quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Eu & “Gatinhas e Gatões”

Minha escolha para hoje, no especial em homenagem a John Hughes, é um filme que curiosamente revi ontem. Gatinhas & Gatões (Sixteen Candles), é uma produção de 1984 e começa no dia em que Samantha Baker (Molly Ringwald) completa 16 anos.

A jovem sempre sonhou com a data, mas viu seu mundo desmoronar quando se deu conta de que toda sua família havia esquecido seu aniversário graças ao casamento de sua irmã mais velha, que seria realizado no dia seguinte.

E o inferno astral de Samantha parecia não ter mais fim. Primeiro, a casa estava de ponta cabeça com a chegada de seus avós para o casamento. Segundo, Ted (Anthony Michael Hall), um nerd do colégio, não larga do seu pé. E por fim, ela esta completamente apaixonada por Jake Ryan (Michael Schoeffling).

Jake é o cara mais gato do colégio e namora a garota mais popular, por isso Samantha acredita não ter nenhuma chance com ele. Mas tudo começa a mudar quando ela responde um desses testes anônimos, em que admita estar louca pelo rapaz. E o papel cai justamete nas mãos dele.

Daí endiante Jake passa a prestar mais atenção nela, quer se aproximar, mas não tem tanta certeza assim se ela gosta realmente dele. A menos que a jovem demonstre seus sentimentos. Mas para isso acontecer, grandes tabus terão que ser derrubados.

Vale a pena conferir: Porque é uma história muito bacana, apesar de ser uma produção teen, com cara de sessão da tarde. A falta de comunicação, que gera maus entendidos até chegar ao seu desfecho, é a grande jogada do filme. E como todos os trabalhos de John Hughes, fala muito bem sobre relacionamentos pessoais.

Melhor Cena: Primeiro as sequências protagonizadas por Anthony Michael Hall. Ele rouba a cena e como esse deve ter sido um de seus primeiros trabalhos, pois estava muito novinho, já mostrava que daria o que falar durante a carreira. Segundo, acho bem legal o desabafo de Samantha com seu pai. E ainda, a cena em que seus avós falam com Jake por telefone, o casamento e o final. Ufa!!!

Curiosidades: Como John Hughes era ótimo para descobrir talentos, repare em John Cusack (do filme 1408) no papel de um dos nerds, amigo de Ted.

Eu & a Obra: Gosto muito desse filme porque acho a história divertida, mas com um toque de seriedade. Já que discute assuntos sérios. Também o acho leve, apesar de ser focado na questão da sexualidade juvenil. E isso sempre ns remete à situações escrachadas. E por fim, me faz lembrar de minha adolescência, da época em que assistia muito a filmes do gênero na sessão da tarde.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Eu & “Mulher Nota 1000”

No especial em homenagem a John Hughes, o filme de hoje é a comédia Mulher Nota 1000 (Weird Science). Esse clássico dos filmes teens anos 80 foi baseado na fábula do Frankenstein, mas precisamente em A Noiva de Frankenstein.

No filme lançado em 1985, os jovens Gary (Anthony Michael Hall) e Wyatt (Ilan Mitchel-Smith) são dois nerds que, além de não fazerem sucesso com as garotas, vivem servindo de deboche para os rapazes do colégio.

Um belo dia, aproveitando que seus pais viajaram, Wyatt convida Gary para dormir em sua casa. Sem nada para fazer, os dois tem a “brilhante ideia” de projetar a mulher de seus sonhos, com o uso do computador.

O que parecia uma loucura acaba dando certo. Graças a uma tempestade a boneca toma a forma da mulher perfeita, com moldes de uma modelo e o cérebro de um gênio. Seu nome, Lisa (Kelly LoBrock).

Lisa passa a ser fiel aos seus criadores, mas através de toda essa fidelidade o que ela realmente consegue é proporcinar aos jovens a confiança necessária para levarem uma vida normal e serem felizes nas ecolhas que fizerem.

Porém, nem tudo são flores. Por ser sexy demais, Lisa acaba atraindo a atenção de outras pessoas. Incluindo os garotos do colégio, que vivem implicando com os dois amigos, e Chet (Bill Paxton), irmão mais velho de Wyatt. Esse último, ao perceber que algo está errado vai aproveitar para infernizar ainda mais a vida do irmão.

Vale a pena conferir: Primeiro, acho ótima a ideia de criar a mulher perfeita. Por mais boba que pareça. Segundo, os temas que o filme aborda, como o bullying – problema que atinge uma grande maioria de jovens -, insegurança, amizade, as diferenças – que influenciam na hora de ser aceito em um grupo, ou não –, amor e relações familiares.

Melhor Cena: Várias. Gosto quando projetam a Lisa, quando ela os leva para um bar de blues, além das sequências em que Lisa enfrenta os pais de Gary e o irmão de Wyatt. Além do final, claro.

Curiosidades: Várias, também. A intérprete de Lisa (Kelly LoBrock) é mais conhecida por ser a eterna Dama de Vermelho, no filme de mesmo nome. Já Anthony Michael Hall, que interpreta o Gary, é praticamente cria de John Hughes. Trabalhou com ele ainda em Gatinhas & Gatões e Clube dos Cinco - títulos que você verá aqui esta semana -, e após crescer, foi destaque na série O Vidente. A música tema, que também leva o nome do filme, era interpretada pelo grupo Oingo Boingo, que veio a fazer sucesso entre os anos 80 e 90. Por fim os atores Bil Paxton e Robert Downey Jr. bem novinhos.

Eu & a Obra: Sou um pouco suspeita para falar, pois adoro esse filme. Gosto da história, elenco, trilha sonora... Assistia muito na sessão da tarde e esse ano tive a sorte de revê-lo duas vezes, sendo uma na TV a cabo. Um segredo: quando adolescente achava o ator Ilan Mitchel-Smith um gatinho. Recentemente, em um programa sobre as 100 celebridades mirins dos anos 80, descobri que abandonou a carreira de ator e virou professor universitário. Está irreconhecível, careca e gordinho. rsrs

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Eu & “Quem Vê Cara Não Vê Coração”

O segundo título do especial “Um ano sem John Hughes” é uma deliciosa comédia, bem no estilo sessão da tarde, produzida em 1989 e estrelada pelo saudoso John Candy.

Em Quem Vê Cara Não Vê Coração (Uncle Buck) o ator John Candy é Buck Russell, um solteirão porraloka e irresponsável, que só quer saber de curtir a vida sem obrigações, regras e preocupações cotidianas.

Até o dia em que seu irmão e esposa precisam se ausentar de casa, por conta de problemas familiares, e “Tio Buck” é a única pessoa com tempo livre para tomar conta dos sobrinhos, as crianças Maisy Russell (Gaby Hoffman) e Miles Russell (Macaulay Culkin) e Tia Russell (Jean Louisa Kelly), adolescente rebelde que não aceita a indiferença dos pais.

Buck concorda em ajudar Bob, mas ao chegar na casa do irmão percebe que terá muitos problemas pela frente. Já que não está acostumado a lidar com tarefas domésticas e muito menos, com a vida regrada que os sobrinhos levam.

Entre uma atrapalhada e outra, aos poucos Tio Buck conquista o carinho e a confiança das crianças. Além de se adaptar a forma com que a casa é comandada. O desafio maior será domar Tia, a sobrinha mais velha. Revoltada com a indiferença dos pais, vai dar muita “cabeçada”, até perceber que o tio só quer o seu bem.

Vale a pena conferir: Gosto muito de Quem Vê Cara Não Vê Coração porque, como o próprio nome sugere, discute a questão daqueles que se deixam enganar pelas aparências. O melhor é quando o resultado sai positivo, ou seja, percebemos que a pessoa é alguém bacana, como é o caso de Tio Buck. Além de retratar tão bem as relações familiares.

Melhor Cena: John Candy era um excelente comediante, então basta olhar para sua cara que já começamos a rir. Por isso destaco algumas sequências suas na casa, como secando roupa no microondas ou dormindo com as crianças, que sentem medo de dormir sozinhas. Agora a melhor é quando ele resgata Tia em uma festa e dá uma lição no namoradinho dela, que a destratou. Muito boa!

Curiosidade: Destaco a presença de um desconhecido Macaulay Culkin, já que Esqueceram de Mim, filme que o consagraria, viria no ano seguinte.

Eu & Obra: Adoro esse filme pelos motivos que já falei acima, boa história, sabe nos fazer pensar, refletir sobre nossos atos, ressalta amizade, amor, relações familiares. Uma boa dose de comédia e drama, daquelas que conseguem nos emocionar. E isso é sempre muito bom.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Eu & “Alguém Muito Especial”

Iniciando o especial um ano sem John Hughes, o título escolhido é Alguém Muito Especial (Some Kind of Wonderful), produção de 1987. No filme, Keith Nelson (Eric Stoltz) é um jovem tímido e apaixonado por Amanda Jones (Lea Thompson, a garota mais popular do colégio.


Com a ajuda de Watts (Mary Stuart Masterson), sua melhor amiga, ele consegue programar um encontro dos sonhos. Com direito a limosine e uma joia, que comprou usando o dinheiro reservado para a faculdade.

O que Keith não imaginava era que Hardy Jenns (Craig Sheffer), o namorado rico de Amanda, havia armado uma cilada para o rapaz, com o intuito de “colocá-lo em seu devido lugar”.

Watts, que está servindo de motorista para o casal, descobre o plano de Hardy e tenta avisar o amigo. Mas ele acha que a jovem está mentido, por conta do ciúmes que sente dele. Ela sempre foi apaixonada por Keith.

Chateada, vai embora e deixa para o amigo tirar suas próprias conclusões.

Vale a pena conferir: Porque como a maioria dos trabalhos de Hugues, destinados ao público teen, esse também não foge a regra. Fala de relacionamentos amorosos e de amizades. Do quanto, quando se é jovem, levamos tudo ao extremo. Das dificuldades em entrar na vida adulta e se adaptar ao novo, diferente. Preconceito, aparência... E o que é melhor, com a maestria que lhe cabia.

Melhor Cena: Gosto de quando Keith se dá conta de quem realmente merece o seu amor. Acho a cena muito linda.

Eu & a Obra: Apesar de não ser uma das obras mais populares de John Hugues, sempre me encantei por essa história. Da forma como é contada e principalmente, em seu foco. Há duas questões importantes, o fato de às vezes nos levarmos pelas aparências e ainda, de quando as coisas estão na nossa frente, mas a gente demora a enxergar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Eu & “O Jornal”

Ontem revi um dos meus filmes prediletos. Daqueles que tem o poder de nos tocar, seja pela sua história, seja por algo nosso, pessoal. O Jornal (The Paper) desenvolve esse delicioso poder em mim. E acredito que não seja difícil para você entender o motivo.

Drigido por Ron Hoard, o filme foi lançado em 1994 e trazia um elenco maravilhoso. A história mostra a rotina dentro do The Sun, tabloide de Nova York que luta para chegar ao tópico de grandes jornais.

A história é bem focada no editor Henry Hackett (Michael Keaton), que leva o jornalismo muito a sério. A ponto de sacrificar sua vida pessoal. Isso porque acredita na capacidade do The Sun se tornar um veículo respeitável.

Dois executivos são encontrados mortos dentro de um carro, abandonado no Brooklin. Com pixações racistas, tudo leva a crer que uma dupla de jovens negros os tenham executados.

Em meio a busca pelos culpados, Henry descobre que essa história pode ser uma farça. Ou seja, a polícia não tem certeza se realmente foram os rapazes. Mesmo assim, eles receberam ordem de prisão.

Henry sabe que um furo desses pode elevar a credibilidade do jornal e sugere que sua equipe vá atrás de provas. Mas em seu percalço há Alicia Clark (Glenn Close), atual editora chefe do jornal.

Com fama de durona, na verdade não passa de uma mulher frustrada com o rumo que sua carreira tomou. O que a faz ter atitudes um tanto mesquinhas. Ela até permite irem em busca da história, mas caso não tenham como comprovar o furo, cubram apenas a prisão dos rapazes e se retratem depois, se for o caso.

Correndo por fora temos Bernie White (Robert Duvall), diretor do jornal. Ele concorda que atrasem um pouco o fechamento da edição, já que está mais preocupado com problemas pesoais. Acaba de descobrir um câncer e, achando que vai morrer logo, busca resgatar o amor de sua filha, perdido graças à erros do passado.

Para finalizar, Martha Hackett (Marisa Tomei), esposa de Henry. Também repórter do The Sun, entrou de licença para dar a luz seu primeiro filho. A maternidade a fez repensar em sua vida profissinal.

Como acredita ser difícil retomar a carreira, ela passa a exigir mais atenção do marido. Além de desejar que Henry aceite um emprego burocrático em um grande jornal, mesmo sabendo que isso não o fará feliz.

Vale a pena conferir: O filme é muito bom, porque discute questões éticas e conflitos pessoais. Além disso, para quem é jornalista, deseja ser ou simplesmente se interessa pelo assunto, é uma das produções que melhor retrata esse universo.

Melhor Cena: Tem algumas que destaco. Primeiro: gosto da forma como é mostrada a rotina da redação. O perfil e estresse dos profissionais, a reunião de pauta e até brincadeiras internas, comum em qualquer ambiente de trabalho.

Segundo: quando Henry é entrevistado para um outro jornal e acaba roubando informação do concorrente sobre esse grande caso. A atitude é totalmente antiética, porém se torna engraçada por que ambos sabiam que a situação favorecia isso. Tanto que quando Henry pergunta sbre a manchete da edição seguinte, o editor responde: “Você ainda não trabalha aqui”. E mais para frente, ao questionar a informação roubada, ouve de Henry: “Você sabia que estava diante de um jornalista”.

Terceiro: Quando Alicia deixa claro sua insatisfação com o salário e houve de Bernie que, quem está nessa profissão nunca vai enriquecer.

Por fim a sequência em que a Foca do jornal consegue a foto dos rapazes sendo preso. Foto essa que significa uma grande oportunidade para ela. É muito legal!

Curiosidade: Eu e Henry temos em comum a paixão pelo jornalismo e a Coca-Cola. Rsrs.

Eu & a Obra: Vi O Jornal bem antes de entrar na faculdade. Quando comecei a estudar, precisei fazer um trabalho na extinta revista Manchete. Durante o bate bola com o editor de lá, citamos o filme. Descobri que, assim como ele, eu também me vi em situações parecidas. Como quando um repórter come o copinho de café descartável por exemplo. Ele, porque já havia feito isso. Eu, porque um dia queria passsar por isso.

Jamais me esqueci dessa conversa e desse filme, que me faz rir, chorar e me emocionar, por estar diante da vida que sempre sonhei para mim. E nunca me arrependi de continuar tentando conquistá-la.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Eu & “Elvira, a Rainha das Trevas”

Para fechar o especial férias, o filme escolhido tinha que ser o “the best”. E ocupando essa categoria, ninguém menos que Elvira, a Rainha das Trevas (Elvira, Mistress of the Dark, 1988).

Elvira (Cassandra Peterson) é apresentadora de um programa, cuja programação é composta por filmes B de terror. Mas seu sonho é brilhar na televisão. Sonho esse que pode vir a se tornar realidade, quando descobre ser herdeira de uma tia distante

Na leitura do testamento, Elvira fica sabendo que tia Morgana lhe deixou uma velha mansão, localizada na pequena cidade de Fallwell, e um livro de receitas. Sua ideia logo é vender a casa e montar um show em Las Vegas. Mas para que isso se concretize, é preciso reformar a mansão.

Ao tomar posse de sua herança, Elvira percebe que não é bem vinda pelas “carolas” da cidade. Tudo pelo seu modo moderno de vestir e se comportar. Em compensação, os jovens ficam loucos por ela. E por conta disso, concordam em ajudá-la a consertar a casa.

Se não bastasse todos esses problemas, seu tio Vincent Talbot (William Morgan Sheppard) está interessado no livro de receitas, deixado por Morgana, e em um anel que acompanha Elvira desde que era um bebê. Ambos são a chave para que ele se torne um bruxo mais poderoso, e perigoso, do que já é.

Vale a pena conferir: Elvira, a Rainha das Trevas é um filme deliciosamente engraçado. Roteiro simples, produção sem muitas pretensões, quase trash, mas a cara de sessão da tarde. Retrata bem a questão das diferenças e ainda, como muitas vezes as pessoas se deixam levar pela aparências.

Melhor cena: Assim que chega na cidade, Elvira consegue um emprego no cinema de lá. E como sonha ser uma estrela, resolve fechar a sessão com um espetáculo seu. Ela reproduz a cena do filme Flashdance em que, após dançar, a bailarina se senta numa cadeira, puxa uma corda e na mesma hora, cai água sobre seu corpo. É claro que com Elvira o resultado sai diferente.

Também destaco o final, quando ela consegue montar o show da forma que sempre sonhou. É aí que entra as famosas “giradas” com o seio.

Curiosidades: Primeira: quando citei o filme como the best, foi porque é um dos campeões de exibições na telinha da Globo. Chegando a marca de duas vezes por ano, nas férias de janeiro e julho.

Segunda: no programa Furo MTV a imagem de Elvira girando os seios são utilizadas para citar um quadro do programa, que consiste em um giro pelo que anda acontecendo no mundo.

Terceira: Não sei não, mas desconfio que a cantora inglesa Amy Winehouse se inspirou no visual de Elvira para compor o seu. Rsrs.

Eu & a Obra: Se existem filmes que marcaram minha infância, diria que Elvira, a Rainha das Trevas marcou minha adolescência. Adoro! Acho divertido, desprentencioso, hirônico... Me amarro em sua estética, no visual meio hard rock da Elvira, na composição das personagens. De longe é uma superprodução. Pelo contrário, está mais para filme B. Mas é tão bacana, que não me arrependo de ver e muito menos indicar à você.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Eu & "Férias Frustradas"

No penúltimo dia do especial férias, o título escolhido é um que tudo tem a ver com o tema. Estou falando de Férias Frustradas (Vacation), um verdadeiro clássico dos anos 80.

Lançado em 1983, o filme começa quando Os Griswolds decidem sair de férias rumo ao Walley World, famoso parque de diversão. O problema começa gaças a Will Griswolds (Chevy Chase), chefe da família, que planeja uma viagem de carro, ao invés de avião, visando poupar dinheiro e proporcionar uma maior aproximação entre eles.

Como já era de se esperar, o passeio começa a ficar turbulento o partir do momento em que saem de casa. Will não conhece direito o caminho e se enrola com o mapa.

Já os irmãos Rusty (Anthony Michael Hall) e Audrey (Dana Barron) se odeiam, e por isso brigam o tempo todo. Cabe a Ellen Griswolds (Beverly D’Angelo), a mãe, tentar manter a ordem. O que não é uma tarefa muito fácil.

Enjoos, brigas entre os irmãos, pneu furado, carro enguiçado, erros no percurso... são apenas alguns dos empecilhos com os quais a família irá se deparar pelo caminho. Imprevistos que fazem dessa viagem, uma história muito engraçada.

Vale a pena conferir: Quem nunca planejou férias em família e deu com os “burros n’água”? O filme relata justamente isso. Mas além de problemas e brigas pelo caminho, mostra o quanto que, por mais impefeitos que possam ser, família é sempre família. E no final, prevalece o amor que os une.

Melhor cena: Durante toda a história, o que mais nos deparamos são com cenas hilárias. Chevy Chase é um ótimo comediante e basta olharmos para sua cara, que logo nos dá vontade de rir. Mas, não dá para não escolher a cena final e o destempero que a situação provoca em Will.

Curiosidade: Primeiro destaco o saudoso John Candy, outro monstro da comédia anos 80, no papel de um segurança do parque. Vê-lo em cena, mesmo que pequena, é sempre muito bom.

Segundo: o filme fez tanto sucesso que rendeu várias continuações. Tivemos ainda Férias Frustradas 2 (lampoon's vacation european, 1985), em que eles vão parar na Europa por causa de um concurso. Férias Frutradas de Natal (Christmas Vacation, 1989), cuja história consiste na busca pelo Natal perfeito, organizado por Will. E o quarto, que demorou para sair, Férias Frustradas em Las Vegas (Vegas Vacation, 1997). Como o nome sugere, nesse último a família Griswolds vai curtir merecidas férias na animada cidade.

Terceiro: a atriz Beverly D’Angelo, que faz a mãe, era a mocinha de Hair. Musical que você ainda verá por aqui.

Eu & a Obra: Adoro Férias Frustradas porque segue a linha de filme pastelão, muito comum na década. Comédia light, sem muita apelação. Vi todos, mas os que me agradam mais são o primeiro e o terceiro (Natal). Engraçadíssimos!