quarta-feira, 23 de junho de 2010

Eu & “Os Caça – Fantasmas”

Ontem eu tive uma deliciosa surpresa, rever um filme que marcou minha adolescência. E provavelmente a de muita gente por aí. É por isso que hoje ele está aqui, na seção “Novos Clássicos”.

Os Caça-Fantasmas (Ghost Busters) é uma produção de 1984. O filme conta a história de três amigos que, ao perderem seus empregos, decidem abir o próprio negócio.

Cientistas, Dr. Peter Venkman (Bill Murray), Dr. Raymond Stantz (Dan Aykroyd) e Dr. Egon Spengler (Harold Ramis) seguem o ramo da psicologia. E para dar continuidade aos seus trabalhos, inauguram uma firma de caça-fantasmas.

O que parecia uma loucura aos olhos de pessoas comuns, começa a dar certo. Já que uma onda de casos paranormais atormentam a cidade de Nova York. A equipe até aumenta, com a entrada de Winston Zeddmore (Ernie hudson).

A situação piora quando Dana Barrett (Sigourney Weaver) procura os serviços da empresa dizendo ter presenciado fatos estranhos em seu apartamento. Peter logo se interessa por ela e promete ajudá-la.

Mas o que ele não poderia imaginar, é que no prédio em que a moça mora há um portal com passagem para uma outra dimensão. E mais, ela e Louis Tully (Rick Mornis) – um outro morador – são a chave para esses dois mundos.

Vale a pena conferir: Sucesso de público e crítica, o filme Os Caça-Fantasmas é considerado uma das grandes revoluçoes do cinema nos anos 80. Numa época em que recursos gráficos estavam engatinhando, não fez feio ao colocar na telona “criatura sobrenaturais”. A história divertida caiu na graça de crianças e adolescentes.

Melhor Cena: Destaco três passagens. Primeiro quando Raymond é atacado sutilmente por um fantasma assanhado. Segundo, quando Dana – já possuída – se insinua a Peter. E por fim, a antológica cena do Homem Marshmellow.

Curiosidades: O filme alcançou um sucesso tão estrondoso que lhe rendeu uma continuação, Os Caça-Fantasmas 2 - lançado em 1989. A sequência foi a maior arrecadação de bilheterias no cinema, nos três primeiros dias de exibição ($ 29.472.894,00); A musica tema "Ghostbusters" animou muitas festinhas e é lembrada até hoje; O ator Dan Aykroyd é um dos roteiristas; O filme rendeu um desenho aimado, transmitido durante um tempo pela TV Globo; Alguns produtos que levavam o nome da marca e acredito ser pioneiro na expressão ectoplasma. Rsrs

Eu & a Obra: Via muito Os Caça-Fantasmas na seção da tarde e lembro que sempre curti, tanto o primeiro quanto o segundo. Gostava do desenho e adorava o Geleia, fantasminha verde que acaba ficando amigo deles. Fazia tempo que não o revia e adorei passar novamente por essa experiência.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Eu & “Garotos de Programa”

O filme que cito a seguir é um dos que mais gosto na vida. O engraçado é que ainda não havia surgido uma oportunidade em falar dele. Até ontem, quando li uma matéria no blog
http://pontovirgulaereticencias.blogspot.com/  que pertence a uma amiga minha.

O filme Garotos de Programa (My Own Private Idaho) foi lançado em 1991. Com direção de Gus Van Sant, um dos meus diretores favoritos, a produção é focada no unverso da prostituição masculina e protagonizada pelo saudoso River Phoenix e o ator Keanu Reeves.

Mike (River Phoenix) é um jovem michê. Gay, ganha a vida se prostituindo. Além disso, o rapaz sofre de narcolepsia. A doença provoca crises de sono repentinas, que podem tanto passar rápido como durar um bom tempo. E mais, um dia ele pode vir a dormir e nunca mais acordar.

Já Scott (Keanu Reeves), seu companheiro de profissão, é um “pobre jovem de família rica”. Bissexual, entra no mundo da prostituição apenas pela possibilidade de confrontar seu pai.

Os dois passam a dividir o mesmo espaço, assim como suas experiências, medos, angustias e sentimentos. Mas, graças ao carinho e cuidado com que Scott trata Mike, o jovem se apaixona pelo amigo. E esse amor vai estremecer a relação dos dois. Afinal, tudo na vida de Scott é uma aventura passageira.


Vale a pena conferir: Apesar de ser um drama, eu acho um filme lindo. Gosto de filmes fortes, que me passem alguma coisa, me fazem refletir. Numa era pré O segredo de Brokeback Moutain, representa muito bem a questão da prostituição masculina, universo das drogas e o relacionamento homossexual. Sem apelação e camuflagem.

Melhor Cena: Para mim a melhor cena mostra uma conversa entre os dois amigos, onde Mike confessa seu amor por Scott. Prepare o lenço!

Curiosidade: Esse filme não foi o primeiro trabalho em que River Phoenix e Keanu Reeves contracenaram juntos. Um ano antes eles haviam dividido o set em Te Amarei Até Te Matar, filme que também já vi e um dia conto para você.

Eu & a Obra: Vi Garotos de Programa no cinema, duas vezes. A primeira, fui com uma amiga do colégio. Morri de medo de ser barrada, já que nem eu, nem ela, tínhamos idade para entrar. Mas entramos e gostamos tanto, que voltamos na companhia de mais duas amigas.

Sobre isso tenho duas passagens engraçadas. Primeiro: uma dessas minhas amigas ficou com vergonha de dizer à mãe o nome do filme, já que de início o mesmo pode ser confundido com erótico. Segundo: nossa reação em relação a obra. Em virtude de uma sociedade conservadora e machista, aceitar uma relação homossexual de imediato pode não ser uma tarefa fácil. Ainda mais para adolescentes. Mas foi muito bom saber que na década de 90 já não tínhamos preconceito e estávamos abertas ao novo. Todas nós achamos a história linda, choramos e torcemos para um final feliz entre os rapazes.

Eu & parte da Obra: Tanto Keanu Reeves como River Phoenix estávam em um bom momento quando fizeram esse filme. Lindos, desempenharam bem seus papeis. Segundo a crítica, com destaque para River que conseguiu se superar. Amava ele e até hoje sinto por sua morte tão precoce. : (

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Eu & “Trair e Coçar é só Começar”

Quando fiquei sabendo que a Globo havia selecionado alguns filmes para passar durante a Copa, decidi postar algo a respeito dos títulos que já vi. O que está programado para ir ao ar hoje, eu já assisti. E por isso ele também está no blog.

Trair e Coçar é Só Começar é um texto adaptado do teatro para o cinema. Chegou às telonas em 2006, tendo Adriana Estevez, Cássio Gabus Mendes e Bianca Byington no elenco principal. A história mostra o dia a dia de alguns moradores num condomínio.

Olímpia (Adriana Estevez) é empregada na casa de Inês (Bianca Byington) e Eduardo (Cássio Gabus Mendes), casados há 15 anos. Para comemorar a data, Inês prepara uma surpresa para o marido, com a ajuda da doméstica, que está vindo de um congresso em Brasília.

Por conta de um grande mal entendido, Olímpia acredita que Eduardo está traindo a esposa com Salete (Lívia Rossy), uma dançarina que ele conhecera na volta para casa. Em contrapartida, Eduardo passa acreditar que sua esposa o está traindo com Cláudio (Otávio Muller), o síndico do prédio ende eles moram.

Para piorar ainda mais a situação, Cristiano (Mário Schoemberger) e Lígia (Mônica Martelli) também se envolvem numa confusão que os fazem crer na traição de ambos. E esse mal estar, que envolve os três casais, irá atingir todo o prédio.


O Filme: O ponto forte do filme é a questão da falta de comunicação, a ideia do que um mal entendido pode provocar na vida das pessoas.

Melhor Cena: Tem algumas cenas engraçadas envolvendo os casais, principalmente com participação de Otávio Muller e Bianca Byington. Eles são ótimos no ramo da comédia. Adriana Estevez não está ruim, mas sua personagem é um pouco caricata e até bobinha.

Eu & a Obra: Trair e Coçar é Só Começar não é o melhor filme que vi, mas também não chega a ser o pior. Uma comédia tipo B, que serve como distração em um dia que você não está com vontade de sair. Apenas ver TV.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Eu e “Só Você”

No último domingo revi um filme que adoro. Lembro que todas as vezes em que passava na sessão da tarde, eu assistia. E hoje ele é o escolhido para estar aqui, no Eu, eu mesma & meus filmes.

A história de Só Você (Only You – 1994) começa a desenrolar quando Faith (Marisa Tomei) está prestes a se casar. Faltando poucos dias para a cerimônia, ela atende a ligação de um amigo do seu noivo dizendo que não terá como ir ao casamento. Até aí, problema nenhum. Isso se o tal amigo não tivesse o mesmo nome que o homem pré-destinado a fazê-la feliz.

Para entender melhor, voltemos ao tempo. Quando Faith era criança, o nome Damon Bradley aparece na tábua ouija como sendo de seu futuro marido. Um tempo depois, uma cigana teve a mesma premonição. Por conta disso, a jovem cresceu acreditando que seu futuro estava ligado a esse homem.

Os anos passaram e sua vida tomou outros rumos. Mas a partir do momento que ela ouve aquele nome ao telefone acredita ser um sinal de que estava fazendo a coisa errada, se casando com outro. Sendo assim, Fath decici ir ao encontro do amor de sua vida. Ou seja, um homem que nem conhece.

O destino era Veneza, cuja viagem fez em companhia de sua cunhada. Chegando lá, as duas seguem até um hotel onde, supostamete, Damon Bradley estaria hospedado. Mas, quis o destino que Faith se desencontrasse dele e encontrasse Peter Wright (Robert Downey Jr).

Peter é um especialista em sapatos, e está em viagem para analisar as novas tendências de calçados. Os dois se esbarram, o rapaz fica completamente apaixonado por ela e diz ser quem Faith procura. A mentira não dura muito tempo, e para se redimir Peter se compromete a ajudá-la na busca pelo seu “amor”.


Vale a pena conferir: Se você gosta de filmes românticos e/ou acredita em amor a primeira vista, esse é uma ótima pedida. Produção leve, história linda – uma coisa meio Cinderela - e ainda tem de fundo a Itália. Quer lugar mais romântico que Veneza? Além disso, há passagens por outras regiões do país. Belíssimas, por sinal.

Outro fator bacana é que o filme tem duas paralelas Ele também foca na cunhada de Faith e sua vida amorosa. Cansada de seu casamento, ela acaba se envolvendo com um italiano. Essa relação irá fazê-la pensar até que ponto vale a pena mudar o rumo de sua história.

Melhor Cena: Acho que a melhor é a cena final, quado Faith percebe quem é seu verdadeiro amor. Mas acho engraçado quando ela conhece Peter e no decorrer da história, a relação entre eles. Ela luta contra esse envolvimento até a morte.

Curiosidades: Marisa Tomei já era conhecida do público, apesar de ter trabalhado em pequenas produções. E Robert Downey Jr estavam no auge, apontado como galã anos 80 - ele está lindo nesse filme! Pena que não demorou muito para ingressar nas drogas e afetar a carreira. Foi preso, ficou sumido, envelheceu bastante para a idade, mas retornou das cinzas graças a Homem de Ferro – que caminha para uma trilogia – e Sherlock Holmes.

Quem também aparece no filme é um até então “desconhecido” Billy Zane. Sem graça, como sempre.

Eu & a Obra: Não há muito o que dizer quando se gosta de um filme. A gente apenas curte assisi-lo várias vezes e em cada uma delas, se emociona e até precebe algo diferente. Sou romântica, acredito em um veradeiro amor e tenho esperanças de vivê-lo um dia. Se for na Itália, ótimo! Não custa sonhar, né?

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Eu & “Diário de uma Paixão”

Hoje comemora-se o Dia dos Namorados, pelo menos aqui no Brasil. Pensei em vários títulos para homenagear a data, mas queria um que falasse do amor eterno. Fiquei entre Romeu & Julieta, E O Vento Levou..., P.S. Eu Te Amo e o que você confere agora.

Diário de uma Paixão (The Notebook) foi lançado em 2004. O filme conta a história de Noah Calhoun (Ryan Gosling) e Allie Hamilton (Rachel McAdams), dois jovens que se conhecem durante o verão, na década de 40.

Ela é rica, filha de uma família conceituada. Equanto que ele, um operário humilde. Mas a diferença social entre os dois não os impediram de se relacionar. E com o decorrer dos dias, a paixão se tornou algo inevitável. Inclusive aos olhos da família de Allie.

Os pais da moça logo se posicionam contra, e a tarefa de separá-los fica mais fácil com o fim do verão. Mesmo assim, Noah começa a escrever cartas à sua amada. Só que as mesmas nunca foram entregues, já que a mãe da menina às interceptavam.

Um dia Noah se cansa de escrever e Allie, de esperar por uma notícia de seu amado. O tempo passa e cada um segue sua vida. Ele vai parar na guerra. Já ela, fica noiva de um outro rapaz. Tudo vai bem até o dia em que o destino “arma” um reencontro entre os dois, capaz de reacender a chama dessa antiga e verdadeira paixão.

O filme tem dois paralelos. Um em que mostra a história desses jovens, na década de 40. Outro muito tempo mais tarde, cuja história se passa em uma clínica geriátrica. Lá, um dos pacientes lê passagens de um diário, todos os dias, para uma colega. E o que está registrado nesse diário é justamente o romance vivido entre Noah e Allie.


Porque vale a pena conferir: É um dos filmes mais românticos que já vi. Seu roteiro é otimo e a produção então, nem se fala. Muito bem amarrado, o desenrolar da história é sensacional. Não vou entrar em detalhes, mas com o decorrer do filme você vai entender a correlação entre seus dois paralelos e porque fala de um amor eterno.


Melhor Cena: Gosto muito do reencontro entre Noah e Allie, após anos. E também de momentos entre os dois pacientes, na clínica. Apesar de alguns serem tristes. Quem ver, vai entender o porquê.


Eu & a Obra: Quer saber como me despertou a vontade em ver esse filme? Graças a série The OC. A Marissa, uma das personagens principais, vivia citando-o como sendo seu preferido. Um dia vi que iria passar no Warner Channel e assisti. Amei!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Eu & "Johnny Depp"

Já estava mais do que na hora de fazer um texto sobre ele, o grande amor da minha vida. Mas antes quero deixar claro que a demora não foi sem motivo. Afinal, nada mais justo que deixar para fazer a homenagem no dia do seu aniversário.

John Christopher Depp II nasceu em 09/06/63, no Estado de Kentucky - EUA. Foi parar em Los Angeles no ano de 1983, quando casou-se com a maquiadora Lori Anne Alisson. Mas o casamento durou somente dois anos. Após isso, teve apenas breves romances com as atrizes Sherilyn Fenn e Jennifer Grey. \0/

Conseguiu seu primeiro teste para o cinema graças ao amigo, e ator, Nicholas Cage. O filme era A Hora do Pesadelo (1984), que marcou sua estreia nas telonas. No ano seguinte participou da comédia juvenil Férias Frustradas e em 1986, de Platoon.

Começou a ser reconhecido do grande públicou ao protagonizar na TV o papel de um policial na série Anjos da Lei, exibida entre 1987 e 1990. O papel lhe rendeu não apenas fama, como também o título de ídolo jovem e simbolo sexual.

Mas o sucesso na carreira surgiu a partir de Edward – Mãos de Tesoura (1990), filme que marcou o início de uma longa parceria com o diretor Tim Burton. Depois vieram Ed Wood (94), A Lenda do Cavalheiro sem Cabeça (99), a refilmagem de A Fantástica Fábrica de Chocolates (2050, a animação Noiva Cadáver (2005), o musical Swenney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007) e o recente Alice no Paíss das Maravilhas (2010).

Foi através de Edward que o ator conheceu Winona Rider, com quem teve um romance que lhe rendeu a tatuagem “Winona Forever”. Com o término desta história de amor (\0/), a tatuagem virou a expressão “Wino Forever” – algo do tipo “Bêbado para Sempre”. : D

O ator ainda protagonizou um romance, de idas e vindas, com a modelo “anoréxica” Kate Moss. Até conhecer Vanessa Paradis, com quem está até hoje. Apesar de não terem oficializado a relação, o casal vive juntos - em Paris – e tiveram dois filhos. Lily-Rose Melody (1999) e Jack (2002).

Em 1995 seu carisma e magnetismo conquistou o público feminino no filme Don Juan DeMarco, no qual Depp intrepreta o grande amante latino. Nessa produção o ator dividiu pela primeira vez o set com Marlon Brando, que virou um grande amigo.

A amizade se estendeu a um novo encontro, dois anos depois. Em 97, Johnny Depp teve sua primeira experiência como diretor ao lançar O Bravo. No filme, que escreveu em parceria com seu irmão, o ator interpreta um índio Cherokee – referência a sua descendência – e atua ao lado de Brando. O filme recebeu uma indicação no Festival de Cannes.

A carreira de Depp se consolidou em 2003 graças ao Capitão Jack Sparrow, do filme Piratas do Caribe. Excêntrico e divertido, a persongem caiu nas graças de Hollywood e lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar de melhor ator, em 2004.

Na sua opinião e de seus filhos, esse é mesmo seu melhor papel. E mais, para quem não sabe, se inspirou em Keith Richards – guitarrista dos Stones – para compor a personagem. Não foi a toa que o próprio fez uma participação no terceiro filme da série, no papel do pai de Jack. O quarto filme tem previsão de estreia em 2011.

Johnny Depp é um ator conhecido por interpretar com facilidade qualquer tipo de personagem. E sua presença em cena, cria um vínculo entre as personagens e o espectador. Por isso é apontado como o camaleão de Hollywood.

Apesar disso, o ator sempre buscou não parecer “mais uma estrela hollywoodiana”. Tanto que chegou a recusar os papeis que ficaram com Keanu Reeves em Velocidade Máxima, Tom Cruise em Entrevista com o Vampiro, Brad Pitt em Lendas da Paixão e Leonardo de Caprio em Titanic.

Seu talento tem sido reconhecido ao longo da carreira e o cachê, cresce a cada trabalho. Por Piratas do Caribe recebeu dez milhões de dólares. Já no remake de A Fantástica Fábrica de Chocolate, o cachê chegou a 18 milhões de dólares. E recentemente acertou sua volta a saga de Piratas do Caribe por 21 milhões de libras. O valor lhe rendeu o título de ator mais bem pago.

Entrou para a calçada da fama em 2005 e em 2009 foi eleito o homem mais sexy, pela revista People. Ao longo da carreira recebeu 3 indicações ao Oscar de melhor ator, ganhou 7 Globos de Ouro, 1 Screen Actors Guild Awards, 3 Critic’s Choice Awards, 5 MTV Movie Awards, 1 Prêmio César (França), 2 Scream Awards e 2 People’s Chice Award. Este útimo sendo considerado o ator de melhor carreira.

Filmografia: http://cineminha.uol.com.br/celebridade.cfm?id=430

Curiosidade 1: Johnny Depp já trabalhou com Vincent Price, Jerry Lewis, Marlon Brando, Martin Laudau e Al Pacino, ícones na história do cinema. Precisa dizer algo mais?

Curiosidade 2: No musical Swenney Todd o ator cantou de verdade, e não se saiu mal.   
Curiosidade 3: Ele toca guitarra desde os 15 anos e tem uma banda - The Kids - com quem se apresenta de vez em quando.

Eu & o ator: Conheci Johnny Depp em Anjos da Lei e me apaixonei. Já vi quase todos os seus filmes, de preferência no cinema. E alguns tenho em minha videoteca. Não o acho apenas um excelente ator, mas um homem lindo. Quando consegui sua primeira foto, dormi com ela embaixo do travesseiro por uma semana. Queria ver se sonhava com ele. Hoje tenho um quadro em meu quarto, no qual substituo o pôster sempre que posso. Atualmente estou com O Bravo, mas já tive Gilbert Grape e Piratas do Caribe 2.

Cabelo desgrenhado, cavanhaque, brincos e o excesso de tatuagem, tudo lhe cai bem. Para mim é a figura do homem perfeito, no qual atributos como beleza e simpatia se equilibram à inteligência e bom humor. Dizem que todo mundo tem um sósia. Eu ainda tenho esperanças de encontrar o dele vagando por aí. Rsrs.

domingo, 6 de junho de 2010

Eu & “O Pai da Noiva”

Fechando o especial “Noivas”, o filme que escolhi como bônus é um clássico, quando o assunto é casamento. O Pai da Noiva (Father of the Bride). A produção é de 1991 e tem como estrela principal o comediante Steve Martin.

Tudo começa quando Annie Banks (Kimberly Williams), filha de George (Steve Martin) e Nina (Diane Keaton), está voltando para casa após estudar fora por um tempo. O problema é que ela não aparece sozinha. Mas acompanhada de um rapaz que conhecera na viagem. E o pior, ele acaba de pedi-la em casamento.

Nina fica logo emocionada com a revelação, mas a reação de George não é nada boa. Para ele, Annie ainda é aquela meninha que usava aparelho nos dentes. E aceitar que sua filha se tornou uma mulher, não vai ser nada fácil.

Para complicar ainda mais a história, o noivo de Annie vêm de uma família rica. E como George é apenas fabricante de tênis, e não vai querer ficar atrás na hora de fazer o casamento dos sonhos para a filha, até a hora do sim muita coisa vai rolar.


Vale a pena conferir: Porque é um filme gostoso, daqueles que você não se cansa de rever. Steve Martin dá um show no papel de Geroge Banks, um pai conservador e estressado. Além disso é muito bacana a forma com que tratam as relações familiares.


Melhor Cena: Todas protagonizadas por Steve Martin. Com destaque para as confusões que arma na casa dos pais do noivo e no supermercado. Essa última por causa de alguns pães, o que acaba levando-o para a cadeia.


Curiosidade: O filme fez tanto sucesso que teve uma continuação em 1995. Em O Pai da Noiva 2, Annie e Nina – sua mãe – estão grávidas. Desta vez o estresse de George será porque ele se tornará pai e avô ao mesmo tempo.


Eu & a Obra: Amo esse filme! Além de engraçado, o acho emocionante, com uma história bacana e ótimos personagens. O filme é muito família e por isso não tem como não se envolver. Para mim é um dos “novos clássicos”. Também me amarro em ver Annie casando de tênis. O modelo foi criado por seu pai e ficou lindo. Acho que se um dia me casar, farei o mesmo.