que criei”.

E ainda, quando Deus vê na orelha de Taoca um piercing. Ao perceber que ele lhe olhou torto, o pescador fala : “É um percy”. Rsrs.

Eu & a Obra: Peguei este filme na locadora porque estava com muita vontade de assistir, já que havia lido a respeito. Fiquei encatada com a história divertida e super bem elaborada. O filme é leve e ainda nos proporciona dar boas risadas e refletir. Um dos melhores filmes nacionais que já vi.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Eu & “O Amor não tira Férias”

A semana já está acabando e com ela, nosso especial férias. E o penúltimo filme escolhido é a deliciosa comédia romântica O Amor não tira Férias (The Holiday), 2006.

No filme Iris Simpkins (Kate Winslet) é uma tímida colunista inglesa, apaixonada por um colega de trabalho. Acreditando que o sentimento é recíproco, se vê completamente desiludida ao descobrir que o homem por quem supre esse amor está de casamento marcado com outra. E mais, no fundo ele se aproveitava desse sentimento para obter sempre sua ajuda.

Já em Los Angeles, Amanda Woods (Cameron Diaz) é uma publicitária bem sucedida que, assim como Iris, se vê vítima de uma desilusão amorosa. Após um bom tempo vivendo um relacionamento estável, descobre a traição do namorado.

Cansadas de tanto sofrimento, elas decidem que o melhor é se afastarem de tudo e todos. E para isso, nada como uma viagem. Iris e Amanda se cadastram em um site de intercâmbio de casas e uma resolve ocupar a residência da outra, durante às festas de fim de ano.

Sendo assim, Amanda vai para o interior da Inglaterra. Enquanto que Iris, segue em direção a grande Los Angeles. E não demora muito para que essa viagem traga novas experiências, como também reflexões sobre suas vidas e o surgimento de novas paixões.

Vale a pena conferir: Porque O Amor não tira Férias é um filme apaixonante. Só vendo mesmo para cada um tirar sua própria impressão.

Melhor Cena: Várias! Primeiro quando Iris e Amanda chegam aos seus destinos. É bacana a forma como cada uma encara essa nova experiência.

Segundo, a convivência de Iris com Eli Wallach (Arthur Abbott) - seu novo vizinho. É linda a amizade entre eles.

Terceiro, quando Amanda vai à casa de Graham (Jude Law) – irmão de Iris – e descobre que ele é viúvo e tem duas filhas. A cena é tão bonitinha!!!

E por fim, nada como os insites que Amanda tem sobre sua vida em formato trailler de filme. Muito engraçado.

Curiosidades: A curiosidade hoje é particular. Eu nao faço parte da leva de mulheres que acha Jude Law bonito. Mas confesso, nesse filme ele está bem mais charmoso do que em Alfie. Eu me deixaria seduzir. Rsrs.

Eu & a Obra: Esse também foi um daqueles filmes que vi por um acaso, na TV mesmo. E assim como aconteceu outras vezes, amei. A história é muito bacana, bem amarrada, leve, sem muito drama e com cenas belíssimas. Uma ótima pedida para quem está apaixonado, ou não.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Eu & “Quatro Amigas e um Jeans Viajante”

O festival férias do Eu, eu mesma & meus filmes tem o prazer de apresentar hoje Quatro Amigas e um Jeans Viajante (The Sisterhood of the Traveling Pants). A produção, lançada em 2005, ficou famosa por reunir em seu elenco uma turma de jovens atrizes conhecidas do público.

No filme, Tibby (Amber Tamblyn), Lena (Alexis Bledel), Bridget (Blake Lively) e Carmen (America Ferrera) são quatro amigas que se conhecem desde quando suas mães estavam grávidas.

Elas cresceram juntas e juntas permaneceram, até que aos 16 anos, durante as férias escolares, três delas iriam viajar. Como essa seria a primeira vez que se separariam, ambas estavam com os corações partidos.

Lena iria para a casa de parentes na Grécia, Bridget para uma colônia de férias no México e Carmen passaria um tempo com o pai, com o qual não tinha uma convivência muito boa desde que ele se separou de sua mãe e constituiu outra família.

A única que ficaria na cidade era Tibby. Além de ter que trabalhar, como a jovem é apaixonada por cinema, aproveitaria o resto do tempo livre para terminar um documentário.

Em meio aos planejamentos e expectativas, durante ida a uma loja as amigas encontram uma calça jeans que curiosamente servia nas quatro. Acreditando se tratar de um sinal mágico, compraram a calça e fizeram uma espécie de pacto.

Durante o mês em que estivessem separadas, a calça passaria pelas mãos das quatro. Uma semana por vez. E a menina que a ussasse, teria que tomar certos cuidados e ainda, descrever para a próxima amiga a receber a calça as experiências que viveu enquanto a usava. Sejam elas boas, ou más.

E assim foi feito. A calça percorreu o mesmo trajeto das amigas, dividindo com elas suas experiências, angústias e impressões, de forma como se todas jamais tivessem se separado.

Vale a pena conferir: Porque quem não se deixar levar pelas aparências descobre que Quatro Amigas e um Jeans Viajante é um filme belissimo. História forte e muito emocionante. Do tipo que nos faz respirar fundo, pensar bastante em nossos atos e dar mais valor ainda às amizades.

Melhor Cena: São muitas. Gosto bastante de quando elas acham a calça e criam a irmandade. Acho engraçado quando Lena fala “É fiscamente impossível uma mesma calça caber em nós quatro”.

Depois, as experiências de cada uma enquanto separadas. Só não cito, porque perde a graça. Mas, prepare os lenços.

Curiosidades: Três das quatro amigas já eram atrizes conhecidas do público, graças aos seus trabalhos em séries de sucesso. Alexis Bledel de Gilmore Girls, Blake Lively de Gossip Girl e America Ferrera de Ugli Betty. Ambas no papel de protagonistas.

Amber Tamblyn, já bem mais crescida, está atualmente na nova temporada de House.

O filme fez tanto sucesso que rendeu uma continuação. Em Quatro Amgas e um Jeans Viajante 2 (2008), as jovens já estão na faculdade. Mas mesmo distante, mantém a amizade e cumpliciade.

Eu & a Obra: Na época que esse filme foi lançado, lembro da publicidade ter sido em cima da reunião de atrizes conhecidas do grande público. Mesmo assim, de início me deixei levar pelas aparências e o julguei mal. Areditando se tratar de mais um filme desses sem muito conteúdo.

Um dia, de bobeira em casa, vi que estava passando na TV e parei para ver. Minha visão mudou completamente. Chorei horrores, mas me encantei pela história dessas quatro amigas. Amo o filme e acredito que ele faz falta em minha humilde videoteca. Sonho que um dia vou concretizar.

Já revi muitas outras vezes, mas infelizmente ainda nao vi sua continuação.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Eu & “O Rio Selvagem”

O filme de hoje é uma aventura recheada de cenas eletrizantes, somadas a belas imagens. O Rio Selvagem (The River Wild, 1994) foi dirigido por Curtis Hanson, o mesmo do sucesso Los Angeles – Cidade Proibida.

Na História, Gail (Meryl Streep) é uma ex-guia turística que planeja levar a família para participar de uma corredeira. O local, o mesmo onde ela estava acostumada a trabalhar anos atrás.

O passeio serviria não apenas para mostrar ao filho, que faria aniversário por aqueles dias, a região onde a mãe praticamente cresceu. Como também, unir a família. Afinal, seu casamento andava estremecido por conta do excesso de trabalho do marido.

Ao chegarem, Gail conhece Wade (Kevin Bacon) e mais dois amigos que estavam no acampamento. No meio da conversa, eles acabam descobrindo que ela conhecia muito bem a região.

Mais à frente, já no rio, Gail reencontra esses rapazes, que afirmam terem perdido seu guia. Com pena, ela oferece uma carona até a próximo parada. Mas no decorrer da viagem, sua família descobre que eles são bandidos.

Vindos de um grande assalto liderados por Wade, a ideia era utilizar as corredeiras para despistar a polícia. Sem ter como fugir, Gail percebe que a única forma de proteger sua famíia é ceder às ameaças dos bandidos.

O combinado era levá-los até o final desse passeio, cujo local ainda é seguro para iniciantes. Porém, no meio do caminho, Wade obriga Gail a seguir mais adiante. Mesmo sabendo que enfrentariam correntezas violentas.

Vale a pena conferir: Se você curte filmes de ação, O Rio Selvagem é regado de cenas capazes de tirar o fôlego de qualquer um. Muita adrenalina, ótimas imagens e atuações brilhantes. Com destaque para Meryl Streep, que está maravilhosa.

Melhor Cena: Há várias cenas ótimas, mas destaco duas. A primeira quando Wade expulsa o marido de Gail do barco e tenta matá-lo. Como todos acreditam em sua morte, mãe e filho ficam com os nervos à flor da pele. E o final, quando Gail consegue passar pela grande correnteza.

Curiosidades: Meryl Streep ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz, em 1995, graças a esse trabalho. Em 87 o ator Kevin Bacon trabalhou em um filme que seguia o mesmo estilo que esse, chamado Águas Perigosas. Só que neste caso, ele interpretava um guia turístico que acompanhava crianças em um acampamento na mata. Aguarde, pois você ainda irá conferir esta produção aqui no blog.

Eu & a Obra: Vi O Rio Selvagem há anos, e gostei muito. História boa, personagens fortes, produção excelente e atuações maravilhosas fazem deste filme algo imperdível.