sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Eu & “Amor Sem Fim”


Tive inspiração para falar sobre esse filme assistindo Glee, essa semana. Em uma cena da série, Rachel e o professor do Clube Glee fazem um dueto com “Endless Love”, música tema do filme de mesmo nome.

Amor Sem Fim (Endless Love) é considerado, por toda uma geração, um dos romances mais lindos da história do cinema. Lançado em 1981, teve direção de Franco Zeffirelli (o mesmo de Romeu e Julieta) e Brooke Shields, na flor da idade, como protagonista.

A história é baseada no namoro entre os jovens David (Martin Hewitt), de 17 anos, e Jade, (Brooke Shields) de 15, e mostra como a paixão entre eles cresce a cada dia, tornando quase impossível permanecerem separados por muito tempo.

Apesar de sofrer represálias do pai da moça, por conta da pouca idade de Jade, no início o romance entre o casal contava com o apoio de Ann (Shirley Knight), mãe dela. Mas, com os jovens iniciando uma vida sexual, a relação vai ficando intensa e cada vez mais incontrolável.

O ápice da situação é quando Hugh (Don Murray), pai de Jade, descobre que David passou a noite no quarto da filha e proibe o namoro. O rapaz então resolve, a todo custo, reconquistar a confiança da família. Mesmo que para isso seja necessário tomar atitudes extremas.

Amor Sem Fim é sem dúvida um dos filmes mais lindos e também mais tristes. Afinal, faz valer a velha temática de Shakespeare: um grande amor nem sempre dá certo. E se não bastasse isso, na maioria das vezes ainda vem seguido de tragédias.

Melhor cena: Uma das cenas mais bonitas é quando David e Jade têm sua primeira noite de amor. O rapaz finge que vai embora, volta e os dois se amam, no silêncio da noite, em frente à lareira.

Pior cena: A separação deles vem com uma carga de momentos ruins, e o pior é a internação de David numa clínica psiquiátrica.

Trilha Sonora: A trilha sonora foi imortalizada pelo sucesso “Endless Love”, interpretado por Diana Ross e Lionel Richie. A música já foi reproduzida em séries de TV como Friends (por Chandler e Phoebs) e agora Glee.

Curiosidade 1: Apesar de interpretar uma jovem com 15 anos, Brooke Shields estava com 16 quando deu vida à Jade. 15 anos ela tinha no filme A Lagoa Azul (1980). Em ambos os trabalhos, teve autorização para protagonizar cenas de nudez. Mesmo assim, anos mais tarde surgiram rumores de que o juizado estava processando seus responsáveis.

Curiosidade 2: Tom Cruise fez sua primeira aparição nas telonas nesse filme, interpretando um amigo do irmão de Jade (vivido por James Spader). Outro que também faz uma participação é o ator Ian Ziering, o Steve Sanders de Barrados No Baile.

Eu & a Obra: Quando era adolescente tinha uma amiga, chamada Luciana, que morava no mesmo prédio que eu. Mais velha, ela adorava Amor Sem Fim e vivia escutando a música tema. De tanto falar, na primeira oportunidade acabei assistindo ao filme e confesso, é uma das produções que marcou a minha vida. Até hoje choro com a história e a letra de Endless Love. Mas quem não se emociona?

sábado, 16 de janeiro de 2010

Eu & “Castelos de Gelo”

Outro filme que me recordo da infância é Castelos de Gelo (Ice Castles), lançado em 1978. A produção conta a história da adolescente Lexie Winston (Lynn-Holly Johnson), que sonha se tornar uma patinadora profissional.

Embora seu pai seja contra, a jovem consegue se classificar para as finais de um grande campeonato. Ela passa a ser conhecida no meio e se torna uma promessa para o futuro. Tudo graças a sua parceria com a treinadora Beulah (Colleen Dewhurst).

Mas, quando está no auge, Lexie sofre um acidente. Patinando apenas para se divertir, ela cai em direção a algumas mesas e cadeiras que estavam na pista. O resultado é a perda parcial de sua visão. Por conta disso, vê seus sonhos se desmoronarem.

Após um longo período de revolta e autopiedade, a jovem consegue voltar a treinar. Para isso conta com a ajuda de Nick Peterson (Robby Benson), seu namorado. E ainda o apoio do pai (Tom Skerritt) e de uma amiga da família.

O filme é lindíssimo. Trata de assuntos delicados, como limitações que a deficiência promove, força de vontade e a busca pelos nossos sonhos. Além disso, tem como plano de fundo o verdadeiro amor. O canal a cabo TCM vive reprisando-o. Fique de olho!

Motivos para ver o filme: Apesar de ser um drama, que vai arrancar muitas lágrimas no telespectador, a história é belíssima, trilha sonora idem e você ainda corre o risco de querer aprender a patinar no gelo. Bem, comigo aconteceu isso.

Melhor Cena: Gosto muito de ver a protagonista patinando e uma das mais belas cenas é quando a jovem volta às pistas. O final é surpreendente.

Eu & a Obra: Vi muitas vezes esse filme quando era criança e até hoje me lembro da música tema: “Through the Eyes of Love". Mas em formato instrumental, que toca justamente quando Lexie patina. Choro horrores! E mais: Quando mais nova, sempre que estava triste essa música me passava pela cabeça. Talvez porque acreditasse que, assim como ela, eu também teria um final feliz.

Eu & “Golpe Sujo”

Tive aulas de psicologia na faculdade. Lembro bem quando a professora falou que nossa mente sempre faz ligação com algo, seja o fato bom ou ruim. Como por exemplo, uma música. Você acabou de ser assaltado e toca uma música, sempre vai lembrar deste assalto quando ela tocar novamente. Ou ainda um encontro, discussão, beijo e assim sucessivamente.

Isso também ocorre com cenas de novelas e filmes. Não é a toa que a trilha sonora de uma produção ajuda na hora de compor personagens e conquistar o público. Isso já ocorreu comigo. Há filmes que por já ter visto quando ainda era muito pequena, não me recordo tão bem assim da história. Mas graças à música, não esqueço deles por completo.

Golpe Sujo (Foul Play) é uma produção de 1978. Tendo como diretor e roteirista Colin Higgins, trazia a dupla de comediantes Goldie Hawn e Chevy Chase como protagonistas. Ela interpreta uma bibliotecária que, além de descobrir uma conspiração para matar o papa Pio XIII durante sua visita a São Francisco, presencia um crime e, por conta disso, está sendo perseguida por um anão e um albino. Já ele interpreta um policial e única pessoa a acreditar nela.

O filme conta com muitas cenas de perseguições dos bandidos atrás da mocinha, o que acaba gerando confusão e garantindo boas risadas no telespectador. E o romance fica por conta do amor que nasce entre o casal, no decorrer da história.

Eu costumava assisti-lo na sessão da tarde (TV Globo) e por isso aponto como um ótimo programa para toda a família.

Melhor Cena: Golpe Sujo é considerado uma comédia romântica. Mas, em seu roteiro há cenas de ação e outras bem engraçadas. Quando a personagem de Goldie Hawn presencia um assassinato no início da trama, a vitima, Bob Scott (Bruce Solomon), fala ao pé do seu ouvido a seguinte frase: “cuidado com o anão" (no original, "Beware of the dwarf"). Por conta disso, uma das cenas mais hilárias é quando um anão bate a sua porta e ela o joga da janela. Só depois de vê-lo todo quebrado, descobre que ele se tratava apenas de um vendedor.

Eu & a Obra: A música tema que nunca mais saiu da minha cabeça é "Ready to take a chance".

Curiosidade: Os atores Goldie Hawn e Chevy Chase se tornaram grandes comediantes. Ela protagonizou filmes como A Morte lhe Cai Bem e Clube das Desquitadas. Já ele se tornou conhecido através da saga Férias Frustradas. Hoje em dia, ambos estão sumidos dos holofotes.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Eu & "30 Dias de Noite"


Olhando a programação da semana, fiquei sabendo que o filme 30 Dias de Noite (30 Days of Night) vai passar na HBO. No jornal ainda falava um pouco sobre a produção, que teve um grande orçamento (em torno de 30 milhões de dólares) e faturou um pouco mais, em relação aos seus gastos. Não faz muito tempo vi esse filme e confesso, detestei. Por isso ele está na minha seção “Troféu Framboesa”.

O filme foi adaptado dos quadrinhos para o cinema e lançado em 2007. Em seu elenco o ator, já conhecido do público, Josh Hartnett (H20 - Halloween 20 anos depois). Com direção de David Slade, começa com a temporada de inverno se aproximando de Barrow - Alasca. Durante o período de grandes nevascas, a cidade fica exatos 30 dias sem luz.

Por conta da dificuldade em relação à iluminação e as tempestades de gelo, seus habitantes costumam sair de lá em direção a região sul. Mas, devido a imprevistos, um pequeno grupo permanece na cidade e conta com a companhia do xerife Oleson (Josh Hartnett) e sua ex-esposa Stella (Melissa George).

Se não bastasse o isolamento, acontecimentos estranhos começam a ocorrer no local. Problemas que não demoram a serem desvendados. Tudo não passa de visitantes indesejados, um grupo de vampiros, que aproveitam a situação para matar a fome sem deixar rastro.

Já sei, só de ler o resumo da história os amantes dos filmes de terror se interessam por ele. Comigo também foi assim, principalmente porque amo histórias com vampiros. Mas, curto produções bem feitas. Daquelas que, independente de utilizarem recursos avançados ou não, jamais deixam a magia morrer. Porém, nesse caso, é isso que acontece.

Para uma superprodução o filme é bem trash. Sangue demais, excesso de violência, apelações desnecessárias. Chega a ser nojento. Eu detestei tanto que cheguei a vê-lo “quase” 3 vezes. Aí você vai dizer, como pode? Vou explicar.

A primeira vez descobri por um acaso. Já que estava em andamento, preferi não acompanhar pela metade. Então o aluguei na locadora. Como de costume, fui ver o filme à noite e sozinha. Mas tive tanta repulsa, que deixei para terminar no dia seguinte. E assim o fiz, só para valer o preço que paguei pelo aluguel do DVD. No final, confesso: não acredito que perdi tempo em ver esse filme.

O engraçado é que se trata de uma história que tinha tudo para dar certo, se não fosse os exageros. E para piorar, o final do xerife... Bom, esse eu deixo para quem se interessar em assistir tirar suas próprias conclusões.


Ponto Forte: A ideia é boa, mas foi mal aproveitada.

Ponto Fraco: Os excessos tornam o filme grotesco.

Pior Cena: Para mim o final do xerife Oleson. Já vi coisas ridículas, mas essa conseguiu superar.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Eu & "Admiradora Secreta"


Quando tive a ideia de criar este blog, queria com ele poder dividir com você todos os filmes que já vi na vida, independente de serem bons ou ruins. Mas, confesso: já vi tantos, que às vezes acabo não lembrando de todos. Ou então lembro do filme, mas me esqueço de seu nome.

Ontem aconteceu algo engraçado. Revi um que havia caído em meu esquecimento. Mas como, se sempre o via na TV? Rsrs. Vai entender!

Considerado um dos novos clássicos (títulos que marcaram a geração anos 80), Admiradora Secreta (Secret Admirer) é um desses filmes que após assistir a primeira vez, sempre vai querer repetir a dose. Lançada em 1985, a produção trazia como protagonistas o trio de novatos atores C. Thomas Howell, Lori Loughlin (que faria sucesso mais tarde na série de TV Três é Demais, com as gêmeas Olsen) e Kelly Preston (mulher de John Travolta).

A história é simples e muito comum entre os jovens. Toni (Lori Loughlin) nutre uma paixão secreta por seu melhor amigo, Michael (C. Thomas Howell). Ele, por sua vez, gosta de Deb (Kelly Preston), “patricinha” cujas maiores qualidades se restringem ao seu físico.

No último dia de aula, Michael recebe uma carta de amor anônima. Acreditando que Deb seja sua admiradora secreta, decide retribuir o presente, confessando seu amor platônico pela jovem, também através de uma carta. Para que a mesma chegue às mãos de sua amada, o rapaz conta com a ajuda de quem? Sua melhor amiga, claro.

Mas, a curiosidade fala mais alto e Toni decide ler a carta antes de entregá-la. Como o texto estava uma porcaria, ela acaba reescrevendo-a usando como inspiração os sentimentos que nutre pelo amigo. Na verdade, o que gostaria de ouvi-lo falar para ela. 

Por um lado a tentativa dá certo, já que Deb passa a se interessar por Michael. Em compensação por outro, as cartas são extraviadas e causam muitos mal-entendidos. É aí que a confusão está armada.

Com direção de David Greenwalt, Admiradora Secreta é composto de dois ingredientes que sempre deram certo nos cinemas. Principalmente os “teens anos 80”: comédia e romance. Aliás, a década esta muito presente com figurino bem colorido, jeans rasgado, penteados exagerados e muitos acessórios. Atributos que, apesar de serem considerados cafonas hoje em dia, representam bem o retrato de uma geração que tinha atitude.

Ponto alto do filme: Com certeza a questão da comunicação. O episódio do extravio das cartas prova como as palavras usadas em situações erradas, podem gerar conflitos. E o problema maior é quando estes se tornam irreversíveis.

Curiosidades: O ator Corey Haim aparece bem novinho, interpretando o irmão caçula de Michael (C. Thomas Howell). E mais, quem também faz uma participação, na pele de um jovem estudante, é Dave Williams (o Tom Scavo, da série Desperate Housewives).

sábado, 2 de janeiro de 2010

Eu & “Quero Ser Grande”



Não precisei de muito esforço para escolher qual título iria inaugurar 2010. Primeiro porque acredito ser um daqueles filmes que todos deveriam assistir, independente da idade. É como O Pequeno Príncipe. Quem já foi criança um dia, leu. E às que ainda estão por vir, lerão também. Segundo porque revi ontem e como acredito em sinais...

Quero Ser Grande (Big) é uma produção de 1988. Com direção de Penny Marshall, essa fábula trazia Tom Hanks no papel principal. A história começa quando um garoto de 12 anos vai passear no parque com a família.

Tímido, o pequeno Josh Baskin (David Moscow / Tom Hanks) tenta entrar num daqueles brinquedos radicais só para impressionar a menina que gosta. Mas é impedido devido ao seu tamanho. Irritado e se sentindo humilhado, ao encontrar uma máquina com um mago dos desejos ele não pensa duas vezes. Pede para ser grande. Mas, apesar de receber uma ficha com a resposta “seu desejo foi realizado”, nota que a mesma estava desligada.

No dia seguinte, ao se levantar o menino descobre que cresceu. Apavorado, não consegue provar para a mãe quem é e muito menos explicar o que aconteceu. O jeito é reencontrar a máquina e desfazer o feitiço. O que não vai ser nada fácil, já que o parque não está mais na cidade.

Quero Ser Grande é considerado um dos chamados novos clássicos, filmes surgidos entre as décadas de 80 e 90 que caíram na graça do público. Apesar de se tratar de uma comédia, discute temas fortes como amizade, amor, sinceridade e a ingenuidade de uma criança.

O ainda desconhecido Tom Hanks dá um show de interpretação na pele de um menino com 30 anos. Além disso, dava início a uma carreira que daria muito que falar. Não foi a toa que faturou o Globo de Ouro pelo papel de Josh e ainda recebeu indicação ao Oscar de melhor ator, pelo mesmo trabalho. O filme concorreu também à estatueta de melhor roteiro original.

Melhor Cena: Se estivesse hoje nas salas de cinema eu diria que ver Tom Hanks interpretando uma criança de 12 anos, num corpo de 30, já vale o ingresso. Agora a cena memorável com certeza é quando Josh e seu patrão tocam um piano enorme, utilizando os pés. A música? Lembra da propagando do Danoninho? “Me dá danoninho, danoninho dá...”

Curiosidade 1: Quando cito Tom Hanks como “um então desconhecido ator” é porque Quero Ser Grande foi o filme que o colocou em evidência. Até o lançamento, seus trabalhos mais populares foram Splash – Uma Sereia em Minha Vida (1984), A Última Festa de Solteiro (1984) e Um Dia a Casa Cai (1986). Mesmo assim, só passaram a ser conhecido quando invadiram a Sessão da Tarde (TV Globo) e/ou Cinema em Casa (SBT).

Curiosidade 2: O ator já fez mais de 30 filmes e apesar de ter veia cômica, a consagração de sua carreira surgiu com as produções dramáticas. O primeiro Oscar veio com Filadélfia (1993). Gostou tanto da experiência que repetiu a dose no ano seguinte, com o fabuloso Forrest Gump (1994). Fato histórico, pois é muito difícil um mesmo ator ser premiado com a estatueta dois anos seguidos. Mas, ele é Tom Hanks!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Eu & "Harry Sally - Feitos um para o Outro"


Na semana em que comemoramos a virada do ano, minha escolha é o filme Harry Sally – Feitos um para o Outro (When Harry Met Sally...). Dirigido por Rob Reiner, a produção é de 1989 e conta com Meg Ryan e Billy Crystal como protagonistas.
Após a formatura na universidade, os jovens Harry Burns (Billy Crystal) e Sally Albright (Meg Ryan) viajam juntos para Nova York. Chegando lá, cada um toma um rumo diferente na vida.

O tempo passa e embora não mantenham um tipo de contato direto, sempre se esbarram em situações esporádicas e inesperadas. Como ida a uma livraria, café ou uma reunião de amigos. Até que um dia se descobrem completamente apaixonados.

Aliás, dizer um dia é até um tanto generoso. Na verdade eles esperam mais de dez anos para se tornar realmente um casal. Entre encontros e desencontros, aos poucos esse amor foi se lapidando. A prova maior é que não tinham nada a ver um com o outro, conforme foi mostrado no início da história, fazendo valer a frase “os opostos se atraem”.

Uma das coisas mais bacanas no filme, e aí eu apontaria como uma jogada de mestre do diretor, são os depoimentos que aparecem de anônimos. No decorrer da produção, há sempre um casal de velhinhos contando como se conheceram e construíram uma vida juntos. Até que, ao final da história, quem aparece falando são os protagonistas.

Filme lindo, leve, tendo drama e comédia bem equilibrados. Gostoso de ver e rever, principalmente se for no aconchego do lar e com uma boa companhia.


Melhor cena: Eu destacaria a festa de réveillon em que os dois estão. Cenário bonito com direito a queima de fogos, clima de renovação e planos para o ano novo. Incluindo a nossa expectativa para que eles finalmente se acertem.

Curiosidade: Todos os filmes que falo aqui, inclusive os que apenas cito, eu vi. Claro, jamais poderia falar de algo que não conheça. Mesmo assim, faço questão de pesquisar sobre cada um deles, para relembrar e ainda dá fichas técnicas, confirmar escrita de atores, diretores, roteiristas, ano... Hoje acabei descobrindo uma crítica escrita pelo filho de uma amiga minha, que é cineasta. Achei tão legal a coincidência, que tomei a liberdade de incluir o link. Confira: http://www.contracampo.com.br/87/dvdharrysally.htm